PHC

Director: Lázaro Manhiça

O TRIBUNAL Judicial da cidade da Beira condenou hoje (06) a 30 anos de prisão aos três assassinos de Inês Bota, cidadã portuguesa, que trabalhava e residia naquela urbe da província de Sofala.

Trata-se de Jonas Jacob Maita e Danilo Lampião um vez que o terceiro, Isaías João, encontra-se a monte e que foi condenado à revelia.

Semana passada, durante  o interrogatório dos réus sobre o crime cometido a 28 de dezembro de 2017, os réus confessaram ter praticado o crime por lhes ter sido prometido um valor monetário.

Para o efeito, raptaram a vítima, de seguida ataram as mãos e os pés, apoderaram-se de seus cartões bancários e viajaram cerca de 50 quilómetros, antes de a atirarem no leito do rio Púngue.

Mais detalhes nas próximas horas  

 

 

Comments

O MERCADO da Munhava-Central que conta com 118 bancas fixas vai funcionar em regime experimental como modelo na cidade da Beira, prestando múltiplos serviços de interesse público.

Segundo o autarca Albano Carige, serão instaladas actividades de micro-finanças, telefonia móvel, tratamento do Número Único de Identificação Tributária (NUIT), postos de saúde e segurança dos utentes, entre outras actividades.  

Carige fez estas revelações durante o acto de entrega solene daquele património municipal aos vendedores na quinta-feira, sublinhando que a Munhava era o "cartão de visita" daquela cidade.

Também vai ser adquirido um camião especialmente para a recolha de lixo nos mercados, mas sediado na Munhava, por ter maior número de habitantes relativamente aos restantes bairros daquela urbe.

Recorde-se que ainda na quinta-feira foram entregues os mercados da Massamba e Central na sequência do seuenquadramentona reconstrução pós-ciclone Idai, avaliadas, na globalidade, em 450 mil dólares norte-americanos financiados pela Holanda.

O projecto em alusão foi executado pela Global Alliance for Improved Nutrition (GAIN) e pretende garantir o manuseio de produtos frescos e bem conservados, observando as normas de sanidade.

O director-interino daquela instituição financeira, Gaspar Cuambe, anunciou ainda que o mercado da Munhava terá uma fábrica de gelo, sistema de digitalização das operações na gestão alimentar, uma iniciativa que, mais tarde, vai ser replicada aos mercados de Massamba e Central, este último situado no bairro de Chaimite.

Comments

OS líderes religiosos da cidade da Beira queixam-se de um alegado excesso de zelo na actuação da Polícia de República de Moçambique (PRM) durante a fiscalização das medidas de prevenção do vírus da pandemia do novo coronavírus.

O facto foi denunciado recentemente naquela cidade durante um encontro orientado pela secretária do Estado na província de Sofala, Stella Zeca, sobre a retomada dos cultos religiosos no país.

Conforme foi dito, nestas incursões a corporação chega a chicotear os líderes religiosos em pleno culto e perante crentes o que consideram uma flagrante violação dos Direitos Humanos.

Por outro lado, lamentaram terem sido frequentemente abordados pelos homens da Lei e ordem sem respeito.

Sobre  o assunto, o representante no Comando da PRM em Sofala, Fernando Ribeiro, agradeceu as denuncias e prometeu canalizar ao seu superior hierárquico para a tomada de decisão.

Em nome daquela corporação policial, o interveniente garantiu a mudança de actuação que considerou fora da Lei, pois a intervenção da PRM não deve ser excessiva, sobretudo nesta fase da pandemia do coronavírus.

Entretanto, Stella Zeca reiterou a necessidade dos líderes religiosos colaborarem com as equipas multissectoriais de fiscalização das medidas de prevenção de coronavírus, reconhecendo que a igreja ajuda na moralização da sociedade.

“Estamos a aprender todos os dias sobre o comportamento deste vírus, mas ninguém está contra as igrejas e gostaríamos de continuar a trabalhar em cordialidade”- referiu, condenando veementemente o excesso e violação dos Direitos Humanos pela parte da Polícia.

Numa primeira fase, referiu que vai orientar a polícia para o cumprimento das medidas sem excesso de zelo.

Em caso de reincidência, a governante orientou aos líderes religiosos no sentido de contactarem urgentemente à direcção provincial de Justiça e Trabalho para actuar contra os eventuais prevaricadores.

Comments

O FECALISMO a céu aberto voltou a ganhar espaço no bairro da Munhava-Matope, na cidade da Beira, um cenário agravado pela falta de sanitários públicos ou que deixaram de funcionar por estarem num estado acentuado de degradação.

Alguns moradores daquela área residencial interpelados pelo “Notícias” explicaram que as infra-estruturas foram danificadas por pessoas de má fé e por seu uso incorrecto.  

Judite João disse que a situação está a provocar um mau estar e a propiciar a eclosão de doenças como diarreias.

Enquanto, Santos Dança lamentou a inexistência de balneários públicos na zona para servir aos moradores que não tenham latrinas nas suas residências.

Dança avançou que, devido a falta de sanitários, os moradores dirigem-se às valas de drenagem e outros locais no espaço público, para satisfazer as suas necessidades biológicas, o que polui o meio ambiente e prejudica a saúde de todos.

Outra residente é Amélia Marcos, que começou por afirmar que a maioria das pessoas residentes naquele bairro não tem latrinas nas suas casas, por isso recorrem ao fecalismo a céu aberto.  

A fonte sublinhou que a situação agrava-se no tempo chuvoso em que as águas da chuva e das valas de drenagem misturam-se espalhando toda a sujidade pelo bairro enquanto outras entram nas casas mais baixas.

Entretanto, a nossa entrevistada pediu às autoridades competentes para a requalificação e reabilitação dos balneários públicos existentes naquela zona de forma a combater este mal.

Comments

O MINISTÉRIO Público pediu, esta terça-feira (27), ao Tribunal Provincial de Sofala, a aplicação da pena máxima para os homens responsáveis pelo assassinato de uma empresária portuguesa raptada na cidade da Beira, centro de Moçambique, em 2017. O caso está em julgamento desde ontem na cidade da Beira e a sentença do processo será conhecida no dia 6 de Maio. “Os arguidos são confessos e agiram de forma consciente. Sabiam que o seu comportamento é punível por lei, por isso que diante deste tribunal peço a condenação à pena máxima dos arguidos envolvidos no crime”, disse Eugénio Paulo da Graça, representante do MP, na primeira sessão do julgamento. Inês Bota, aos 28 anos, foi raptada na cidade da Beira por três homens em Dezembro de 2017 e o corpo foi localizado, posteriormente, nas margens do Rio Púngue, há cerca de 50 quilómetros do centro da cidade. O grupo, que inclui um preparador físico de Inês, terá amarrado as mãos da vítima, ainda em vida, atirando-a ao rio, após roubarem os seus cartões de crédito, segundo a acusação do MP. Na altura, as autoridades policiais detiveram três supostos autores do crime, que confessaram e alegaram que pretendiam roubar dinheiro da vítima, que era directora de uma empresa ligada ao ramo de construção civil. Um dos acusados em fuga, responde por Isaías Nicolau, encontra-se entre os 17 reclusos que em 2018 fugiram da Cadeia Central da Beira, estando a ser julgado à revelia. Esta terça-feira (27), em tribunal, os dois outros réus voltaram a confessar, responsabilizando, no entanto, o foragido da decisão de tirar a vida da cidadã portuguesa. “Foi ele quem tirou os atacadores dos seus sapatos, amarrou os braços e pés da vítima, tendo este puxado a vítima para fora do veículo”, afirmou o arguido Danilo Jorge, acrescentando que Isaías Nicolau estava armado e, antes de a atirar ao rio, terá tentado asfixiá-la. Além de Danilo Jorge e Isaías Nicolau, é também arguido Jonas Jaume, que também confessou o crime em tribunal. (Notícias/RM)

Comments

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

JORNAL DIGITAL


Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction