Director: Lázaro Manhiça

O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse hoje, na vila da Massinga, província de Inhambane, que o impacto da implementação do Programa de Água para Vida (PRAVIDA), reflecte-se pela disponibilidade do precioso líquido nas comunidades.

O facto decorre, desde Outubro deste ano, mercê da expansão das infra-estruturas de provisão de água mais próxima das pessoas.

Falando ao princípio da tarde após a inauguração do sistema de abastecimento de água na Massinga, Nyusi reconheceu que ainda há crise de água em algumas regiões do país, nomeadamente, zona áridas e semi-áridas, facto que é agravado também pelas mudanças climáticas. Por isso, o Governo está a implementar projectos para minimizar essa crise, através da expansão de fontes diversificadas de abastecimento de água, referiu.

No seu discurso, o Chefe do Estado apelou aos residentes da vila da Massinga, da província de Inhambane e do país, para a necessidade racionalizar a utilização de água, porque segundo disse, muitos moçambicanos ainda enfrentam a falta de água.

Com efeito, no âmbito do PRAVIDA, Nyusi explicou que na província de Inhambane, estão na fase de conclusão a construção de mais dois sistemas, em Mabote e Pambara, no distrito de Vilankulo.

Decorre ainda a construção de reservatórios escavados de Tsenane, no distrito de Funhalouro, Jofane em Govuro, Mbenzane em Mabote, Machavela em Homoine, e Chicomo no distrito de Massinga, elucidou.

“E verdade que estamos a reduzir a falta de água, mas precisamos de respeitar a água, a água e muita cara. Vamos evitar ligações clandestinas, denunciar as fugas de água, bem como, deixar ou esquecer torneiras abertas, enquanto estivermos a lavar loiça ou regar jardins ou mesmo lavar viaturas”, disse Nyusi.

Explicou ainda que a crise de água, não se sente apenas na Massinga ou na província de Inhambane, e uma questão do país e da região. Lembrou que a crise verificou-se ano passado nas cidades de Maputo e Matola assim como na vila de Boane, onde foram minimizadas depois do pedido que Moçambique formulou ao Reino do eSwatini, no sentido de abrir as comportas para aumentar o caudal dos principiais rios que fornecem água.

O novo sistema inaugurado ontem na Massinga que custou ao estado moçambicano 60.604 milhões de meticais tem capacidade de produzir um caudal diário 840 metros cúbicos de água, nesta primeira fase, tem 686 novas ligações domiciliarias e destas poderão ser conectadas as 386 ligações que distribuíam água do antigo sistema, vai abranger 20.150 pessoas.

Antes da sua construção, o precioso líquido era distribuído naquela vila, por um sistema que tinha apenas 386 ligações com cerca de 70 metros cúbicos em 12 horas beneficiando a cerca de 1.840 habitantes.

 

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