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Categoria: Beira
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REDUZIU drasticamente a receita arrecadada na taxa de exportação da castanha bruta no Porto da Beira entre primeiro trimestre deste ano e igual período transacto, devido baixa produção e queda do preço no mercado internacional.

Com efeito, foram exportadas nos primeiros três meses deste ano um total de 920 toneladas daquele produto de rendimento, tendo sido encaixados 11.830.702 meticais.

Enquanto isto, no igual período do ano passado, o mesmo recinto portuário atingiu a fasquia de 19.187.869,05 meticais das receitas consignadas na exportação daquela cultura, representando agora um decréscimo de 38,34 por cento.

A informação consta num balanço trimestral recentemente apresentado naquela cidade durante a 9ª sessão ordinária do Conselho dos Serviços de Representação do Estado em Sofala.

O porta-voz do encontro, Octávio Chicoco, indicou que, no primeiro trimestre deste ano, 8.687 produtores da castanha de caju em Sofala tiveram um encaixe financeiro no valor de 175.286.773 meticais, resultante de comercialização daquele produto.

Assim, a venda da castanha é descrita como uma das componentes fundamentais da cadeia de valor e permite avaliar o resultado do esforço empreendido por todos os actores durante o processo produtivo.

No geral, a província de Sofala conta com um universo de 1.8 milhões de cajueiros, sendo sexto maior efectivo de plantação de caju a nível nacional depois de Nampula, Inhambane, Cabo Delgado, Zambézia e Gaza.

O programa de produção, distribuição e plantio de mudas de cajueiros tem como objectivo intensificar a expansão do parque cajuícola, com vista a incrementar a produtividade de castanha e do pedúnculo do caju.