Director: Lázaro Manhiça

REAL Madrid e Liverpool enfrentam-se esta noite, a partir das 21.00 horas, no estádio Alfredo Di Stéfano, em partida da primeira “mão” dos quartos-de-final da Liga dos Campeões Europeus.

Trata-se de um embate de dois gigantes do futebol europeu e que têm sido muito bem sucedidos nesta competição.

O Real já venceu a competição por 13 vezes, sendo mesmo o recordista, enquanto o Liverpool conquistou em seis ocasiões. Portanto, em campo estarão crónicos candidatos a levar para casa o troféu mais cobiçado no panorama futebolístico europeu.

A equipa da casa chega a esta fase da “Champions League” depois de ter afastado a Atalanta com umavitória em casa,por 3‑1,e fora,por 1-0. Apesar disso, os “merengues” têm se apresentado inconstantes nesta época e para este desafio, Zinadine Zidane não conta com Eden Hazard, Sergio Ramos, Daniel Carvajal e Federico Valverde, todos por problemas físicos.

Já o Liverpool, por sua vez, se apurou para os “quartos” ao eliminar o Leipzig com um duplo triunfo por 2-0. À semelhança do Real, os “reds” também estão muito longe de estarem a fazer uma época regular. Para este jogo o treinador Kloop não contarácom Divock Origi, Joel Matip, Caoimhin Kelleher, Virgil van Dijk, Jordan Henderson e Joe Gomez, todoslesionados.

MA.CITY-DORTMUND

Ainda esta noite e à mesma hora, Manchester City e Borussia Dortmund batem-se no Etihad Stadium.

Para chegar a esta fase, o Manchester City afastou o Borussia Monchegladbachcom dois triunfos por 2‑0.

Os “citzens”, que atravessam um bom momento de forma, são favoritos a seguir para as meias-finais. Porém, o Dortmund, habituado a estas andanças, terá sempre uma palavra a dizer.

Para este jogo o Pep Guardiola tem todos os jogadores à disposição, enquanto oDortmund não poderá contarcom Jadon Sancho, Axel Witsel, Zagadou e Marcel Schmelzer, todos lesionados.

Público regressa ao futebol na Inglaterra

OS adeptos do futebol na Inglaterra terão a possibilidade de voltar aos campos para assistir três jogos, enquadrados numa série de testes inseridos no programa do governo para o regresso do público aos estádios.

Para já está confirmado que ameia-final da Taça da Inglaterra entre o Leicester e o Southampton, a 18 de Abril, terá quatromil pessoasnas bancadas, a final da Taça da Liga terá oitomil pessoas a 25 de Abril e a final da Taça, a 15 de Maio, será o maior evento: está previstoque se chegue aos 21 mil espectadores.

De acordo com as entidades governamentais da Inglaterra, oobjectivo é voltar a ter estádio completos no final do Euro-2020.  

 

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AS selecções de Cabo Verde e Guiné-Bissau são a únicas de países falantes de português que vão disputar o Campeonato Africano das Nações (CAN), a decorrer no próximo ano, nos Camarões, ainda que com a designação de 2021.

Cabo Verde celebrou a qualificação justamente no Estádio Nacional do Zimpeto, ao vencer Moçambique, por 1-0, num autogolo de Faisal Bengal, que bateu Fanque na tentativa de aliviar um livre marcado por Marco Soares.

À entrada da última jornada do Grupo “F”, tanto Cabo Verde (7) , Ruanda (5) quanto Moçambique (4) mantinham hipóteses de qualificação, razão para as partidas Camarões-Ruanda e Moçambique-Cabo Verde serem disputadas à mesma hora (21:00h). Entre eles lutavam pela única vaga que restava para acompanhar os anfitriões Camarões ao CAN que acolhem.

Mas o empate (0-0) em Camarões e a vitória dos “Tubarões Azuis” diante dos “Mambas”, em solo moçambicano, encerraram todas as contas, com os cabo-verdianos a ocupar o segundo lugar e carimbar passaporte à festa rainha do futebol do continente berço da humanidade. Assim, o Grupo “F” terminou com os Camarões em primeiro lugar com 11 pontos, mais um que Cabo-Verde em segundo e, fora do CAN, Ruanda e Moçambique com seis e quatro pontos cada, respectivamente.

Por seu turno, no Grupo “I”, Guiné-Bissau conseguiu a qualificação ao golear, na última jornada, o Congo-Brazzaville, por 3-0, no Estádio Nacional 24 de Setembro, em Bissau. Os golos dos “Djurtus” foram apontados por Piquete Djassi, Frederic Mendy e Jorginho.

Na ronda anterior havia vencido Eswatine, por 3-1, posição que colocava Guiné-Bissau no terceiro posto com seis pontos, a dois do Congo-Brazzaville, em segundo, mas a sete do já apurado Senegal. A goleada na última jornada confirmou a terceira presença dos “Djurtos” no CAN.

Moçambique, Angola e São Tomé e Príncipe não conseguiram a qualificação ao CAN do próximo ano nos Camarões.

POLÉMICA NO SERR LEOA-BENIN SUSPENDE DECISIVO ENCONTRO

O Grupo “L” já tem um apurado, a Nigéria, com 14 pontos. O segundo não foi ainda encontrado depois da suspensão da partida entre a anfitrião Serra Leoa (4) e o visitante Benin (7). Para a equipa da casa bastava uma vitória para se qualificar, enquanto um empate era suficiente para os beninenses. A polémica surgiu no anúncio de seis resultados positivos de Covid-19 para habituais titulares do Benin. Depois de quatro horas de discussão, chegou-se à conclusão que a partida agendada para última terça-feira não se disputaria. É que cerca de uma hora antes da partida, as autoridades da Serra Leoa informaram que seis atletas de Benin haviam testado positivo à Covid-19, nos testes realizados à chegado do país. A contestação da delegação visitante ganhou mais força pelo facto de se tratarem de atletas titulares e o anúncio tardio dos resultados.

No Grupo “A”, qualificaram-se Mali (13) e Guiné-Conacry (11), com Namíbia e Tchad a ficarem pelo caminho com nove e um ponto, respectivamente.

Para o Grupo “B”, destaque vai para Burquina Faso e Malawi que se apuraram com 13 e 11 pontos, respectivamente. Uganda e Sudão do Sul não foram para além de oito e três pontos, nas últimas posições. A qualificação do Malawi ficou a dever-se a um golo solitário do antigo avançado do Costa do Sol, Richard Mbulu, ainda na primeira metade dos 45 minutos iniciais.

O Grupo “C” terminou com o líder Gana a somar 13 pontos. A segunda vaga foi ocupada por Sudão, com 12 pontos. A vizinha África do Sul não conseguiu garantir a qualificação, quedando-se no terceiro posto, com 10 pontos, precisamente ao ser ultrapassado pelos sudaneses no derradeiro jogo, em Cartum, no passado domingo, ao perder, por 2-0. São Tomé e Príncipe não pontuou.

No Grupo “D”, Gâmbia e Gabão terminaram com 10 pontos, em primeiro e segundo lugar, respectivamente. As suas equipas deixaram para trás a República Democrática de Congo (9) e Angola (9), que se quedaram em terceiro e quarto lugares, respectivamente.

O Grupo “E” foi ganho por Marrocos que, nos seis jogos, somaram 14 pontos. A outra equipa que acompanha o conjunto magrebino ao CAN é a Mauritânia, que somou nove pontos, deixando para trás Burundi (5) e República Centro-Africana (4).

No Grupo “F”, o de Moçambique, como anunciámos, além do já qualificado Camarões, na qualidade de anfitrião (ainda assim terminou em primeiro, com 11 pontos), preencheu a única vaga disponível CaboVerde, que terminou com 10 pontos, tirando qualquer possibilidade a Ruanda (6) e Moçambique (4).

Pelo Grupo “G”, o super campeão Egipto terminou na condição de líder com 12 pontos, tendo as Ilhas Comores na perseguição com nove pontos, enquanto que Quénia e Togo afundaram-se em terceiro e quarto lugares com sete pontos e dois pontos, respectivamente.

O Grupo “H” concentrou três países da COSAFA, sendo três, mas apenas Zimbabwe conseguiu o apuramento. O campeão em título, Argélia, venceu o grupo com 14 pontos, seguido por Zimbabwe com oito pontos; Zâmbia e Botswana com sete e quatro pontos em terceiro e quarto lugar, respectivamente e fora do CAN.

O vice-campeão africano em título, Senegal é acompanhado pelo vizinho Guiné-Bissau ao CAN, somando 14 e nove pontos, respectivamente. De fora estão a República do Congo-Brazaville em terceiro com oito pontos e Eswatini que, com dois pontos, foi “lanterna vermelha”. Para o Grupo “J”, Tunísia não facilitou os seus adversários, terminando no topo com 16 pontos. Quem preencheu a segunda vaga do grupo foi Guiné-Equatorial, com nove pontos, enquanto a Tanzania, com sete e Líbia, com três pontos, não conseguiram discutir a qualificação.

Finalmente, no Grupo “K”, os qualificados foram Costa do Marfim (13) e Etiópia (9), num final de campanha dramático. O Madagáscar era obrigado a vencer Níger e esperar que a Costa do Marfim ganhasse na recepção à Etiópia. Os costa-marfinenses venceram, por 3-1, mas os malgaxes não fizeram a sua parte e ficaram por terra com os seus oito, contra quatro dos nigerianos.

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MALAWI e Uganda irão disputar entre si, esta noite (18.00 horas), o apuramento para o CAN-Camarões 2021, em jogo pontuável para a sexta e última jornada do Grupo “B”.

A selecção do Malawi, que vestirá a “pele”de anfitriã chega àderradeira jornada em terceiro lugar com sete pontos, apenas menos que o seu adversário de hoje, o Uganda. Os malawianos estão, por via disso, obrigados a vencer para se apurarem para o CAN, enquanto aos ugandeses o empate basta para assegurarem presença nos Camarões. 

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A SELECÇÃO Nacional de Futebol, os “Mambas”, perdeu esta tarde por 1-0, em Kigali, frente à sua congénere do Ruanda, em partida da quinta jornada do Grupo “F” de acesso ao CAN-2021, que terá lugar em Janeiro do próximo ano, nos Camarões.

Com uma delegação de cerca de 40 pessoas, entre jogadores, dirigentes, pessoal de apoio e jornalistas, a Selecção Nacional não teve a felicidade de vencer a partida, o que complica as contas do apuramento do combinado nacional.

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A SELECÇÃO Nacional de Futebol, os “Mambas”, joga esta tarde (15.00h), em Kigali, frente à sua congénere do Ruanda, em partida da quinta jornada do Grupo “F” de acesso ao CAN-2021, que terá lugar em Janeiro do próximo ano, nos Camarões.

Com uma delegação de cerca de 40 pessoas, entre jogadores, dirigentes, pessoal de apoio e jornalistas, a Selecção Nacional tem a felicidade de ter todos os atletas aptos para o jogo de hoje, após a confirmação de resultados negativos para a Covid-19.

A partida desta tarde é importante, mas não é decisiva para as contas do CAN. É que, se Moçambique, que soma quatro pontos em segundo lugar, partilhado com Cabo Verde,  ganhar passa a somar sete, mas não garante desde logo a qualificação, pois os cabo-verdianos, independentemente do desfecho no seu jogo com os Camarões, na sexta-feira, terão uma palavra a dizer na última jornada no Zimpeto.

Aliás, para as selecções empatadas em pontos no final da campanha, o confronto directo está no topo da hierarquia dos critérios de desempate. Isso faz com que mesmo com um possível desaire hoje, na capital ruandesa, os “Mambas” continuem na corrida ao CAN, na pior das hipóteses com menos três que Cabo Verde, se este vencer os Camarões.

Neste cenário, os “Mambas” precisariam apenas de uma vitória em Maputo, no dia 30 deste mês, frente aos cabo-verdianos e, dessa forma, qualificarem-se para o CAN. A acontecer será pela quinta vez na história, depois de 1986, 1996, 1998 e 2010.

Entretanto, um empate hoje também coloca tudo em aberto. Nesta quinta jornada, a única selecção que pode ficar definitivamente fora da corrida ao CAN é a do Ruanda, pois com dois pontos ficaria matematicamente impossibilitada de chegar ao segundo posto, mesmo com uma vitória na derradeira ronda. Um empate também não serve para os ruandeses.

Os Camarões são a única equipa já qualificada neste grupo, não só pelo número de pontos (10), mas também pelo facto de serem anfitriões. Portanto, a luta pela qualificação está restringida a Moçambique, Cabo Verde e Ruanda, que se batem por uma vaga.

Mais detalhes sobre o assunto na página 35 da presente edição.

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