Umacentral termoeléctrica a gás, com capacidade para gerar 2000 megawatts de energia, poderá a ser instalada, a partir deste ano, no Parque Industrial de Beluluane, na província de Maputo.

O “notícias” apurou que um projecto detalhado já foi submetido ao Governo para a sua análise e aprovação.

O projecto está avaliado em cerca de 700 milhões de dólares norte-americanos e pertence a investidores nacionais e estrangeiros que, com o empreendimento, pretendem produzir energia eléctrica para, numa primeira fase, abastecer a África do Sul e outros mercados da região Austral de África.

Lourenço Sambo, director-geral da Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), disse que os proponentes do projecto também pretendem abastecer a energia à fundição de alumínio Mozal.

Numa fase posterior, quando o projecto da espinha dorsal (ligando o Sul e Norte do país) estiver concluído, a central poderá contribuir para o fornecimento de corrente a outras partes de Moçambique.

Lourenço Sambo fez saber que a construção da Central Termoeléctrica de Beluluane poderá durar cerca de quatro anos.

Na primeira fase de operação, a mesma poderá consumir gás natural importado, mas quando os projectos de LNG da bacia do Rovuma estiverem aptos passará a funcionar com base no recurso nacional.

Sambo afirmou que a construção desta central faz parte de um programa de preparação de Moçambique para fazer uso de parte do gás natural que lhe é destinado no quadro da implementação dos projectos da bacia do Rovuma, em Cabo Delgado.

“Significa que quando os projectos do Rovuma entrarem em operação, o país terá uma infra-estrutura preparada para transformar o gás e gerar divisas através da exportação de energia limpa para o mercado regional”, enfatizou Sambo.

Precisou que a iniciativa, bastante ambiciosa, pertence a empresas estabelecidas no país e que produzem energia a partir do gás natural de Pande e Temane, nomeadamente a Gigawatt, Agreko, CTRG, Livaningo, Electricidade de Moçambique e outros investidores estrangeiros.

Lourenço Sambo justificou o recurso ao gás importado, numa primeira fase, com o facto de o gerado a partir de Pande e Temane estar completamente tomado pelos projectos já em funcionamento, não podendo mais responder às necessidades de uma Central Termoeléctrica de 2000 megawatts.

Importa referir que a futura central termoeléctrica terá capacidade de gerar energia na mesma dimensão que a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), que actualmente pode produzir no máximo até 2075 megawatts.

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