Director: Lázaro Manhiça

A Comissão Multissectorial criada para fiscalizar o cumprimento das medidas de prevenção da Covid-19 nas escolas da cidade de Nampula constatou que há relaxamento generalizado das mesmas em quase todos os estabelecimentos de ensino, numa altura em que o país enfrenta a terceira vaga da doença.

Face ao cenário preocupante que se verifica nesses estabelecimentos de ensino, a comissão de monitoria conjunta,  composta pela Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE), a Polícia da República de Moçambique (PRM) e as entidades de Saúde, apelou aos respectivos gestores a reforçarem essas medidas.

O chefe do departamento de Saúde Pública no Serviço Provincial de Saúde de Nampula, Geraldinho Avalinho, disse que o mais preocupante é que o incumprimento das medidas por parte dos alunos tende a aumentar, numa altura em que já se fala da existência de casos em algumas escolas da cidade de Nampula.

Por ouro lado, Avalinho lamentou o facto de o incumprimento de medidas preventivas estar a notar-se noutros locais, como mercados, paragens dos transportes públicos e estabelecimentos comerciais. Leia mais

 

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UM casal jovem encontra-se detido na 3ª Esquadra da Polícia, na cidade de Nampula, indiciado de ter queimado o seu próprio filho, de oito anos, por alegadamente ter subtraído dois pasteis que a mãe vendia na sua residência.

O chefe de Relações Públicas no Comando Provincial da PRM, Dércio Samuel, disse que a detenção dos indiciados resultou de uma denúncia apresentada na 3ª Esquadra pelo professor do menor.

“Fomos ao terreno e levámos o menor ao Hospital Central de Nampula, onde recebeu tratamento. O casal foi conduzido à 3ª Esquadra e lá foi lavrado o respectivo processo-crime, que segue os seus trâmites legais”, explicou o porta-voz.

Dércio Samuel garantiu que tudo está a ser feito para que o casal, que vive no Bairro de Carrupeia, cidade de Nampula, seja responsabilizado pelo crime cometido, tendo aproveitado a ocasião para apelar à sociedade, em geral, a denunciar todos os casos de violência, pois só assim os seus autores serão responsabilizados. 

O pai do menor, de 27 anos, confessou ter queimado o filho, justificando o acto como tendo sido apossado por maus espíritos na altura em que recebeu a informação da mulher sobre o roubo dos dois pastéis.

A criança tem queimaduras, algumas graves, em quase todo o corpo.

A esposa, de 23 anos, disse que está detida supostamente por omitir informações à Polícia de que o menor teria sido queimado pelo pai.

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A ASSOCIAÇÃO dos Transportadores Rodoviários de Nampula (ASTRA) está preocupada com a falta de fiscalização das medidas de prevenção do novo coronavírus nos terminais e paragens dos transpordes semi-colectivo de passageiros e postos de controlo de entrada e saída urbanos e interurbanos da capital provincial.

A preocupação foi manifestada pelo presidente daquela associação, Luís Vasconcelos, que pediu a intervenção de quem de direito tendo em conta o aumento galopante das infecções, internamentos e mortes no país, devido à pandemia.

“Os terminais e paragens dos transportes públicos ficam superlotados de pessoas que não observam as medidas preventivas, o mesmo acontecendo nas viaturas de transporte semi-colectivo de passageiros, o que propicia a propagação da Covid-19. É uma situação muito preocupante”, observou Vasconcelos. Leia mais

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O PREÇO do cimento de construção continua alto na cidade e província de Nampula,  não obstante a existência de três fábricas operacionais localizadas na cidade portuária de Nacala.
Nos últimos seis meses o preço de um saco de cimento de 50 quilos tem vindo a oscilar entre 500 a 520 meticais nos revendedores autorizados e mercado informal.

Bonifácio Timóteo, guarda-nocturno, lamenta esta situação que o impede de construir casa própria, facto exacerbado por não estar habilitado a empréstimos bancários.
“Sou natural de Alto-Molócuè(província da Zambézia)e trabalho na cidade Nampula há quatro anos. Consegui um terreno, mas o preço do cimento está muito alto e não consigo comprar. Fazer casa com bloco de barro, para mim não é opção”, afirmou.
Ojovem guarda espera, com ansiedade,a chegada no mercado local oproduto proveniente da província de Maputo, concretamente, da Dugongo Cimentos, que se apresenta a preços relativamente baixos.

“Se esse cimento,produzido em Maputo,chegar aqui(em Nampula)e manter os mesmos preços baixos, de certeza que muitos, como eu, poderão começara construira sua própria casa e deixar de pagar o arrendamento”, afirma Timóteo.
Aziza Salimo, mãe de um jovem de 18 anos, vive em casa arrendada,e aguarda, com muita expectativa, a queda dos preços do cimento.

“Tenho meu espaço, na zona do Condomínio, (periferia da cidade de Nampula). Infelizmente, o(preço do) cimento está sempre a subir. Oxalá as coisas mudem em breve se aparecer mais produtosno mercado”, afirmou.
Os revendedores de cimento escusaram-se a prestar declarações à AIM sobre o assunto.
Contactado o director provincial da Indústria e Comércio, Alfredo Nampuio, ressalvou que o mercado de Nampula está aberto.
“O mercado está aberto, se algum agente comercial quiser vender cimento produzido seja onde for,apenas precisa respeitar as regras. Aguardemos por isso, pois, o que orienta o negócio é a oferta e a procura”, disse.
A província de Nampula conta com três fábricas,nomeadamente Cimentos de Moçambique, Fábrica de Cimentos e Cimentos Maiaia, esta última entrou recentemente no mercado. Estas fábricas também abastecem as províncias de Cabo Delgado e Niassa e países vizinhos.
Existem actualmente em Moçambique 16 fábricas de cimento, nove das quais na província de Maputo. As restantes estão distribuídas pelas províncias de Sofala, no centro do país, Nampula e Cabo Delgado, no norte. -(AIM)

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O CONSELHO Municipal da Cidade de Nampula promoveu recentemente a primeira consulta pública no âmbito da implementação do projecto de construção do aterro controlado de resíduos sólidos urbanos.

Com a construção deste aterro sanitário, que decorre no posto administrativo de Namaíta, distrito de Rapale, prevê-se acabar com o crónico problema de recolha e tratamento adequados do lixo na urbe.

Entretanto, no encontro, os residentes mostraram-se receptivos ao empreendimento, porém pediram indemnizações para aqueles, cujas benfeitorias como machambas e residências serão destruídas.

Pediram também a construção de infra-estruturas sociais que melhorem as suas condições de vida. Leia mais

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Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Cezerilo Matuce

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