Director: Júlio Manjate

Vendedores que desenvolvem as suas actividades nos passeios e em outros locais impróprios na baixa da cidade de Maputo deverão ocupar, com efeitos imediatos, as bancas, barracas e lojas existentes em vários mercados municipais.

O ultimato é do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, que está a trabalhar na reorganização da actividade para aliviar os passeios que há anos foram tomados pelos informais, obstruindo a circulação de pessoas e bens e violando as posturas camarárias.

Emídio Fabião, director de Mercados e Feiras, disse que a decisão de retirar os informais foi antecedida da remoção das bancas dos passeios e da via pública.

“Na verdade, os que ainda estão a vender nos passeios são renitentes, pois deviam já estar nos mercados municipais. Temos um total de 5089 bancas, barracas e lojas disponíveis em diversos mercados da capital, daí não haver necessidade de as pessoas continuarem a vender na via pública”, disse.

Em contacto com o “Notícias”, Emídio Fabião disse que se os informais continuarem a desenvolver as suas actividades nestes locais o Município vai agir de forma coerciva para forçá-los a abandonar o espaço público.

O dirigente recordou, por exemplo, que no Distrito Municipal KaMpfumu existem no Mercado 4 de Outubro 20 barracas e duas bancas. No Mercado Agostinho Neto há 10 barracas e oito bancas. Já na Feira de Artes, Gastronomia e Flores de Maputo (FEIMA) estão disponíveis duas barracas e igual número de bancas.

Acrescentou igualmente que no Hlamankulo estão à disposição 72 barracas e 807 bancas em mercados como Xipamanine, Malanga, Fajardo, Lhanguene, Vulcano e 7 de Abril. Já no KaMaxakeni existem outras 658 que aguardam pelos vendedores, sendo 117 barracas e 541 bancas  nos mercados Mazambanine, 1o de Maio, Chai, Mafalala, Maxaquene, 1o de Agosto e Peixe.

No Distrito KaMubukwana há também disponíveis 2003 espaços em mercados como George Dimitrov, Mbuzini e Matendene, só para citar alguns exemplos.

“Os vendedores informais podem escolher onde querem desenvolver as suas actividades”, disse.

Neste processo o Município conta com a colaboração de organizações da sociedade civil do distrito KaMpfumu.

Um dos grandes desafios, tal como referiu Emídio Fabião, é garantir a circulação de pessoas e bens, principalmente nas avenidas Zedequias Manganhela, Filipe Samuel Magaia e Samora Machel, 25 de Setembro, Karl Marx e Filipe Samuel Magaia.

Antes da retirada das bancas foi desencadeado um trabalho de sensibilização, tendo sido distribuídos panfletos apelativos para abandono voluntário dos passeios e guias para os informais se apresentarem nos mercados municipais. 

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

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