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Director: Júlio Manjate

MAIS dois túneis de desinfecção entraram ontem em funcionamento na cidade da Beira, como medida de prevenção do novo coronavírus.

Um dos túneis foi instalado no edifício do governo provincial e outro no terminal dos transportes de passageiros de Maquinino, devendo servir para a desinfecção de funcionários públicos e cidadãos que passarem pelo local.

O Governador da província de Sofala, Lourenço Bulha, explicou que antes da montagem do novo túnel foi realizado um estudo e constatou-se que deveria ser instalado naquele local porque,  diariamente,  movimentam-se por ali cerca de  duas mil pessoas, recordando à população para que siga as medidas impostas pelo decreto presidencial, porque a prevenção é a melhor maneira de combater o novo coronavírus.

Por sua vez, o presidente do Conselho Autárquico da Beira (CMB), Daviz Simango, intervindo na cerimónia de entrega do túnel no terminal dos transportes de passageiros de Maquinino, disse que a escolha do local deve-se ao facto de ser um ponto com grande aglomeração de pessoas.

Simango agradeceu à Ferragem Chiveve e à Mozaprint pela contribuição para a aquisição do novo túnel de desinfecção, recordando que muitos empresários têm vindo a apoiar no combate da Covid-19 em várias vertentes.

Entretanto, o representante da empresa Ferrox, Imirane Mohamed, que apoiou na aquisição daquelas infra-estrutura, no âmbito da sua responsabilidade social, começou por dizer que a sua instituição segue os apelos que o Governo tem feito para o combate da Covid-19 e convidou outros empresários a juntarem-se a esta causa que não é somente do Governo, mas de todos.              

A cidade da Beira passa assim a contar com seis túneis de desinfecção, dois no Hospital Central da Beira, um no Centro de Saúde da Ponta-Gêa, outro na Praça do Município e os dois últimos, como anteriormente referido, no terminal dos transportes de passageiros no bairro do Maquinino e no edifício do Governo.

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A SEGUNDA fase das obras de reabilitação e reconstrução do Hospital Central da Beira (HCB), já se encontra na sua fase final com os acabamentos e pintura de alguns edifícios nele contemplados. O director-geral daquela unidade sanitária, Nelson Mucopo, disse que as obras em alusão abrangem o centro ortopédico, berçário, direcção-geral, bloco administrativo e a correcção de infiltração das águas pluviais no edifício principal, e estão  orçadas em 455.714 euros,  tendo sido adjudicadas à construtora TCO, através da Constrol. Leia mais

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PELO menos 11 motoristas e um cobrador do transporte semi-colectivo de passageiros, vulgo “chapa”, foram detidos, terça-feira, na cidade da Beira, por desobediência ao decreto presidencial sobre o estado de emergência, no âmbito da prevenção contra a Covid-19, que institui,  entre outras imposições, a obrigatoriedade do uso de máscaras e controlo de lotação. Leia mais

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Dez indivíduos que se identificaram como sendo de nacionalidade paquistanesa, foram resgatados esta quinta-feira, do alto mar para o Porto da Beira, depois de a embarcação em que seguiam ter permanecido, segundo contou o respectivo capitão, cerca de dois meses à deriva devido a problemas mecânicos associados à falta de comunicação.

Contou ainda que o barco saiu da cidade paquistanesa de Baluchistão a 21 de Fevereiro último, com a missão de resgatar uma outra embarcação da mesma firma, que também se encontrava à deriva e havia três semanas.

Entretanto, o Administrador Marítimo de Sofala, António Vilanculos, disse a jornalistas que a situação da tripulação será tratada conforme mandam as normas marítimas internacionais.

Explicou que aquando da sua chegada, por voltas das 19 horas de quinta-feira (30), a primeira preocupação foi tratar do rastreio da Covid-19 e saber se tinham água e alimentos.

“Eles estavam com a temperatura normal. Outras informações poderemos fornecer depois de a equipa multisectorial terminar as investigações sobre as actividades em que estão envolvidos, de que nacionalidade são e de onde é que vêm. Faremos tudo para cumprir os regulamentos internacionais”, assegurou.

O barco foi rebocado até ao cais Manarte, junto ao porto da Pescas da Beira. Segundo constatámos no terreno, no interior havia redes de malhas grossas e finas. Os tanques de água estavam vazios e o motor obsoleto encontrava-se aberto e com sinais de tentativas de reparação.

Para garantir a segurança estavam naquele local membros das Forças de Defesa e Segurança de quase todas as especialidades. Enquanto os membros da tripulação eram ouvidos, investigadores do SERNIC efectuavam buscas no interior da embarcação.

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Duas empresas sediadas na cidade de Nampula encerraram as suas portas e outras duas de Nacala-Porto ameaçam rescindir contratos com seus trabalhadores devido à crise gerada pelo novo coronavírus.

O secretário executivo provincial da Organização dos Trabalhadores de Moçambique-Central Sindical (OTM-Central Sindical) de Nampula, Celestino Silvério, que deu a informação sem avançar detalhes, anunciou hoje que a empresa FDC, de venda de vidros e alumínio, na cidade de Nampula, encerrou as portas e dispensou os trabalhadores, mas salvaguardando o pagamento dos seus salários.

Em Nacala-Porto, a empresa Farinal ameaça rescindir contratos com os seus trabalhadores, o que está a constituir preocupação para a OTM.

O dirigente sindical falava hoje na Praça dos Heróis Moçambicanos, na cidade de Nampula, momentos após depor uma coroa de flores pela passagem do Dia Internacional dos Trabalhadores, efeméride que este ano se celebra sob o lema “Sindicatos juntos na luta pelo bem-estar social, paz e progresso”.

Por conta da crise que se vive nestas empresas, a fonte assegurou que os sindicatos estão a desdobrar-se para se inteirar das reais motivações por detrás das dispensas e ameaças na rescisão de contratos com trabalhadores.

“Esta empresa que fechou e dispensou os trabalhadores efectuou o pagamento dos salários nos meses de Março e Abril, mas não sabemos o que vai acontecer daqui para frente”, disse Silvério.

Às empresas que declararem falência e suspenderem seus colaboradores, Silvério exortou a que sigam todas as normas para salvaguardar os direitos dos trabalhadores.

“Até porque a lei está bem clara. No primeiro mês a empresa paga 75 por cento, no segundo 50 e no terceiro mês, se a situação prevalecer, a empresa deve pagar 25 por cento e, daí para diante, são outros procedimentos”, observou.

O secretário da OTM de Nampula exortou a massa laboral da província a celebrar a festa mantendo-se nas respectivas residências e observando todas as medidas prevenção impostas pelo estado de emergência em vigor no país, para a contenção da propagação da pandemia do novo coronavírus.

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