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Director: Lázaro Manhiça

O PRESIDENTE do Conselho Municipal da Cidade da Beira, Albano Carige, condenou domingo o assassinato de pessoas com problemas de pigmentação da pele para fins obscuros.

Falando em torno do dia internacional de consciencialização pela defesa da pessoa com albinismo, Carige defendeu que “vamos continuar a lutar contra a discriminação porque as pessoas albinas devem ter mesmas oportunidades que as outras. Há mitos que fazem alguns cidadãos tirarem a vida destas pessoas, na perspectiva de serem ricos. Ariqueza não virá destes actos bárbaros, mas do trabalho”, argumentou.

O autarca pediu à sociedade para denunciar as acções criminosas contra as pessoas albinas.

O delegado provincial da Associação Defendendo os Nossos Direitos (ADODS), Orlando Machambissa, disse que as pessoas com albinismo não são fontes de riqueza e não têm algo especial no seu organismo.

Considerou ser triste e lamentável viver o estigma de discriminação por causa de condição genética.

“É inaceitável encontrar cidadãos que não reconhecem a dignidade humana da pessoa com albinismo”, lamentou.

Machambissa recomendou às pessoas com albinismo a continuarem a estudar, trabalhar e a contribuírem para o bem da sociedade.

Por seu turno, o director nacional da “Light For The World”, Zacarias Zicai, afirmou que as pessoas com albinismo são normais como as outras.

“Infelizmente, na sociedade pairam muitos mitos sobre o enriquecimento fácil à custa deste grupo de pessoas”, lamentou.

O dia internacional de consciencialização pela defesa da pessoa com albinismo foi assinalado sob o lema "Força em Tudo".

Na ocasião, foram entregues 100 pacotes de máscaras e igual número de protectores solares para as pessoas com albinismo.

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REDUZIU drasticamente a receita arrecadada na taxa de exportação da castanha bruta no Porto da Beira entre primeiro trimestre deste ano e igual período transacto, devido baixa produção e queda do preço no mercado internacional.

Com efeito, foram exportadas nos primeiros três meses deste ano um total de 920 toneladas daquele produto de rendimento, tendo sido encaixados 11.830.702 meticais.

Enquanto isto, no igual período do ano passado, o mesmo recinto portuário atingiu a fasquia de 19.187.869,05 meticais das receitas consignadas na exportação daquela cultura, representando agora um decréscimo de 38,34 por cento.

A informação consta num balanço trimestral recentemente apresentado naquela cidade durante a 9ª sessão ordinária do Conselho dos Serviços de Representação do Estado em Sofala.

O porta-voz do encontro, Octávio Chicoco, indicou que, no primeiro trimestre deste ano, 8.687 produtores da castanha de caju em Sofala tiveram um encaixe financeiro no valor de 175.286.773 meticais, resultante de comercialização daquele produto.

Assim, a venda da castanha é descrita como uma das componentes fundamentais da cadeia de valor e permite avaliar o resultado do esforço empreendido por todos os actores durante o processo produtivo.

No geral, a província de Sofala conta com um universo de 1.8 milhões de cajueiros, sendo sexto maior efectivo de plantação de caju a nível nacional depois de Nampula, Inhambane, Cabo Delgado, Zambézia e Gaza.

O programa de produção, distribuição e plantio de mudas de cajueiros tem como objectivo intensificar a expansão do parque cajuícola, com vista a incrementar a produtividade de castanha e do pedúnculo do caju. 

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SEIS indivíduos estão detidos na 1ª e 2ª esquadras da Polícia da República de Moçambique (PRM) na Beira, indiciados na prática do crime de roubo, homicídio e violação sexual.

O porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) em Sofala, Alfeu Sitoe, caracterizou ontem que o grupo é considerado perigoso e já perpetrou cerca de 15 assaltos nas bombas de combustível, mercearias e residências, tendo, consequentemente, matado oito indivíduos, dos quais um português e sete nacionais.

Segundo ele, num dos assaltos o bando tirou a vida de um cidadão de nacionalidade portuguesa e quatro nacionais que exerciam actividades de guardas, incluindo roubo de 40 mil meticais.

Já na incursão numa bomba roubaram 30 mil meticais e apoderaram-se na loja de 70 telemóveis, cujos assaltos se multiplicaram numa mercearia no Bairro da Manga, onde saquearam produtos alimentares e mataram um guarda, assaltaram igualmente uma bomba de combustível no Macurungo e retiraram 28 mil meticais.

Trata-se de F. Simbe, de 34 anos de idade, C. Saíde, 32, A. Fernando, 38, A. Guiliche, 37, D. Tomás, 21 anos, e S. Cambura, de 30, detidos desde esta quarta-feira na posse de uma arma de fogo e machados, tendo sido recuperados alguns bens.

Para além daqueles detidos, outros suspeitos em assaltos a residência em Inhamizua estão a monte, onde roubaram computadores, telemóveis, dinheiro e outros bens e mataram um vigilante.

Outro caso idêntico aconteceu na zona do Estoril, donde retiraram pertences alheios e violaram sexualmente uma menor de 16 anos de idade.

"Assaltaram uma residência de chineses no Bairro da Munhava, onde roubaram 400 mil meticais e tiraram a vida de um guarda, entre outros casos em menos de um ano, totalizando 15", enfatizou a nossa fonte.

Referiu ainda que A. Guiliche é antigo membro da PRM que desempenha funções de chefe da quadrilha, e se encontrava em liberdade provisória aguardando julgamento, marcado para próxima quinta-feira, acusado pelo mesmo tipo de crime.         

O Serviço Nacional de Investigação Criminal garante que diligências ainda decorrem com vista à neutralização de todos envolvidos neste tipo de casos para sua responsabilização.

Por sua vez, Omar Abdul, uma das vítimas, reconheceu dois dos seis suspeitos e contou que no dia do assalto à sua residência sofreu golpe com um machado que lhe atingiu na cabeça, tendo sido retirados alguns bens e mataram um segurança.

Desejou que os indiciados fossem condenados à pena máxima, porque, segundo ele, tais bandidos aterrorizavam a cidade da Beira.

Outra vítima é Moisés Manuel e confirmou que num fim-de-semana o grupo em causa assaltou a sua mercearia, amarrou o guarda, tendo culminado com a sua morte.

Por seu turno, Aissa Hassan reconheceu igualmente dois indivíduos e contou que no dia 27 de Abril aterrorizaram a sua residência, maltratando a sua família e saqueand vários bens.

A. Guiliche, considerado pelos seus comparsas o chefe da quadrilha, nega aquele cargo e lança culpas para C. Saíde, como tendo tirado a vida das pessoas e de usar a arma.

Saíde confessou que está metido na violação sexual e não sabe mexer em armas de fogo, mas aponta ter presenciado a morte de três vítimas.

Segundo ele, o grupo não acaba por aí. Existem outros a monte que também tiravam vidas de pessoas indefesas, na Beira.

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O REORDENAMENTO do espaço físico recentemente lançado pelas autoridades do município da cidade da Beira,no âmbito da mitigação do impacto das mudanças climáticas,está a provocar algum desconforto entre os afectados.

A situação é mais preocupante na área de expansão dos bairrosperiféricos daChôta e Macurungo,onde as famílias que ergueram as suas casas ao longo do traçado de uma vala de drenagem estão a receber avisos para num prazo de 30 dias,abandonarem o local,sob risco de verem as suas residências a serem demolidas pelo Município.

Trata-se de aproximadamente 100 casasque supostamente estariam a impedir os movimentos da escavadora mobilizada para a reabertura das valas de drenagem naquelas zonas residenciais.

A liderança comunitária local avançou, entretanto, que o processo poderá abrangercerca de 300 habitações,construídas “ilegalmente”na faixa das valas de drenagem na Chôta e Macurungo. Leia mais

 

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O CONSELHO Municipal da Cidade da Beira poderá retirar compulsivamente os vendedores que exercem actividades nas bermas das ruas e estradas da urbe, encorajando-os a ocuparem locais mais adequados de alguns mercados da cidade.

A posição foi tornada pública pelo vereador para a área de Indústria, Comércio, Mercados e Feiras da edilidade, Albino Mussendo, justificando que a permanência desses vendedores nas vias públicas cria desordem, atenta à integridade e postura municipal e periga a sua própria vida.

“A venda destes produtos nas bermas e passeios constituiu um perigo porque os próprios vendedores ficam sujeitos a vários riscos como a perda dos produtos e a acidentes de viação que podem originar ferimentos graves ou mesmo a morte”, alertou o vereador.

Mussendo avançou que tal situação se verifica nas estradas principais e nos semáforos onde vários vendedores, incluindo menores de idademetem-se no meio dos carros embusca de clientes,correndo o risco de serem atropelados. Leia mais

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CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

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