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Director: Lázaro Manhiça

O PRIMEIRO dia da administração da primeira dose da vacina contra Covid-19 do segundo grupo considerado prioritário da segunda fase de imunização foi marcado, ontem, na cidade de Maputo, por uma fraca afluência em alguns locais de vacinação. 

O “Notícias” visitou o Centro  de Saúde do Albazine, 1º de Maio e o Hospital Geral José Macamo e constatou que o processo decorria a meio gás.

Nesta segunda fase da imunização do segundo grupo contra a doença espera-se abranger 8.764 pessoas, devendo o processo terminar na sexta-feira.

Neste contexto, serão vacinados funcionários públicos das seguintes instituições: Banco de Moçambique, Inspecção Geral de Finanças, Instituto Nacional de Gestão Desastres (INGD), professores do ensino superior  eensino técnico profissional e educadores de infância com mais de 30 anos de idade.

Segundo Sheila Lobo, directora dos Serviços de Saúde na cidade de Maputo, nesta etapa está a ser administrada  a vacina VeroCell, produzida pela farmacêutica chinesa, Sinopharm.

A mesma é indicada para indivíduos acima de 18 anos, incluíndo idosos com mais de 65 anos. O imunizante  não é  recomendado para mulheres grávidas e pessoas com sintomas do novo coronavírus.

Lobo avançou que 25 equipas compostas por 75  técnicos foram constituídas para a administração da vacina nas unidades sanitárias, nos sete distritos municipais da capital. 

“A vacinação se torna completa após a administração de duas doses, com espaçamento de 21 a 28 dias entre a primeira e a segunda”, sublinhou.

Apelou aos abrangidos a aderirem ao processo, porque a vacina previne contra formas graves da doença e reduz o risco de morte.

O “Notícias” interpelou Angélica Jaime, de 53 anos, após receber a vacina no Hospital Geral José Macamo. Ela afirmou que com a imunização já se sente segura, sobretudo nesta altura em que se fala da eventual ocorrência da terceira vaga da Covid-19 no país.

No primeiro grupo de prioridades foram abrangidos estudantes finalistas de cursos de formação em saúde, doentes diabéticos, reclusos e funcionários prisionais.

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DUAS pessoas morreram em consequência de igual número de atropelamentos ocorridos durante o fim-de-semana  nas estradas da província de Maputo.

Um dos sinistros ocorreu na Estrada Nacional Número Dois (EN2), próximo à ponte sobre o Rio Matola, no distrito de Boane, envolvendo uma viatura de marca Toyota com a chapa de inscrição ADV 044 MP, que atropelou um cidadão  de 56 anos de idade, que se encontrava embriagado e estatelado na rodovia.

O outro acidente registou-se na EN4, no bairro do Tchumene, e ceifou a vida de um cidadão de 38 anos, que foi colhido por uma viatura quando tentava atravessar a estrada.

Segundo Carmínia Leite, porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique na província de Maputo, os corpos foram removidos para a morgue do Hospital Provincial da Matola (HPM).

No âmbito da fiscalização rodoviária, a corporação inspeccionou 2.892 viaturas, culminado com a aplicação de 364 multas por diversas irregularidades.

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A ECLOSÃO da Covid-19, no país, e em particular na cidade e província de Maputo propiciou o encerramento de diversos postos de trabalho, arrastando milhares de famílias para situação de vulnerabilidade, sobretudo as que dependiam de negócios informais para o seu sustento.

Para minimizar o drama, o Ministério do Género, Criança e Acção Social elaborou o plano de Apoio Social Directo Pós-Emergência (PASD-PE) às famílias necessitadas de todo o país, orçado em 240 milhões de dólares, o equivalente a 13.7 mil milhões de meticais, que está a ser implementado pelo Instituto Nacional de Acção Social (INAS) em colaboração com as equipas administrativas locais.

Entre os grupos prioritários para beneficiar do apoio, correspondente a nove mil meticais, pagos em duas prestações, destacam-se agregados familiares chefiados por pessoas idosas; com doenças crónicas e degenerativas; portadores de deficiência; crianças; mulheres grávidas sem fonte de renda e/ ou vivendo com seis ou mais dependentes.

Pelo menos cento e vinte oito mil famílias, na cidade e província de Maputo foram inscritas no programa, cujo processo de pagamento ainda está em curso. Leia mais

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O JORNALISTA e locutor reformado da Rádio Mocambique, Edmundo Galiza Matos, faleceu hoje em Maputo vítima de doença, segundo confirmou ao Notícias Online, fonte familiar. O finado encontrava se internado nos cuidados intensivos no HCM após ter sido hospitalizado semana passada. Galiza Matos é pai do administrador do distrito de Vilankulo, Edmundo Galiza Matos Júnior Comments

A COMUNIDADE de Mahanhane, no distrito de Boane, província de Maputo, enfrenta dificuldades para aceder aoposto de saúde local devido à degradação das vias.

A falta de uma estrada pavimentada ou terraplenada tem causado transtornos aos doentes que procuram cuidados médicos.

Segundo Silvestre Zeute, secretário do bairro, a preocupação já foi manifestada às autoridades administrativas e à empresa Bananalândia,que explora recursos locais, mas até ao momento nada foi feito.

Zeute explicou que a seguir à queda de chuva os doentes são levados à assistência médica ao colo, porque as estradas ficam alagadas e cheias de lama, dificultando a passagem de viaturas.

“É muito penoso o que as mulheres grávidas passam nesta comunidade, para chegarem à unidade sanitária”, disse.

Carlos Marcelino, responsável do posto de saúde de Mahanhane,disse que a degradação de vias de acesso compromete a assistência médica à população. Apontou que no caso de transferência de pacientes nos dias seguintes à queda de chuva, às vezes, recorre-se ao tractor para levar doentes  até à estrada onde termina a ambulância, devido à intransitabilidade da via.

“Imagina a situação de uma mulher com complicações de parto a ser transportada num tractor. Há maior probabilidade de agravar o problema e tornar nulo todo o esforço da equipa médica”, lamentou.

A degradação das vias provocada pela queda da chuva verifica-se em todos os bairros da autarquia.

Elisa Matola, residente no bairro Belo Horizonte,referiu que o município é lamacento, mas com um plano de  instalação de valas de drenagem e manutenção contínua sob gestão da autarquia os munícipes viveriam tranquilamente sem problemas com águas pluviais.

 Por seu turno, Jacinto Loureiro, presidente da autarquia de Boane,reconheceu o sofrimento que os munícipes passam devido à degradação das estradas e alagamento de residências.

A fonte informou que o município contratou uma empresa para executar obras de intervenção em 12 bairros, como 25 de Setembro, Gueguegue, Picoco, Umpala, Belo Horizonte, entre outros.

Garantiu que neste momento o empreiteiro está na fase de alocação do equipamento em diversos pontos para o  início das obras em breve.

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