O GOVERNO assume a responsabilidade de promover e encorajar todas as iniciativas públicas e privadas que visam tornar o oceano numa fonte de rendimento para a população.

Segundo o compromisso assumido ontem pelo Primeiro-ministro, no encerramento da Conferência Internacional “Crescendo Azul”, é para viabilizar esse projecto que o Executivo promete estabelecer mecanismos que assegurem a mobilização de recursos para financiar actividades concretas no domínio da pesca, mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Num plano mais geral, Carlos Agostinho do Rosário anunciou que o Governo vai adoptar um Plano de Ordenamento Marítimo e promover a reposição do mangal em todos os distritos costeiros do país.

“Em todo o mundo, há biliões de homens, mulheres e crianças que dependem do mar e oceano para o seu sustento. Perante esta realidade, somos desafiados a assumir responsabilidades acrescidas para promover e encorajar iniciativas que tornem o oceano uma fonte de rendimento para essas pessoas. Reconhecendo o papel da pesca na melhoria da renda, segurança alimentar e nutricional da população, o nosso Governo tem estado a apoiar e a incentivar os pescadores para o aumento da produção e produtividade neste sector da pesca”, disse Carlos Agostinho do Rosário.

Acrescentou que foi neste contexto que a conferência debateu temas relacionados com as comunidades, nomeadamente a pesca artesanal, por se tratar de uma das principais fontes de rendimento da população que vive ao longo da costa marítima, sobretudo nos países africanos.

“É também nossa responsabilidade, como Governo, promover, disseminar e massificar o conhecimento junto da população sobre a necessidade da protecção e exploração sustentável dos recursos existentes no mar e nos oceanos”, frisou o Primeiro-ministro.

Num evento que contou com a participação de cerca de 700 individualidades provenientes de diversos quadrantes do mundo, com o objectivo de debater temas relacionados com a governação, protecção e uso sustentável dos oceanos, inovação, rotas e energia do oceano, o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e a Noruega também se comprometeram a apoiar os Estados-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) a combater a pesca ilegal. Para o efeito, será estabelecido um centro de controlo na cidade de Maputo.

O BAD manifestou, igualmente, disponibilidade em apoiar o sector privado com recursos financeiros e formação para lidar com fenómenos como a pesca ilegal.

Por seu turno, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) garantiu que vai mobilizar as empresas privadas para explorarem os recursos marinhos, de modo a colocar Moçambique em condições de competitividade no mercado.

A conferência internacional “Crescendo Azul” terminou ontem, na capital.

A LINHA férrea de Machipanda, que liga o Porto da Beira e o Zimbabwe, reabriu ontem ao tráfego, depois de dois dias de interrupção forçada pelo descarrilamento de uma composição na região de Vandúzi.

O acidente, ocorrido na estação de Garuso, provocou a morte de quatro agentes de segurança de uma empresa privada que escoltava a composição, que seguia com destino ao vizinho Zimbabwe.

“O pessoal está a fazer o trabalho de reposição da linha onde é possível. A nossa previsão é de até amanhã (hoje) termos a via aberta”, disse Boaventura Mahave, director dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), citado pela agência Lusa.

Entretanto, a empresa reviu em baixa o número de desaparecidos de seis para um, justificando que, de facto, a locomotiva era escoltada por 17 agentes de segurança, dos quais quatro morreram, nove ficaram feridos e três sobreviveram.

“Teremos que trabalhar com muita cautela para ver se encontramos este corpo entre os escombros dos vagões”, disse Boaventura Mahave, salientando que duas gruas deverão ter iniciado ontem a remoção dos vagões e contentores na linha.

A composição, com 34 vagões e três tanques-cisterna carregados de 120 mil litros de diesel, deslizou, provocando o descarrilamento na manhã de quarta-feira, após perder travões na estação de Belasse (Garuso), distrito de Vandúzi, Manica, centro de Moçambique.

“O acidente ainda está a ser investigado”, precisou Boaventura Mahave, assegurando que várias equipas foram mobilizadas para o local.

A ESPOSA do Presidente da República, Isaura Nyusi, lançou ontem, na província de Maputo, um projecto de aprendizagem baseada em jogos e sensível ao género, concebido para melhorar a qualidade do ensino nas escolas primárias do país. Um dos focos da iniciativa é o desenvolvimento de habilidades de leitura, escrita e cálculo, devendo abranger mais de 100 mil crianças e um total de 1.130 professores de diversas escolas do país. Pormenores na página seis desta edição.

A linha de Machipanda, que liga o porto da Beira e o Zimbabwe, vai ser reaberta hoje, dois dias depois da interrupção registada, devido ao descarrilamento de uma composição, disse hoje à Lusa fonte oficial.

O acidente, ocorrido na estação de Garuso, provocou a morte de quatro agentes de segurança de uma empresa privada que escoltava a composição, para evitar assaltos à carga, em trânsito para o Zimbabwe.

“O pessoal está a fazer o trabalho de reposição da linha onde é possível. A Nossa previsão é de até amanhã termos a via aberta”, disse Boaventura Mahave, director dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM).

A empresa reviu em baixa o número de desaparecidos de seis para um, justificando que a locomotiva era escoltada por 17 agentes de segurança, dos quais quatro morreram, nove ficaram feridos e três sobreviveram.

“Teremos que trabalhar com muita cautela para ver se encontramos este corpo entre os escombros dos vagões”, disse Boaventura Mahave, salientando que duas gruas deverão iniciar hoje a remoção dos vagões e contentores na linha.

A composição, com 34 vagões e três tanques-cisterna, com 120 mil litros de diesel, que se derramou no local, deslizou, provocando o descarrilamento na manhã de quarta-feira, após perder travões na estação de Belasse (Garuso), distrito de Vanduzi, Manica, centro de Moçambique.

“O acidente ainda está a ser investigado”, precisou Boaventura Mahave, assegurando que várias equipas foram mobilizadas para o local.

Cyril Ramaphosa poderá ter esperado tormentos do inferno por parte dos oposicionistas de fatos-macaco vermelhos, e foi exactamente isso que teve na quarta-feira, quando o líder dos EFF, Julius Malema, o felicitou pela sua eleição como Chefe de Estado da África do Sul.

Tudo parecia bastante cordial no início, quando o líder dos Combatentes da Liberdade Económica (EFF) chegou a se referir a Ramaphosa como um “homem de excelente reputação”. No entanto, o tom mudaria logo que Juluis Malema mencionou os “amigos em Stellenbosch” de Cyril - uma das linhas favoritas de ataque do chefe do EFF é ligar o Presidente aos investimentos multimilionários no Cabo Ocidental e em particular naquela região desta província sul-africana.

Julius Malema deixou claro para Cyril Ramaphosa que a ameaça do capital monopolista branco - um termo dado aos poderosos e ricos cidadãos brancos de Mzansi - ainda é algo com o qual o seu partido deveria se preocupar.

“Stellenbosch é um grande problema. Sabemos da sua proximidade com eles e com os Oppenheimers. Você foi eleito, não eles. Estamos a alertar-te Presidente, ouça as pessoas que o elegeram, não o capital monopolista branco. Estamos aqui e estamos a observá-lo”.

Também felicitando Ramaphosa, Mmusi Maimane, líder da Aliança Democrática (DA), mais politicamente correcto, disse esperar uma período de “de boa colaboração”, entre ambos.

Mesmo assim, o líder da oposição sul-africana, prometeu responsabilizar o Chefe de Estado por eventuais falhas no cumprimento das promessas eleitorais

Também o líder da Frente da Liberdade (VF Plus), Pieter Groenewald, optou por um tom conciliador afirmando que “o povo da África do Sul quer esperança para o futuro”.

“(...) Você é o Presidente de todos os cidadãos sul-africanos. Portanto, deve garantir que os interesses do povo da África do Sul sejam mais importantes do que os interesses do seu partido”, o Congresso Nacional Africano (ANC).

Eleito na quarta-feira pelo Parlamento, Cyril Ramaphosa toma posse no sábado, 25 de Maio.

Dirigindo-se à Assembleia Nacional após a sua eleição sem oposição pelos deputados, Ramaphosa prometeu ser um Chefe de Estado e de governo "em busca de consenso", que não terá medo de tomar "decisões difíceis", mesmo se forem contra certos grupos de interesse. -(THE SOUTH AFRICAN)

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