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O negócio floresceu da noite para o dia, mas hoje, os sanitários instalados ao longo da Avenida Guerra Popular, na cidade de Maputo, constituem um sério atentado à saúde pública. Para além de fonte de propagação do cheiro nauseabundo, há relatos de despejo de dejectos humanos no local ao fim da jornada, colocando em risco a saúde dos utentes e não só. Leia mais

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Catorze estabelecimentos comerciais foram interditos de funcionar, em Maputo, devido a diversas irregularidades, entres as quais a poluição sonora e o deficiente asseio e limpeza.

A interdição ocorreu durante a última quinzena, no âmbito das fiscalizações levadas a cabo pela Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE).

Segundo a porta-voz da INAE, Virgínia Muianga, das 14 lojas suspensas  destacam-se nove, entre serralharias e oficinas localizadas na cidade de Maputo.

“Recebemos denúncias de moradores dando conta da poluição sonora nalgumas serralharias e oficinas, facto que colocava em causa o seu repouso e segurança, uma vez que o uso das máquinas causava vibrações que deixavam as infra-estruturas estremecidas”, disse.

Enquanto isso, no período em análise a instituição visitou 944 estabelecimentos comerciais à escala nacional, tendo recolhido produtos fora de prazo num valor estimado em 24 mil meticais.

Por outro lado, a instituição desdobrou-se em apurar a veracidade da denúncia feita nas redes sociais, sobre a venda de enchidos de carne deteriorada numa das lojas da Shoprite da capital do país, facto que não foi confirmado.

“Contudo, recolhemos alguns enchidos para exames em laboratório, de modo a aferir até que ponto estes produtos estão em condições para consumo”, apontou a porta-voz, que fez saber ainda que a INAE continua a inspeccionar os talhos e matadouros, a fim de apurar como estes estão a funcionar.

“Durante a última semana fiscalizamos 129 matadouros e, infelizmente, encontramos alguns que funcionavam a céu aberto, junto aos rios e lagoas, perigando a saúde pública”, disse Virgínia Muianga, acrescentando que a INAE está a trabalhar com as autoridades locais com vista a estancar este tipo de atentado á saúde pública.

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O BANCO de Sangue do Hospital Central de Maputo (HCM), a maior unidade sanitária do país, regista uma redução de dadores, facto que compromete a reposição de “stocks”. Segundo Sandra Oficiano, directora do Banco de Sangue do HCM, nos últimos meses as doações reduziram de 60 para 30 unidades colectadas diariamente. Leia mais

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O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Eneas Comiche, inaugura, sábado, o mural “Reviver a arte para regeneração do distrito Municipal de Nlhamankulu”, no bairro do Aeroporto, entre o cruzamento das avenidas Carlos Morgado e Angola.

Segundo um comunicado a que o Notícias Online teve hoje acesso, o acto, a realizar-se em parceria com a Associação para o Desenvolvimento Juvenil – Khandlelo, enquadra-se no projecto “Regeneração de Nlhamankulu – O cidadão protagonista do desenvolvimento comunitário”,  que visa promover as actividades socioeconómicas, culturais e cívicas do distrito.

 

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O porta-voz do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique na cidade de Maputo, Leonel Muchina, diz que os acidentes de viação têm estado a reduzir na capital do país.

O facto fica a dever-se ao trabalho de educação cívica em curso, com vista a minorar a sinistralidade rodoviária.

Leonel Muchina, que falava segunda-feira, no habitual briefing semanal com a imprensa, sublinhou que no primeiro trimestre deste ano a PRM, na cidade de Maputo, registou 76 acidentes de viação que resultaram em 16 mortos, contra 129 acidentes e 56 mortos de igual período do ano passado.

Segundo informou, ao longo das últimas 72 horas a capital do país esteve calma devido ao trabalho preventivo que a PRM desenvolve, sobretudo, no que concerne ao crime.

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