Director: Lázaro Manhiça

A PROVÍNCIA de Nampula registou três óbitos pela cólera, desde a eclosão do surto em Janeiro passado em nos distritos de Nampula, Meconta e Moma.

O responsável de Vigilância Epidemiológica no Serviço provincial de saúde, em Nampula, Leonardo Oliveira, que facultou a informação, disse que até, sexta feira (26), havia um cumulativo de 868 casos de cólera e os três óbitos foram registados no distrito de Nampula.

A fonte associou as mortes com a chegada tardia dos doentes aos centros de tratamento de doenças diarreicas.

Segundo Leonardo Oliveira, nos últimos dias, os centros de tratamento de doenças diarreicas recebem em média 2 a 6 pacientes contra mais de vinte, indicando assim que as pessoas estão a acatar as mensagens dos agentes polivalentes atinentes a boas práticas de higiene nas comunidades.

A província de Nampula conta até ao momento com quatro centros de tratamento de doenças diarreicas, sendo dois nos postos administrativos de Namialo e Corrane, distrito de Meconta, um na cidade de Nampula e outro em Chalaua, em Moma.

(Notícias/RM)

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QUANTIDADES não especificadas de uma droga, denominada “Mira”, foram apreendidas pela Polícia da Republica de Moçambique (PRM), na semana finda, no aeroporto internacional de Nampula.

De acordo com o porta-voz da PRM, no Comando Provincial da corporação, Zacarias Nacute, a droga estava embalada em duas caixas e desembarcou num voo proveniente de Nairobi, no Quénia, tendo sido descoberta durante o processo de verificação da carga despachada no porão do avião.

“Não foi possível apurar a quantidade dos entorpecente, uma vez que depois da apreensão foi encaminhada ao Serviço Nacional de Investigação Criminal,” disse Nacute.

Ainda na semana passada, equipas conjuntas da PRM, SERNIC e do Serviço Nacional de Migração (SENAMI), interpelaram e retiveram 31 cidadãos estrangeiros, que circulavam na cidade, sem documentos que os autoriza a permanecerem no território nacional.

Celso Alfredo(colaboração)

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AS aulas presenciais não arrancaram ontem, em diversos estabelecimentos de ensino da cidade de Nampula, conforme o agendado à escala nacional. Concorreu para o facto, a afixação tardia das listas e horários, num processo inovado devido à pandemia de Covid-19.

Numa ronda efectuada pela nossa Reportagem, em algumas escolas primárias e secundárias, era visível a enchente de alunos, acompanhados pelos encarregados de educação, procurando consultar os nomes, turmas e o período das aulas, nas listas afixadas.

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MAIS de seis mil habitantes, do posto administrativo de Itoculo, distrito de Monapo, na província de Nampula, estão isoladas, devido ao desabamento da ponte sobre o rio Mucatho, na sequência da chuva que se faz sentir desde a última sexta-feira (12).

A precipitação causou o aumento de água que rompeu a barragem da extinta empresa Matanuska.

O incidente interrompeu a visita do Secretário de Estado de Nampula, Mety Gondola, que se deslocava ao posto administrativo de Itoculo para acompanhar o decurso da campanha agrícola e solidarizar-se com as famílias que enfrentam a crise alimentar.

Na ocasião, Gondola disse à imprensa no local que o Governo vai destacar uma equipa especializada para estudar os mecanismos de resposta com vista a restabelecer a comunicação terrestre com a região de Itoculo, que apresenta potencialidades agrícolas.

“Estamos num período em que o cultivo de alimentos está a decorrer e há necessidade de assistir os produtores, sendo que depois terá lugar a comercialização de excedentes, pelo que é importante garantir o escoamento de produtos agrícolas para os principais centros de consumo”, disse.

O desabamento da ponte aconteceu numa altura em que algumas famílias estavam a regressar de mais um dia de trabalho nas suas machambas e lançaram um grito de socorro no sentido de encontrar uma solução rápida de modo a facilitar as suas vidas.

“Vamos concentrar as nossas acções no restabelecimento da circulação para que a destruição da ponte não signifique mais ainda a privação das pessoas para a transitabilidade”, garantiu Gondola.

(Sérgio Fernando)

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A VEREADORA para a área da Polícia Municipal e Fiscalização, no município da cidade de Nampula, Lúcia Madelemane, é acusada de promover aglomeração de mulheres, sem uso da máscara de protecção facial, o que viola as medidas de prevenção da Covid-19, durante a celebração do 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

 Madelemane usou a sua conta do Facebook para publicar imagens referentes a festa, onde aparece na companhia de mais de trinta mulheres com uma indumentária a rigor.

A atitude provocou reacções críticas de alguns internautas, por alegadamente envolver uma pessoa que é responsável pela fiscalização do comportamento dos munícipes em relação ao cumprimento das medidas de prevenção da pandemia.

Tal é o caso do cidadão do nome Salvador Artur, que questionou o facto de quase todas as mulheres que aparecem na imagem não usarem máscaras e muito menos obedecerem o distanciamento social.

Para os munícipes, a vereadora deve ser exemplo para sociedade, principalmente neste momento em que a cidade de Nampula apesar ser uma das mais assoladas pela pandemia, destaca-se no desrespeito das medidas de prevenção.

“Somos interpelados na rua por membros da polícia municipal e de fiscalização, a exigirem o uso de máscaras. Afinal de contas a própria vereadora que dá ordens é a primeira a desobedecer”, desabafou Alfredo Joaquim.

Os nossos interlocutores exigem a responsabilização da vereadora para desencorajar atitudes que desobedecem as medidas impostas pelo Governo.

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