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Director: Lázaro Manhiça

A OFERTA tarifária e a lista de compromissos que Moçambique vai liberalizar, no âmbito da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA), devem estar em linha com as prioridades de desenvolvimento nacional e as políticas e estratégias em vigor no país.

Criada em Março de 2018, em Kigali, Ruanda, na X Cimeira Extraordinária da União Africana, com o objectivo de introduzir um mercado único de mercadorias e serviços a fim de aprofundar a integração económica do continente, a Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) está em vigor desde o dia 1 de Janeiro de 2021.

De acordo com a Vice-Ministra da Indústria e Comércio, Ludovina Bernardo, apesar de ter sido um dos primeiros países a assinar o acordo de adesão, Moçambique ainda não o ratificou, estando em curso estudos de avaliação do seu impacto bem como a elaboração da estratégia nacional de implementação, que permitirão ao país tirar melhores vantagens a médio e longo prazos.

“A ratificação não é apenas uma decisão política. A estratégia nacional de implementação da Zona de Comércio Livre Continental Africana que o Governo vai adoptar deverá ter um plano de acção realista e faseado”, disse Ludovina Bernardo, falando há dias em Maputo.

Segundo ela, Moçambique pretende continuar a construir a sua geografia de desenvolvimento económico multilateral integrando cada vez mais a sua economia em África e no mundo, aproveitando as lições de outros processos de integração.

A governante assegurou que Moçambique pretende ser uma referência competitiva dos serviços de logística e infra-estruturas portuárias, corredores de desenvolvimento, turismo, industrialização, especialização e modernização tecnológicas.

“Pretendemos investir mais napesquisa aplicada, distribuição estratégica de energia, inclusão e participação das micro, pequenas e médias empresas (MPME), desenvolvimento da capacidade empreendedora de jovens e mulheres, bem assim a facilitação de comércio,como parte estruturante da melhoria do ambiente de negócios, entre outras áreas”, afirmou.

Apesar dos desafios, segundo a vice-ministra, a ZCLCAafigura-se importante e traz inúmeras oportunidades para Moçambique, em particular no que diz respeito à competitividade existente nos sectores prioritáriose ao incremento de receitas e à competitividade diferenciada do sector privado nacional.

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

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