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Director: Lazaro Manhiça

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O GOVERNO pretende criar uma especialidade e orientação estratégica para que, nos próximos dois anos, Moçambique possa voltar a produzir de forma estruturada óleo alimentar com recurso à matéria-prima nacional.

Para o efeito, o Conselho de Ministros acaba de aprovar o decreto que cria o Instituto de Algodão e Oleaginosas e extinguir o Instituto de Algodão de Moçambique.

O ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, explicou que o novo instituto tem a missão de estimular a produção de matéria-prima necessária para a indústria de óleos e avícola, em franco crescimento.

Falando recentemente na Zambézia, o ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural detalhou que o Instituto vai concentrar atenções na produção de soja, algodão e gergelim, o que poderá ter implicações na concentração de recursos.

“Não podemos ter recursos apenas concentrados para o algodão, mas sim um instituto que albergue todas as oleaginosas”, explicou Celso Correia, depois de visitar empreendimentos de encubação de pintos nos distritos de Guruè e Namacurra, na província da Zambézia.

O ministro, que trabalhou recentemente nos distritos de Guruè, Namacurra e Nicoadala, para monitorar a implementação do programa do Governo no sector que dirige, afirmou que a aposta do Ministério de Agricultura e Desenvolvimento Rural é incrementar a produção e produtividade das oleaginosas para a comercialização e produção do óleo alimentar e ração para a indústria avícola.

Segundo Celso Correia, os produtores poderão aumentar os rendimentos agrícolas através do incremento da produção e comercialização. A soja, segundo ainda o ministro, é uma matéria-prima de notável importância, uma vez que o país não pode continuar a alimentar os frangos e gado com o produto importado.

Para ele, esta vai ser uma oportunidade única para os três milhões de produtores nacionais do frango, porque, para além da ração, estarão criadas condições para produzir óleo alimentar e, neste momento, o país importa 150 milhões de dólares deste produto.

No distrito de Guruè, o ministro visitou uma fábrica de encubação de pintos. Trata-se de um empreendimento financiado pelo Fundo Catalítico e tem por objectivo produzir vinte mil pintos em um mês e meio, bem como vinte mil ovos diários. O empreendimento conta com onze pavilhões e as perspectivas apontam para cem pavilhões nos próximos tempos.

No distrito de Namacurra, o ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural visitou também alguns produtores agropecuários, a exemplo do empresário Gil Fonseca, que produz arroz e cria gado bovino.

O ministro visitou também as fábricas de processamento de arroz de Namacurra e Nicoadala. Esta unidade nunca funcionou em pleno desde a sua construção em 2011, devido à deficiente gestão, falta de matéria-prima e problemas elétricos.

Enquanto isto, a Orizícola de Nicoadala aguarda pela matéria-prima que está ainda em processo de colheita.

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

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