Director: Lázaro Manhiça

OS gestores dos centros de saúde públicos existentes na cidade de Nampula foram instados a estar vigilantes contra o desvio sistemático de medicamentos do Sistema Nacional de Saúde (SNS), que se verifica nas respectivas farmácias, que em alguns casos envolve os próprios funcionários.

O apelo foi feito pelo governador provincial, Manuel Rodrigues, durante a visita que acaba de efectuar a essas unidades sanitárias, com o objectivo de aferir o actual nível de prestação dos serviços de saúde primários à população da cidade.

O pronunciamento do governador surgiu depois de ter sido confrontado com a denúncia, por doentes, sobre a indisponibilidade de alguns medicamentos nas farmácias, concretamente nos centros de saúde 25 de Setembro, Namiepe e 1º de Maio, por si visitados e que fazem parte dos mais procurados da cidade de Nampula.

Aos profissionais de saúde que se envolverem em desvios de medicamentos, o governante advertiu que caso continuem a enveredar pelo mesmo comportamento serão expulsos. Referiu ser imperioso que se aperte o cerco contra casos de desvios e que o funcionário de saúde deve ser o primeiro responsável na vigilância e exigência no seu controlo.

Manuel Rodrigues salientou que o desvio de medicamentos do Sistema Nacional de Saúde, em que o principal actor é o funcionário de saúde, é bastante constrangedor, porque muitas vezes tem havido reclamações de indisponibilidade para os pacientes.

Para o chefe do executivo provincial de Nampula, todo o cidadão que procura pelos serviços primários de saúde é porque se encontra numa situação aflita em termos do seu estado de saúde.

"O cidadão não está a vir aqui para passear ou para contemplar os nossos profissionais de saúde, ele vem aqui porque quer que o seu estado de saúde seja melhorado e esse melhoramento de atendimento e disponibilidade de medicamento deve sempre estar em primeira mão para qualquer que seja o profissional e a nossa população", observou Rodrigues.

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A DELEGADA provincial do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) em Nampula, Joaria Ismael, disse que as grandes enchentes de condutores que se verificam diariamente nas suas instalações são provocadas pelos agentes da Polícia de Trânsito, que mesmo sabendo o que diz o decreto do Conselho de Ministros sobre o estado de calamidade pública vigente no país continuam a aplicar multas nos postos de controlo de trânsito para quem tem a carta de condução com a validade expirada.

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EM Novembro de 2017, o Presidente da República, Filipe Nyusi, lançou a primeira pedra para a construção do Hospital Geral de Nampula (HGN), o segundo maior da província depois do Hospital Central de Nampula (HCN) e um dos maiores do Norte do país. A entrega da infra-estrutura estava prevista para Maio de 2019, mas o prazo não foi sucessivamente cumprido, segundo promessas feitas na altura ao Chefe do Estado.

Pelo contrário, sucessivamente, as obras ficaram paralisadas,alegadamente por inoperância do empreiteiro, a CETA Construções, e por desembolso tardio de fundos por parte do governo. Por outro lado, a importância estratégica da edificação do HGNreside no facto de fazer parte dos esforços do Executivo moçambicano na melhoria da assistência sanitária à população.

A última e mais prolongada paralisação, que ainda se verifica, acontece há sensivelmente um ano e não se vislumbra fim. Como as outras havidas em tempos passados, desta vez a causa principal também é a reivindicação de pagamento de salários atrasados aos trabalhadores da empreiteira.

Entretanto, as paralisações sucessivas na construção do grande empreendimento já estão a deixar frustradas as expectativas da população,não só da cidade de Nampula,como também de outros pontos da província e não só de verem as obrasfinalizadas. Prova disso é que por exemplo alguns citadinos e residentes de fora da cidade contactaram durante esta semana o “Notícias” para manifestarem o seu receio de não serem concretizadas as suas expectativas de verem concluídas as obras de construção daquele hospital, tendo em conta essas paralisações contínuas. Leia mais

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UTENTES dos centros de saúde de Namiepe e 25 de Setembro, na cidade de Nampula, acusam os profissionais de saúde afectos a estas unidades sanitárias de fazerem cobranças ilícitas de forma sistemática e serem lentos no pré-diagnóstico para a triagem.

Acrescentaram que esses problemas são antigos e generalizados em todas as unidades sanitárias da cidade de Nampula e pedem a quem de direito para pôr cobro à situação.

A denúncia foi feita durante a visita que o governador da província de Nampula, Manuel Rodrigues, efectuou a estes centros na passada terça-feira, com o propósito de aferir o nível de prestação de serviços de saúde primária às populações.

No Centro de Saúde de Namiepe, onde teve uma breve conversa com os doentes e seus acompanhantes, o governador foi confrontado com as denúncias de mulheres gestantes segundo as quais na maternidade os partos são feitos mediante o pagamento de 500 meticais, facto que deixou o dirigente aborrecido.

Entretanto, solicitada a responder a estas acusações, a responsável da maternidade, Inês Fabião, disse não ter conhecimento delas.

“Nunca recebi notificação de alguém que tenha sido cobrado pelo serviço de parto neste centro de saúde. A partir de hoje aquele que for cobrado peço que denuncie a mim, porque o parto não se paga”, apelou.

Reagindo às denúncias, Manuel Rodrigues apelou aos profissionais de saúde da maternidade de Namiepe a absterem-se das cobranças ilícitas e primarem pelo trabalho que juraram prestar com dedicação à população.

“Pedimos à população para denunciar cobranças ilícitas efectuadas neste centro de saúde para que possamos corrigir, o mais breve possível, estes casos porque queremos que se prestem melhores serviços de saúde à nossa população”, disse Rodrigues.

Já no Centro 25 de Setembro, os utentes que falaram com o governador acusaram os profissionais ali afectos de serem morosos no atendimento de doentes. Segundo os denunciantes, o doente chega a levar mais de quatro horas à espera de ser atendido.

Em resposta, o chefe do executivo provincial de Nampula ordenou aos profissionais do centro a serem céleres na prestação dos serviços de saúde, para evitar enchentes e as consequências daí decorrentes.

Tanto no Centro de Saúde de Namiepe, quanto no “25 de Setembro”, o governador constatou que há sérios problemas de higiene, sendo que, no primeiro, o facto se deve à falta de sanitários e água corrente e, no segundo, à disponibilidade de baldes sujos para lavagem das mãos dos utentes.

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O SERVIÇO Nacional de Investigação Criminal(SERNIC), na província deNampula,incinerou, segunda-feira(09), 86quilogramas de metanfetaminas e cannabis sativa(soruma)apreendidos nas cidades de Nampula e Nacala-Porto.

A porta-voz provincial do SERNIC, Enina Tsinine disse que em conexão com esta droga, dez pessoas estão detidas.

Segundo a Rádio Moçambique(RM),cerca de 500pessoas tóxico-dependentes deram entradano centro de saúde mental da província, devido ao uso de drogas,noprimeiro semestre de 2021.

O número significa um aumento cerca de 50% em relação ao igual período do ano passado, em que procuraram pelos serviços de saúde mental280pessoas.

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