Director: Júlio Manjate

UMA cidadã de 49 anos de idade encontra-se sob custódia policial, desde a manhã de hoje, na 9ª. Esquadra, no bairro Tsalala, indiciada de agredir, gravemente, o marido.

A indiciada que responde pelo nome de A. Jossias Cumbane que usou a sua força para puxar os órgãos genitais do marido, apôs um desentendimento entre o casal.

A vítima, de 70 anos de idade, contraiu ferimentos graves, tendo sido socorrido para o Hospital Provincial da Matola onde recebe cuidados médicos.

A neutralização da cidadã foi possível mercê da denúncia da vítima. 

A polícia reportou, igualmente, a detenção de Domingos J. e M. Fulano, de 45 e 22 anos de idade respectivamente, na 2ª Esquadra, no bairro Matola 700, indiciados de venda de drogas.

Carmínia Leite, porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Maputo, indicou que os acusados foram neutralizados nas suas residências situadas nos bairros Mucupe e Matola “F”, respectivamente. 

Na sua posse a corporação apreendeu 2.741 gramas de cannabis sativa, vulgo suruma.

Acrescentou que a detenção dos mesmos ocorreu graças a operação de investigação feito pela polícia, no âmbito do combate das bocas de fumo a nível da província de Maputo.

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Os operadores de transporte semi-colectivo de passageiros de 15 lugares, das rotas Costa do Sol - Baixa e Costa do Sol - Zimpeto, paralisaram as suas actividades, na manhã de hoje, contestando  a orientação de transportar três pessoas por cada banco, ao invés de quatro, como prevenção da contaminação pela Covid-19.

Segundo os operadores, a lotação imposta prejudica as suas receitas, uma vez que não compensa os gastos diários com o combustível e a manutenção dos veículos.

Várias pessoas que dependem do semi-colectivo de passageiros para chegar aos seus postos de trabalho permaneceram longos períodos nas filas a espera de um consenso entre os transportadores e a Polícia Municipal de Maputo (PMM), que ordena o desembarque de passageiros a mais nas viaturas. A situação viria a acalmar mais tarde.

Arsénia Miambo, da PMM, disse que as autoridades não pretendem lesar os transportadores, mais garantir que os utentes do serviço não corram o risco de contágio pela Covid-19.

“Os operadores devem observar a lotação dos transportes como uma medida de segurança pública. Sabemos que os meios são escassos, mas devemos valorizar a saúde que os lucros”, apontou.

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Os principais supermercados da cidade da cidade de Maputo acabam de reduzir de um mês para uma semana o período de reposição de produtos alimentares e de higiene.

Esta medida visa responder à grande procura de produtos, em resultado da pandemia do novo coronavírus.

Trata-se dos supermercados Maputo Fresh Super Marketing, Terra Mar, Recheio Cash Cary, Maeva, Shoprite e Premier Super Spar que, na sexta-feira, receberam uma visita de uma equipa do Ministério da Indústria e Comércio, com o objectivo de fazer a monitoria da implementação das medidas tomadas pelo Governo para mitigar os efeitos do COVID-19.

Falando a jornalistas, o director da Indústria e Comércio da cidade de Maputo, Sidónio dos Santos disse que nos supermercados por si visitados “existe uma quantidade suficiente de produtos alimentares para os próximos três meses e que nalgumas lojas há reservas de bens para um período de cerca de seis meses.

 

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O Hospital Central de Maputo (HCM) iniciou ontem com a sua desinfecção com base em álcool e gel, no âmbito da prevenção da contaminaçao pelo Covid-19.

A actividade foi realizada por jovens voluntários, com o apoio da empresa LIN Limpezas.

Os voluntários limparam as áreas, onde há maior concentração de pessoas, como sala de espera para as consultas.

O director-geral da LIN Limpezas, Lineu Candeeiro, disse que a desinfecção do HCM, será feito em dias alternados, ao invés de duas vezes por dias, como recomenda a Organização Mundial da Saúde, devido a limitação de recursos.

Neste contexto, Candeeiro apelou a todas as entidades a apoiaram a causa, disponibilizando produtos de limpeza como álcool, gel, javel, luvas, máscaras para a continuidade do trabalho.

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O Conselho Municipal de Maputo (CMM) destruíu, ontem, alpendresdeconfecção de refeições, erguidas com baseem materialprecário como chapas e estacas, na Avenida Zedequias Manganhela, no âmbito da proibição da venda informal em locais inapropriados.

No local, os vendedores informais dedicavam-se, principalmente, à venda de refeições e bebidas para os utentes do Terminal Internacional de Passageiros da Baixa.

A preparação das refeições era feita no local, sem as mínimas condições de higiene, facto que colocava em risco a saúde pública, bem como violava com as posturas municipais.

A destruição dos alpendres foi feita no período noturno pelos agentes da Polícia Municipal, e logo pela manhã os vendedores informais recolheram chapas, fogões e estacas.

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