Director: Lázaro Manhiça

Dois cidadãos de nacionalidade zambiana que testaram positivo para a infecção do coronavírus, na província de Sofala, foram repatriados via província de Tete ao país de origem.

São motoristas que entraram ao país via Machipanda, província de Manica, com destino ao porto central da Beira, onde foram submetidos a testes da pandemia, tendo revelado positivo.
Segundo a directora dos Serviços Provinciais de Assuntos Sociais em Tete, o acto de repatriamento foi feito observando todas as medidas de segurança sanitária.
Entetanto, os motoristas transfronteiriços que cruzam os países da região da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) poderão ter que ser submetidos à testagem de despiste da Covid-19 tanto no país de origem, assim como no de destino.
Esta posição foi defendida sexta-feira pela ministra moçambicana dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, no decurso da video-conferência do Conselho de Ministros da SADC, que reuniu os titulares do pelouro dos Negócios Estrangeiros para debater o impacto socioeconómico da pandemia e suas implicações para a região, gestão de desastres naturais e a situação financeira da organização.
Falando à imprensa depois do encontro, a chefe da diplomacia moçambicana disse que as discussões abarcaram duas vertentes, designadamente, a económica e social, porque as pessoas precisam de se alimentar, mas também olhando para a questão prevenção e combate ao novo coronavírus.
Foram colocadas várias alternativas sobre a questão dos motoristas de camiões de mercadorias, uma das quais é que eles deveriam levar consigo um atestado que comprova que foram testados e que não são positivos. Mas quando entram noutro país, também devem fazer a testagem”, informou.

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PESCADORES que operam na zona costeira da Praia Nova, na cidade da Beira, estão a optar pela secagem dos seus produtos, como forma de garantir a sua conservação num cenário de limitação de vendas devido à pandemia do novo coronavírus. Segundo apurou o “Notícias”,  a aposta pela secagem resulta da forte fiscalização que está a ser feita por agentes da Polícia da República de Moçambique e da Polícia Municipal, visando garantir o cumprimento das  medidas decretadas no âmbito dos estado de emergência em vigor no país. Leia mais

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ARRANCOU ontem o processo de  inscrição das 63.687  famílias vulneráveis residentes na cidade da Beira para beneficiar, por um período de seis meses, de um subsídio mensal de 1.500 meticais, no âmbito de prevenção e controlo da pandemia do novo coronavírus.

O facto foi tornado público, esta terça-feira (26), pela directora dos Assuntos Sociais em Sofala, Priscilla Filimone, durante a sessão semanal ordinária do Comité Operativo de Emergência em Saúde Pública, acrescentando que o processo de levantamento devera durar 30 dias.

Segundo a fonte, a ajuda, que será canalizada através do Instituto Nacional de Acção Social (INAS), tutelado pelo Ministério do Género, Criança e Acção Social, visa mitigar os efeitos nefastos do novo coronavírus no seio desta camada social, entre idosos desamparados, doentes crónicos, crianças chefes de famílias e mulheres grávidas sem renda, residentes nos 26 bairros da cidade da Beira.

Com vista a permitir maior flexibilidade no registo dos beneficiários, o delegado do INAS naquela urbe, Abdul Rakak, solicitou ajuda a estudantes e professores, uma vez que as actividades lectivas se encontram  interrompidas no país devido à pandemia do coronavírus.

(Horácio João)

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A MINISTRAdo Mar, Águas Interiores e Pescas, Augusta Maita, recomendou ontem,aos pescadores artesanais do Centro de Pesca da Praia Nova,na cidade da Beira, para identificarem formas alternativas e inovadoras de comercializar o  pescado neste período de restrições. Sugeriu, por exemplo, que os pescadores fizessem entregas dos seus produtos ao domicílio para os compradores assíduos, em vez de esperar potenciais clientes que vão ao seu encontro. Leia mais

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UM indivíduo espancou há dias a sua  esposa na cidade da Beira por esta ter exigido que ele se submetesse ao processo de rastreamento contra o coronavírus, depois de regressar de uma viagem.

A denúncia foi feita pela para-legal ao serviço da organização Mulher, Lei e Desenvolvimento (MULEIDE), Júlia Garrine.

Falando à margem de uma conferência de imprensa levada a cabo pela “Woman Law in Southern Africa” (WLSA) naquela parcela do país, a fonte contou-nos que a mulher, sabendo que o esposo acabava de regressar de uma viagem por alguns países com casos desta pandemia, exigiu que ele tomasse precauções, algo que foi visto pelo seu parceiro como uma afronta.

Perante esta situação, Júlia Garrine alertou para a necessidade de se proteger este grupo social porque, segundo suas palavras, neste tempo de confinamento há grandes  probabilidades de os casos de violência doméstica aumentarem.

Por sua vez, o representante da WLSA em Sofala, Rildo Rafael, revelou que a presença da Covid-19 fez com que se reestruture o projecto adequando suas mensagens para ajuda a mulher.

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