Os diversos sectores que integram o Ministério da Economia e Finanças e entidades tuteladas devem melhorar a coordenação entre si, de modo a garantir qualidade no serviço prestado ao público.

O apelo é do Presidente da República, Filipe Nyusi, que ontem inaugurou, na cidade de Maputo, o edifício onde passará a funcionar a maioria das unidades orgânicas deste Ministério.

Na ocasião, Nyusi mostrou-se inconformado com o ambiente de descoordenação inter-sectorial no Ministério da Economia e Finanças.

“O ambiente de coordenação no ministério não está muito bem. Há muita gente que pensa que é autónoma. Quando há desfasamentos, significa que a orquestra está a tocar mal, o que acaba criando ruído para o povo”, alertou o Presidente.

Sobre o edifício ontem inaugurado, o Chefe do Estado considerou que o mesmo está à altura dos desafios que se colocam ao Ministério da Economia e Finanças.

Localizado na Avenida Julius Nyerere, o edifício é uma construção de raiz com um custo total de 4.7 mil milhões de meticais, valor a ser amortizado em regime de leasing junto do Banco Internacional de Moçambique (BIM), por um período de 20 anos.

A infra-estrutura compreende duas torres com 19 andares cada, com capacidade para albergar mais de 600 funcionários das várias unidades funcionais do Ministério da Economia e Finanças, para além de um espaço para o estacionamento com capacidade para 217 viaturas.

Apesar de reconhecer a importância do edifício para a eficiência dos serviços prestados ao público, o Presidente da República observou que o facto de os funcionários serem distribuidores de recursos do povo não significa que a prioridade na sua alocação tenha que ser o ministério em detrimento de outros sectores.

“Queremos que saibam que o grande beneficiário deste projecto é o próprio povo. Continuem a fazer o exercício que fez com a economia moçambicana se estabilizasse”, disse o Presidente, enaltecendo também o trabalho executado pelo ministério, nos últimos cinco anos, o que permitiu superar algumas dificuldades encontradas no processo de governação.

Entre os resultados reconhecidos pelo Chefe de Estado estão a correcção gradual do desequilíbrio entre a receita e a despesa, bem como o alargamento da base tributária o que permitiu diversificar as fontes de financiamento.

O Presidente apelou à contínua modernização dos sistemas de gestão financeira e do património, o que permite eliminar os desvios de fundos e a descoberta de práticas não recomendadas na gestão da coisa pública no país.

Também falou da coordenação na operacionalização da política macroeconómica e fiscal, o que contribuiu para o contínuo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), bem como o controlo da inflação.

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