Director: Lázaro Manhiça

A SECRETÁRIA de Estado em Sofala, Stella Zeca, denunciou ontem a existência, na Beira, de profissionais da Saúde que realizam atendimentos ao domicílio de pacientes infectados com o novo coronavírus.

Segundo a governante, estes profissionais são capacitados e têm equipamento necessário para assistirem este grupo de pessoas que nunca chega a ir a uma unidade sanitária.

A denúncia foi apresentada pela dirigente durante uma visita de trabalho ao posto de vacinação do Clube de Golfe, no quadro da monitoria da campanha de imunização aos funcionários do sector privado.

De acordo com Stella Zeca, trata-se de pessoas positivas que permanecem nas suas residências por receio de se dirigirem às unidades sanitárias para o devido seguimento da doença ou por disporem de condições para serem atendidas em casa.

“As pessoas devem saber que tudo depende do momento em que procuram o atendimento nas unidades sanitárias apropriadas. Cada um deve estar consciencializado de que quando infectado necessita de um aconselhamento e seguimento médico para evitar o agravamento da doença, que nalguns casos culmina em morte fora dos hospitais”, afirmou.

A dirigente referiu que o sector da Saúde constatou nos últimos dias que estas pessoas apenas procuram as unidades hospitalares quando já estão em estado crítico, o que podia ser minimizado ou evitado pelos especialistas antes de agravar-se.

“Ninguém deve ter vergonha quando for infectado, pois qualquer um pode apanhar a Covid-19, mesmo que tenha seguido todas as medidas de prevenção”, sublinhou.

Num outro desenvolvimento, Stella Zeca mostrou-se satisfeita com os resultados alcançados no processo de vacinação aos diferentes grupos já abrangidos e considerados prioritários pelo sector da Saúde.

Fazendo uma avaliação, indicou que o processo se situa a 90 por cento nesta região do país, o que significa aceitação e confirmação da eficácia da mesma.

A dirigente apontou ainda que das conversas que teve com alguns cidadãos completamente vacinados estes afirmaram ter passado por alguns efeitos secundários, como dor no braço, tontura, febres, entre outros, mas que não ultrapassaram dois dias.

 

Entretanto, lamentou a morte de funcionários públicos, nomeadamente profissionais de saúde e um agente da Polícia da República de Moçambique, que tiveram a oportunidade de vacinar.

Encorajou a todas as pessoas abrangidas pelo plano de vacinação a aderirem para evitar formas graves desta doença. (X)

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Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Cezerilo Matuce

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