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Director: Lázaro Manhiça

O PRIMEIRO-MINISTRO, Carlos Agostinho do Rosário recomendou a manutenção do foco na abordagem multesectorial assim como na prevenção de novas infecções para o combate do HIV/SIDA no país.

O dirigente que falava hoje, em Maputo, no primeiro Conselho Directivo do Conselho Nacional de Combate ao SIDA durante o qual se apreciou o balanço do Plano Estratégico Nacional (PEN IV) e a proposta do PEN V, anotou que epidemia constitui ainda ameaça de saúde pública pelo seu impacto negativo no desenvolvimento sócio-económico do país.

Por isso, avançou que para o PENV (2021 a 2025) deve se ter em conta todos os indicadores para melhorar-se cada vez mais a prevenção primária, mas também olhar-se para a necessidade de se aumentar campanhas de sensibilização envolvendo as comunidades locais, a sociedade civil, os religiosos, a medicina tradicional, a  comunicação social para que se ter melhores resultados.

O Plano Estratégico Nacional de Combate ao HIV/SIDA orienta a resposta da epidemia e é elaborado pelo Governo em coordenação com a sociedade civil, sector privado e parceiros.

“É um documento que espelha o compromisso colectivo de se melhorar cada vez mais a resposta nacional do HIV/SIDA. Quando formos a implementar o PEN V, vamos ter que manter o foco numa estratégia de abordagem multisectorial e na prevenção de novas infecções”, sublinhou o PM.

Explicou que, o HIV/SIDA é um problema que não pode ser solucionado apenas por um sector, mas sim, por todos os actores que devem intervir nos factores da epidemia tais como os casamentos prematuros, as gravidezes não planificadas, entre outros.

Apresentando as principais linhas da proposta do PEN V, Francisco Mbofana, secretário-executivo do Conselho Nacional de Combate ao Sida, acrescentou que o plano contempla a componente dos direitos humanos e a violência baseada no género.

Durante a implementação do PENIV (2016-2019) e 2020 registou-se a redução de novas infeções em 23 por cento, de óbitos em 33 por cento e da transmissão vertical de mãe para filho de 17 para 14 por cento.

Estima-se que em moçambique, 2.1 milhões de pessoas estejam infectadas pelo HIV. Até Dezembro de 2020, 82 por cento das pessoas vivendo com HIV conheciam o seu seroestado, das quais 68 por cento estavam em Tratamento Antiretroviral e 56 por cento destas tinham atingido a supressão viral, isto é, estágio em que o vírus é indetectável no organismo e com pouca possibilidade de transmitir para o outro. 

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

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