Director: Lázaro Manhiça

A IVERCA, uma associação ligada ao turismo, cultura e meio ambiente, com sede no bairro da Mafalala, cidade de Maputo, encontrou na arte um mecanismo de combate às mudanças climáticas, através da iniciativa “Juntos Pelo Nosso Planeta”.

O projecto surge no contexto da realização de actividades preparatórias para a Cimeira Mundial das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), a ser realizada em Novembro de 2026, em Glasgow, Escócia, financiado pelo Alto Comissariado do Reino Unido em Maputo. LEIA MAIS...

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A IVERCA, uma associação ligada ao turismo, cultura e meio ambiente, com sede no bairro da Mafalala, cidade de Maputo, encontrou na arte um mecanismo de combate às mudanças climáticas, através da iniciativa “Juntos Pelo Nosso Planeta”.

O projecto surge no contexto da realização de actividades preparatórias para a Cimeira Mundial das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), a ser realizada em Novembro de 2026, em Glasgow, Escócia, financiado pelo Alto Comissariado do Reino Unido em Maputo. LEIA MAIS...

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A APOSTA no repovoamento dos mangais pode contribuir para a minimização dos danos, sobretudo nas regiões costeiras, causados por ciclones, que ciclicamente atingem o país.

É que os mangais são uma importante barreira natural dos ventos, levando a que estes cheguem ao continente enfraquecidos.

Hermenegildo Cuamba, director-geral da Associação Eden Reforestation, disse em entrevista ao Notícias que a restauração dos mangais traz múltiplos ganhos, não só a nível da protecção costeira, como também no crescimento da produção pesqueira por se tratar de um excelente habitat para a reprodução das espécies de camarão e caranguejo, produtos pesqueiros com elevado contributo para a economia do país.

Cuamba aponta ainda como ganhos dos projectos nacionais de reflorestamento, o financiamento internacional no contexto do mecanismo REDD+, sobre a redução das emissões resultantes do desmatamento e degradação, conservação e o maneio florestal sustentável. Sabe-se que Moçambique pretende se candidatar para receber os fundos.

Cuamba considera preocupantes as constantes reclamações apresentadas pelos pescadores sobre a contínua escassez de produtos pesqueiros, com destaque para o camarão, em zonas com maior devastação.

“No nosso país, já ressentimo-nos do impacto da devastação do mangal não só no campo da pesca, como também sob ponto de vista ambiental. A título de exemplo, estão os desastres naturais ocorridos na cidade da Beira e também no distrito de Buzi, em Sofala, para além de outras zonas costeiras desprotegidas”, exemplifica.

Mais pormenores sobre o assunto no 1º PLANO da presente edição.

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SÉRGIO FERNANDO

O DRAMA provocado pelos grupos terroristas em Cabo Delgado não se circunscreve aos limites geográficos desta província. A fugir do terror causado pelos bandos que actuam em alguns distritos de Cabo Delgado, as famílias deixaram as suas casas, aldeias, distritos e até a província. É nesta marcha pela vida que cerca de 20 mil pessoas chegaram a Nampula e foram instaladas no distrito de Meconta.

Mais de 18 mil pessoas estão no centro de acolhimento de Corane, em Meconta. Longe do cenário das tragédias, as famílias procuram recuperar das perdas e dos traumas, sem perder a esperança de um dia poderem retornar às suas aldeias ou vilas e às suas casas.

Grande parte das famílias deslocadas escapou, por um triz, à acção dos terroristas. Muitos contam cenas atrozes vividas. Ver parentes, vizinhos e outra gente próxima serem decapitados ou imolados trancados em residências incendiadas pelos extremistas.

Zainabo Sefo Daúdo, de 23 anos, dá graças a Deus por estar a salvo. A família da jovem encontrou abrigo em Corane, cerca de 400 quilómetros de onde vivia, a vila de Macomia. Segundo as suas palavras, o sofrimento por que passa no seu dia-a-dia, alimentação insuficiente, a falta de roupa e outras necessidades, é de menos, se comparado com o medo e terror provocados pelas acções dos terroristas.

Recorda que quando a vila de Macomia foi atacada, toda a sua família fugiu para as matas. Aqui permaneceu sem nada para comer nem beber, conta. Ao terceiro dia decidiu regressar à aldeia, mas o reencontro com os pais e o resto dos irmãos só aconteceu no sexto dia.

 

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ARRANCA em Abril próximo a construção de uma ponte de betão sobre o rio Lúrio, que limita as províncias de Niassa e Nampula, através dos distritos de Nipepe e Lalaua respectivamente.

A obra tem o custo global estimado em oito milhões de dólares (601,7 milhões de meticais), valor a ser desembolsado pela HD Mining Development, empresa de capitais chineses que exploraa grafite no distrito de Nipepe.

A ponte, a ser erguida na zona de Metarica/Lúrio e com previsão de conclusão para Dezembro próximo, facilitará o escoamento, por via rodoviária, da grafite para o Porto de Nacala, provínciade Nampula.

Ainda com o propósito de escoar a grafite, o administrador de Nipepe, Sérgio Igua, disse que a HD Mining Development tem também a intenção de reabilitar a estrada de 36 quilómetros que assegura a ligação entre a sede do distritoe o posto administrativo de Meti, em Lalaua, onde depois se alcança a Estrada Nacional número 13 (EN 13).

Igua exalta ganhos no contexto de construção da ponte sobre o rio Lúrio que sempre foi reclamada pela população do seu distrito, considerando que a infra-estrutura irá dinamizar a comercialização dos excedentes dos produtores sobretudo agrícolas.

Nipepe é potencial produtor de culturas como amendoim, milho, feijões, gergelim, tubérculos e hortícola, que, em algum momento, não encontram mercado devido às dificuldades de travessia por parte dos intervenientes no processo de comercialização agrícola entre Nipepe e Lalaua, em razão do caudal do rio Lúrio ser alto na maior parte do ano.

“Nipepe será um corredor rodoviário privilegiado, quando a construção da ponte sobre o rio Lúrio ficar concluída, porque não será mais necessário se deslocar à cidade de Cuamba, que dista a cerca de 250 quilómetros, para viajar para as zonas do interior de Nampula”, disse Sérgio Igua, enaltecendo que os corredores rodoviários constituem uma alavanca para o desenvolvimento local.

A HD Mining Development investiu, até ao momento, cerca de 50 milhões de dólares (3,7 mil milhões de meticais) nos processos de prospecção e pesquisa de grafite que apurou a existência de mais de cinco milhões de toneladas do minério puro em Macala.

Investiu, por outro lado, na construção de infra-estruturas para acomodação do complexo de processamento do minério, onde se espera criar cerca de 300 postos de emprego fixos para cidadãos moçambicanos e 60 estrangeiros.

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