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Director: Júlio Manjate

Um total de 25 pacientes de diferentes faixas etárias, com fendas labiais, vai beneficiar de cirurgias de correcção de fendas lábio-palatinas na zona sul do país.

Segundo Vitória Atanásio, cirurgiã maxilo-facial do Hospital Central de Maputo (HCM), a campanha tem em vista corrigir as más formações congénitas decorrentes de anomalias e vai abranger crianças e adultos identificados durante os serviços de saúde materno-infantil, e não só.
“E só se aproximarem aos nossos serviços de cirurgia maxilo-facial do Hospital Central de Maputo e serão recebidos, preparados e operados. Para esta campanha não há limite de idade”, disse, segundo a AIM.

“Para as fendas de lábio, operamos a partir dos 4 meses de idade. Estas crianças estão connosco desde a nascença e vamos preparando-as para a cirurgia, pois é a idade convencionalmente aceite para serem submetidas à  cirurgia”, acrescentou.

A campanha decorre de 24 a 28 do mês em curso, tendo como objectivo a devolução da função e a estética dos pacientes com fendas lábio-alvéolo-palatinas, e conta apenas com o envolvimento de médicos moçambicanos, explicou a cirurgiã, falando à imprensa, ontem, em Maputo.

Segundo Vitória Atanásio, a criança nasce com esse defeito, que consiste numa abertura no lábio, no céu-da-boca ou no palato do alvéolo, podendo atingir grandes proporções, incluindo a face inteira, percorrendo os olhos, até uma abertura nos ossos do crânio e da cara.
“Um dos factores envolvidos é o hereditário, portanto, se um dos progenitores teve fenda, há probabilidade de uma ou duas crianças virem a ter fenda. E se o casal tiver uma criança com fenda, é provável que outro irmão tenha fenda”, explicou.

“A hereditariedade pode contribuir em 20 por cento e a outra parte está ligada a outros factores, como ambientais, químicos, má alimentação durante a gestação, consumo de álcool e drogas, medicamentos, diabetes”, acrescentou.

Por seu turno, Bento Manhique, director do Serviço de Cirurgia Maxilo-Facial, explicou que entre os 25 pacientes, um é de sexo masculino, de 17 anos, e outro de sexo feminino, de 32.

Para o primeiro dia, foram programadas cinco cirurgias para corrigir esta anomalia.

“Neste período, que se estende até sexta-feira, ainda estamos livres para incluir quatro a cinco pacientes de diferentes faixas etárias”, disse.

A nível de Moçambique existem muitos casos do género e, segundo estudos sobre a matéria,  600 crianças podem nascer num ano em todo o mundo padecendo desta enfermidade.

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