Director: Lázaro Manhiça

UMA menor morreu e outras duas pessoas são dadas como desaparecidas na sequência do naufrágio, segunda-feira, de uma embarcação de madeira com motor fora de bordo que circulava na via marítima no sentido vila do Búzi-Beira. O facto foi revelado ao nosso Jornal pelo chefe do posto administrativo de Nova Sofala, Vasco Fernando, acrescentando que a referida embarcação transportava 32 passageiros e carga diversa naufragando pela madrugada quando saia da zona de Buenhe. Leia mais

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A ESPOSA do empresário português Américo Sebastião, desaparecido há quatro anos em Sofala, afirmou hoje que as investigações pelas autoridades moçambicanas continuam a decorrer e pediu que estas sejam feitas “de forma célere e eficaz”.

“O que é preciso fazer é que as investigações em Moçambique sejam feitas de forma célere e eficaz. É isso que eu acho que é preciso fazer. Investigar realmente”, disse Salomé Sebastião à Lusa, no dia em que se assinalam quatro anos do desaparecimento de Américo Sebastião.

Américo Sebastião foi raptado numa estação de abastecimento de combustíveis na manhã de 29 de Julho de 2016, em Nhamapadza, distrito de Maringué, na província de Sofala, continuando desde então desaparecido.

Salomé Sebastião apontou que devido à pandemia da covid-19, e consequente suspensão dos voos, ficou impedida de vir a Moçambique, mas que mantém contacto com as autoridades.

“Eu mantenho-me em contacto com as autoridades, embora não tenha nenhuma informação nova”, disse a mulher de Américo Sebastião, que acrescentou: “Isso não quer dizer que as coisas não estejam a acontecer. De Moçambique, eu sei que as investigações estão em curso e mantenho-me em contacto com a Procuradoria-Geral da República moçambicana”.

Quatro anos depois do desaparecimento do marido, Salomé Sebastião afirmou que a família e os amigos do empresário têm tentado “sempre impulsionar tudo o que pode ser impulsionado” para encontrar o empresário desaparecido em 2016.

Numa nota enviada à comunicação social, a mulher de Américo Sebastião, seus filhos, mãe e restante família e amigos reiteram o pedido de ajuda “feito às mais diversas entidades públicas”.

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O CONSELHO Municipal da Beira está a investir 20 milhões de meticais para a reabilitação de estradas danificadas pelo ciclone “Idai”, na província de Sofala.

Os trabalhos contemplam, numa primeira fase, os bairros Palmeiras, Ponta Gêa, Chaimite e Matacuane, os mais fustigados pelo desastre natural.

O vereador para a Construção no Conselho Municipal da Beira, Albano Gariz, disse que, nessas zonas, o asfalto será substituído por pavês, dadas as condições dos solos. Cerca de cinco quilómetros de estradas já estão a ser intervencionados. (RM).

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A Sociedade Civil na Beira considera imprescindível o contributo dado pela antiga chefe do Departamento de Atendimento à Família e Menores Vítimas de Violência na PRM em Sofala, Odete Ibraimo, recentemente nomeada para exercer as mesmas funções no Comando Geral da corporação. Segundo o representante da organização comunitária Takaezana-ATK-Passo, Verniz Combe, havia muita violência nas famílias e na comunidade nesta cidade e a presença de Odete Ibraimo foi fulcral para a mudança de comportamento por parte de alguns cidadãos. Leia mais

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O COLECTIVO de juízes da quarta secção do Tribunal Judicial da cidade da Beira condenou, hoje, o proprietário e professor do Centro Islâmico para Estudos e Formação daquela urbe a 15 dias de prisão pela prática do crime de desobediência.

Na mesma ocasião, foram igualmente condenadas duas funcionárias da mesma instituição a sete dias de prisão, por desobediência ao estado de emergência, punido pelas disposições do decreto presidencial.

Segundo a sentença lida pela juíza Ana Muchacha, a pena de prisão aplicada aos réus é convertida em multas à taxa diária de 300 meticais.

O mesmo acórdão ressalva que não existem agravantes nem atenuantes à responsabilidade jurídico-penal dos réus às circunstâncias de bom comportamento anterior e espontânea confissão do crime.

Recorde-se que, na quarta-feira, a Polícia da República de Moçambique (PRM) surpreendeu um grupo de 37 raparigas concentradas naquele centro.

Segundo a juíza Ana Muchacha, ficou provado que se encontravam no local para realizarem testes e parte das quais são residentes do mesmo local.

“Ficou ainda provado que, à hora em que a polícia se fez ao centro, as raparigas não estavam a ter aulas, mas a preparar-se para fazer uma refeição”, acrescentou.

Por seu turno, o porta-voz da PRM, Dércio Chacate, revelou que as aulas estavam a ser leccionadas às escondidas neste centro há uma semana e da análise que a corporação fez não estava a ser observado o distanciamento social nem regras de higiene.

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