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Categoria: Capital
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A CONFEDERAÇÃO das Associações Económicas de Moçambique (CTA) apela às instituições de justiça a envidarem esforços para o rápido esclarecimento do atentado contra o presidente da agremiação, Agostinho Vuma.

Quero em nome da mesa da assembleia-geral e dos órgãos sociais da CTA lançar um vigoroso apelo para que às autoridades de administração da justiça, principalmente o SERNIC [Serviço Nacional de Investigação Criminal] e o Ministério Público, para que empreguem todos os seus recursos para o rápido esclarecimento do caso, disse o Presidente da Mesa da Assembleia Geral da CTA, Rui Monteiro.

Falando ontem, em Maputo, em conferência de imprensa, Monteiro condenou o atentado, afirmando que perseguições a empresários condicionam negativamente o ambiente de negócios.
“Como CTA condenamos toda e qualquer forma de uso da violência sobre os cidadãos e consideramos o atentado à vida do nosso Presidente uma acção desumana, repugnante e contrária aos princípios de convivência social pacífica que caracteriza a nossa sociedade”, disse.

Explicou que após o incidente, a CTA reuniu-se para avaliar os desafios que o atentado contra Vuma coloca para a continuidade do funcionamento normal da organização. E, para o efeito, a presidência será temporariamente assumida pelo vice-presidente da confederação, Álvaro Massinga.

Enquanto dura o período de recuperação de Vuma, Massinga vai assegurar a manutenção e realização das acções previstas no plano estratégico da CTA, bem como o plano de emergência e as acções no âmbito da implementação das medidas administrativas no contexto da Covid-19.

Massinga será coadjuvado por outros vice-presidentes. “A CTA é um movimento associativo de gestão colegial e, por isso, o senhor Álvaro Massinga será coadjuvado nesta função por outros vice-presidentes, nomeadamente, Castigo Nhamane, Daniel Dima, e Kabir Ibrahimo.

Agostinho Vuma foi atingido por duas balas sábado último quando saia do seu escritório, em Maputo.