Director: Lázaro Manhiça

A DIRECÇÃO do Hospital Central de Nampula (HCN) está preocupada com o aumento de casos de pessoas que se envolvem em acidentes de viação, numa altura em que as autoridades recomendam os cidadãos a permanecerem em casa por causa dos riscos de contaminação pela Covid-19.

Dados estatísticos fornecidos ontem (27) pela porta-voz do HCN, Dalva Khossa, referem que na semana passada, num só dia, a instituição registou a entrada de 12 vítimas de sinistros ocorridos em diversas rodovias.

A maior unidade sanitária da região norte do país recebeu os doentes porque alguns dos hospitais dos distritos onde ocorreram os acidentes de viação não têm a capacidade de assistir as vítimas devido a gravidade dos ferimentos.

A agitação pela entrada de pessoas vítimas de acidentes de viação, cuja maioria ocorre na cidade de Nampula, é enorme e Khossa, explica que essa situação está a provocar pressão de serviços sanitários que deviam ser prestados para os casos de dificuldades respiratórias entre outras patologias.

Sérgio Fernando

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UMA cidadã que responde pelo nome de Fátima Ali ficou gravemente ferida depois de ter sido atingida por uma descarga atmosférica, esta semana, na zona de Cossore, bairro de Muatala, arredores da cidade de Nampula.

Devido a gravidade do incidente a vítima foi evacuada para o Hospital Central de Nampula (HCN), onde recebe tratamentos médicos, pois segundo Carlitos Albano, líder comunitário daquela zona, Fátima foi atingida no momento em que queria cartar água da chuva.

“Para além das queimaduras ela ficou com uma parte do corpo paralisada e sem conseguir falar”, explicou o líder.

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O CENTRO comercial de Namicopo, vulgarmente conhecido como mercado de “Mphavara”, um dos maiores estabelecimentos formais, na cidade de Nampula, ainda continua com as bancas às moscas, não obstante os apelos da edilidade para a sua ocupação.

Com uma capacidade para mais de 100 bancas condignas,este estabelecimento comercial, construído pelo Conselho Municipal local,contempla,igualmente,lojas para venda de vestuário e calçado, bem como balneários e outros compartimentos.

O Conselho Municipal da Cidade de Nampula, através do respectivo presidente Paulo Vahanle, admitiu que existe um mito, no seio dos munícipes residentes sobretudo nos bairros de Namicopo e Carrupeia, sobre a alegada falta de dinâmica no negócio naquele local, o que faz com que o centro comercial não seja ocupado e continue às moscas.

“Estes concidadãos pensam que este local não pode gerar rendimento, mas nunca experimentaram”, disse Vahanle.

Criticou, na ocasião, a atitude dos munícipes, salientando que enquanto um determinado espaço comercial não for bem aproveitado nunca vai produzir rendimentos desejados, uma vez que os clientes não vão procurar um mercado onde não existe exposição e venda de produtos alimentares.

“Este é um mercado construído de raiz, que devia ser bem explorado, mas os meus irmãos de Namicopo e Carrupeia,pura e simplesmente,negam vender os seus produtos lá”, lamentou Vahanle.

Em face do alegado fraco movimento de clientes, os vendedores optam por fixar-se nos passeios das ruas da cidade, para exercer a sua actividade, onde segundo eles, o negócio tem conhecido uma dinâmica satisfatória dada a demanda de clientes.

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POUCO mais de 1000 pessoas, na sua maioria crianças menores de cinco anos,com atraso no desenvolvimento da fala, vão ser submetidas a uma campanha de tratamento já em curso no Hospital Central de Nampula (HCN).

Segundo Elídio Nhacala, especialista da fala afecto a está unidade sanitária, para assegurar o tratamento deste tipo de doença estão envolvidos na campanha apenas dois técnicos da área.

Os primeiros sinais de desenvolvimento da fala em crianças, de acordo com Nhacala, começam a manifestar-se nos primeiros dois anos de vida.

Apesar de não ser uma tarefa facial, olhando pelo tempo de tratamento da fala, segundo disse, as campanhas realizadas nos anos passados surtiram resultados desejados porque o estado da fala, particularmente em crianças, tem registado melhoria.

O atraso no desenvolvimento da fala, conforme avançou Nhacala, muitas vezes em crianças, tem estado associado a outras patologias, como a má nutrição, epilepsia, entre outras, daí a necessidade de criação de equipas multidisciplinares para a sua identificação e erradicação.

A campanha prolongar-se-à até o final deste semestre, disse Nhacala, assumindo que a terapia ou reabilitação da fala não é algo que se resolve em curto espaço de tempo.

“Para a terapia da fala, a reabilitação em si não tem sido algo de um dia para outro. Pode levar vários meses, dependendo da patologia associada que a criança tem”, disse.

Nhacala apelou às pessoas a aderirem às consultas o mais atempadamente possível, porque, disse,  quanto mais precoce foro diagnóstico, mais facilmente a patologia pode ser resolvida.

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A POLÍCIA da República de Moçambique (PRM), em Nampula, deteve esta semana um individuo, supostamente técnico de laboratório de uma clínica privada, indiciado de falsificar exames da Covid-19. Em conexão com o mesmo caso, foi igualmente detido um nigeriano, que pretendia uma teste negativo da Covid-19, alegadamente, para a viagem de um conterrâneo seu. O porta-voz da PRM em Nampula, Zacarias Nacute, explicou que o cidadão moçambicano foi interpelado na via pública durante uma patrulha de rotina. Durante a revista, os agentes encontraram na sua posse, uma pasta contendo documentos alegadamente falsos com resultados negativos para ao novo coronavírus. Da investigação, soube-se da existência do indivíduo interessado em adquirir um teste com resultado negativo. Foram feitas diligências que culminaram na prisão nigeriano. A nossa reportagem ficou a saber que o técnico de laboratório cobrava 3000 meticais por cada falso teste. “Neste momento já decorem todos trâmites legais para responsabilização destes indivíduos”, disse Nacute. O suposto falsificador dos testes da Covid-19 identificado por G. da Costa, de 35 anos, assumiu ter produzido os falsos teste num centro de cópias, a partir dos resultados verdadeiros que tira da clínica privada onde trabalha como técnico de laboratório. “Tenho acesso aos resultados dos pacientes e faço este trabalho há mais de um mês”, disse, adiantando ter já fornecido estes falsos exames a pelo menos sete pessoas. M. Kudjubi cidadão estrangeira, assume ter caído na armadilha do suposto técnico de laboratório, depois que uma terceira pessoa lhe forneceu o contacto telefónico para facilitar a emissão do teste rápido da Covid-19 verdadeiro “a um preço acessível” de 3000 meticais, contra os cerca de 6000 meticais cobrados pelas clínicas privadas da cidade. Comments

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