Director: Lázaro Manhiça

OS revendedores formais e informais de cimento da cidade de Nampula continuam com a prática de adulterar o peso para tirarem vantagem de forma desonesta, prejudicando os consumidores, que se mostram preocupados com a situação.

A viciação do peso vem sendo reclamada pelos consumidores da cidade de Nampula há muito tempo. Pedem a resolução urgente deste problema por quem de direito.

Alguns munícipes que falaram à nossa Reportagem,a propósito do assunto,disseram que continua raro comprar um saco de cimento que não esteja viciado, tanto nos armazéns,como nos mercados informais da cidade, o que, na sua óptica, prevalece por apatia das entidades competente em pôr cobro.

Alves Thaimo é um dos consumidores que considera ter sido burlado, pois, segundo ele, depois de comprar dez sacos de cimento para a sua construção num armazém, com a indicação de 50 quilogramas, os mesmo tinham 40 e 35 quilogramas, e decidiu devolvê-los, por alegadamente terem sido viciados. Leia mais

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AS autoridades de saúde, no distrito de Angoche, em Nampula, procuram um indivíduo que testou positivo para a Covid-19 e se encontra fugitivo em parte incerta.

O director do Serviço distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Angoche, Gervásio Vaxamuteco, disse a jornalistas que o incidente ocorreu na semana passada no bairro Ingúri, o mais populoso da cidade de Angoche, reinando por isso no seio das comunidades, uma grande preocupação.

Asseverou que a atitude irresponsável do visado, cuja identidade não foi revelada,poderá colocar em risco a sua vida e a de muitas outras pessoas, se não for localizado o mais urgente possível.

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Membros do Conselho Executivo de Nampula, administradores distritais, presidentes dos conselhos municipais e representantes de várias instituições públicas estiveram reunidos na passada quinta-feira na capital provincial para reflectir com profundidade sobre a falta generalizada que se regista no cumprimento rigoroso das medidas de prevenção da pandemia do novo coronavírus na região, numa altura em que os casos de infecção e morte estão a aumentar no país.

Falando no acto da abertura do encontro, o governador provincial, Manuel Rodrigues, diz estar muito preocupado com a situação, num momento em que todos os cidadãos são chamados a observar escrupulosamente as medidas de prevenção.

O governador destacou que o mais preocupante é que o desrespeito total das medidas de prevenção da propagação da Covid-19 se verifica mais em locais de maior concentração pública, como os mercados municipais, paragens dos transportes semi-colectivos de passageiros, bancos comerciais e serviços de emissão dos documentos de identificação civil.

"Por isso convocámos este encontro para que juntos reflictamos profundamente sobre o que é que está acontecer na nossa província de Nampula, porque é que até hoje continuamos a registar diariamente a subida de casos e porque é que as pessoas estão a assumir comportamentos de risco em todos os locais onde vamos" disse Rodrigues.

Segundo Rodrigues, dados registados através do Serviço Nacional de Saúde (SNS), depois do primeiro caso positivo da pandemia do novo coronavírus na província de Nampula, em Maio do ano passado, indicam que até ao momento mais de três mil pessoas foram submetidas aos testes, das quais 151 foram positivos, que resultaram em 24 óbitos.

Para o chefe do executivo provincial de Nampula, este panorama sombrio chama à atenção para a responsabilidade e consciência de todos os dirigentes que trabalham em prol do bem-estar da população sobre a necessidade de acompanharem e fiscalizarem o cumprimento rigoroso das medidas de prevenção da doença.

Apesar de não haver confirmação de caso positivo da variante Delta indiana ao nível desta província até ao momento, o governante fez saber que nos últimos tempos esta região tem estado a conhecer um ascendente de casos positivos da Covid-19.

Manuel Rodrigues alertou para o facto de se os dirigentes não assumirem a sério o seu papel de monitoria e imposição para observância no cumprimento escrupuloso das medidas de prevenção desta doença, a província de Nampula poder vir a estar numa situação de rápida propagação e catastrófica da pandemia nos próximos dias.

"Nós não queremos chegar a este estágio. Não nos esqueçamos que por detrás destas infecções que têm estado a manifestar na nossa província elas provocam contactos múltiplos, o que equivale a dizer que por exemplo se hoje no distrito de Malema registamos oito casos estes mesmos devem ser multiplicados três ou quatro vezes mais", realçou.

Entretanto, os participantes do encontro, garantiram que apesar da renitência que se verifica por parte da população na observância das medidas de prevenção, continuam a promover a fiscalização e sensibilidade sobre o perigo que a doença representa para a saúde, nas comunidades. 

Na província de Nampula, a mais populosa do país, com mais de seis milhões de habitantes, conta actualmente com 151 positivos da Covid-19 e até agora já morreram 24 pessoas devido à doença.

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OS trabalhadores envolvidos na construção do Hospital Geral de Nampula (HGN) decidiram paralisar há mais de dois meses as obras, alegadamente por falta de pagamento de salários por parte da empresa CETA -Engenharia e Construções, empreiteira do empreendimento.

Esta é a segunda paralisação que acontece na edificação daquele que será o segundo maior estabelecimento hospitalar da província de Nampula, depois de a primeira ter acontecido em 2019, também por supostafalta de pagamento de ordenados aos trabalhadores.

Entretanto, questionado sobre o assunto, o secretário de Estado na província de Nampula, Mety Gondola, disse estar em curso um trabalho junto do ministério de tutela e a empresa contratada para que o mais rápido possível se resolva o problema e consequente retome a empreitada. Leia mais

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APESAR dos trabalhos desenvolvidos pela empresa Electricidade de Moçambique (EDM) na cidade de Nampula, na perspectiva de cumprir de forma rápida a iniciava presidencial Energia para Todos, lançada em 2018, este recurso energético ainda não chegou a todos os bairros do terceiro maior centro urbano do país.

Um deles é Marrere, concretamente na unidade comunal de Namigonha, onde depois de aquela empresa implantar postes de transporte de energia da rede nacional ainda não há energia nas casas.

A Reportagem do “Notícias” testemunhou a paralisação dos trabalhos de extensão da corrente eléctrica para aquela zona habitacional, num nível em que falta ainda montar um posto de transformação (PT). Leia mais

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