Director: Lázaro Manhiça

A II sessão ordinária da Assembleia da República (AR) abriu os seus trabalhos ontem com apelos para a conclusão do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) e para o fim da violência armada em Cabo Delgado e nas províncias de Manica e Sofala.

Na sua intervenção, a Presidente da AR, Esperança Bias, afirmou que o Parlamento felicita e encoraja o Presidente da República, Filipe Nyusi, a prosseguir o DDR, que abrangeu centenas de cidadãos, entre os quais 140 mulheres, demonstrando exemplo de promoção da unidade nacional, confiança recíproca e de grande humanismo.

Esperança Bias felicitou igualmente o líder da Renamo, Ossufo Momade, pelo seu contributo para o sucesso do processo de DDR em prol da paz efectiva e perene na sociedade moçambicana.

Afirmou que o Parlamento insta a auto-proclamada junta militar da Renamo a parar com as atrocidades perpetradas nas províncias de Manica e Sofala, causando a morte de concidadãos inocentes e a destruição de infra-estruturas públicas e privadas.

“Condenamos as acções terroristas que, sem dó e nem piedade, matam e promovem a desordem social em Cabo Delgado, contrários à nossa civilização, à convivência pacífica entre culturas, povos e à promoção do Estado de Direito Democrático”, afirmou.

Acrescentou que a Assembleia da República apela a todos os moçambicanos a manterem a vigilância redobrada e a denunciarem às autoridades qualquer acto de incitação à violência, desordem e à tentativa de denegrir a imagem do país.

Apesar das diferenças na expressão, os chefes das três bancadas parlamentares convergiram na necessidade de as FDS se empenharem para restabelecer a ordem e a segurança em todo o país, em prol da soberania nacional.

Sérgio Pantie, chefe da bancada da Frelimo, afirmou que a paz é condição fundamental para o desenvolvimento do país e constitui o compromisso dos moçambicanos para o bem-estar da presente e futuras gerações, daí a necessidade de acabar com a violência armada.

A bancadaparlamentar da Renamo, através do seu chefe, Viana Magalhães, condenou as acções de terror perpetradas por homens deMariano Nhongo, dissidente deste partido, na região Centro,e pelos terroristas no Norte da província de Cabo de Delgado.

Por sua vez, o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) defende que a violência armada no país deve acabar por via do diálogo, especificamente nas zonas Centro e Norte do país.

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

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