A AREIA dragada do canal de acesso ao Porto da Beira já pode ser repassada para aterros e obras de construção civil, desde que a autarquiaou outra entidade interessada comparticipe nos custos que esta operação pode implicar. Leia mais

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UMA média diária de 200 pessoas que perderam os seus Bilhetes de Identidade, na sequência da passagem do ciclone Idai, na cidade da Beira, têm estado nos últimos dias a solicitar a emissão daquele documento junto dos Serviços de Identificação Civil (DIC) nesta região do país.

Segundo o porta-voz da instituição, Miguel Navaia, neste momento há uma brigada que se desloca diariamente   aos bairros de Inhamizua e Muavi, onde, em média, atende 40 pessoas que pretendem emitir  documentos de identificação danificados ou perdidos durante a passagem do ciclone Idai.

″Há muita afluência de pessoas nos postos de atendimento para pedirem os seus Bilhetes de Identidade e estamos a redobrar esforços com vista a satisfazermos os nossos concidadãos”, assegurou Navaia.

No entanto, queixou-se de algumas dificuldades enfrentadas no exercício da sua actividade, pelo facto de a sua instituição ter perdido grande parte do seu material de trabalho, entre computadores e alguns arquivos, que não escapou da tempestade.

“Ficamos três meses sem trabalhar, após o ciclone. Agora estamos a funcionar nas novas instalações oficializadas, há dias, e há muita coisa que precisa compor”, afirmou.

Eliseu Bento

 

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A Assembleia Municipal da Beira, reunida na sua sessão ordinária, aprovou o seu plano  integrado de gestão de resíduos sólidos, que prevê, entre outros assuntos, o agravamento da taxa de lixo em mais cem por cento, segundo noticiou a Rádio Moçambique.

Os munícipes passarão, desta forma, a pagar 50 meticais, contra os actuais 25.

O documento, aprovado na passada quinta-feira, que prevê ainda a introdução de contentores de lixo de fácil manuseamento, aquisição  de mais  camiões de recolha de lixo e definição de novas rotas, foi aprovado com os votos favoráveis das bancadas do MDM e da Renamo.  A Frelimo votou contra, por alegada falta de coerência.

 As bancadas do MDM e da Renamo consideram que o plano de gestão integrado de gestão de resíduos sólidos vai trazer melhorias na vida dos munícipes.

 

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JÚLIA FERRÃO

A chefe do Departamento de Atendimento à Família e Menores Vítimas de Violência em Sofala, Odete Ibraim, motivada pela sua própria história de vida e suas funções, decidiu há anos ser madrinha de,pelo menos,cinco crianças abandonadas pelos pais e/ou encarregados de educação por diferentes razões. LEIA MAIS

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Retomou há dias a acção de captura de cães vadios na cidade da Beira, após uma interrupção na sequência do ciclone tropical Idai, que assolou a capital provincial de Sofala em Março último.

Segundo o director do Departamento de Gestão Urbana do Conselho Autárquico da Beira, Manuel Joaquim, o processo tem sido levado a cabo em locais previamente identificados e nos quais pululam cães, nomeadamente nas zonas da Munhava e Matacuane.

Joaquim revelou que nestes locais já foi possível capturar mais de 25 cães vadios e não houve qualquer reclamação de eventuais proprietários.

“Durante o fim-de-semana vamos trabalhar nas zonas do Macurungo e Ponta-Gêa porque achamos que são outros locais nos quais circulam muitos cães vadios”, prometeu.    

Referiu que os cães vadios escalam com assiduidade as zonas que contam com locais de restauração à busca de restos de comida.

O responsável alertou, entretanto, a todos os munícipes que tiveram cães para legalizarem a sua documentação e não se esquecerem de vaciná-los.

Elogiou alguns donos de cães que entregam os seus animais para o abate, quando se  apercebem da sua mudança de comportamento, mas lamentou a atitude de muitos outros que só denunciam a existência de cães não vacinados ou que se tornam perigosos já numa situação de aflição.

Entretanto, o interlocutor contou à Reportagem do “Notícias” que o Município do Dondo solicitou os seus serviços, o que resultou na captura de 38 cães vadios nesta urbe.

A campanha de captura de cães iniciou em Fevereiro do ano em curso, mas foi interrompida, conforme atrás referimos, devido ao ciclone.

Segundo Manuel Joaquim, nessa altura pelo menos 127 cães vadios haviam sido capturados num mês.

Agradeceu aos parceiros que têm apoiado na captura de cães vadios. Uma dessas empresas é a “SOS animais Moçambique”, que tem vindo a capacitar funcionários do Município na área de captura destes animais.

“Temos outros parceiros, como o Governo, através da Direcção Provincial de Agricultura e Segurança Alimentar, que nos forneceu materiais para esta actividade”, reconheceu.

Apelou ainda aos munícipes para evitarem criar cães enquanto não tiverem condições para o fazer, pois isso representa um risco se o animal não estiver vacinado. 

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