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Categoria: Desporto Internacional
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FRANÇA e Bélgica protagonizam amanhã, terça-feira, em São Petersburgo, a primeira-final do Mundial que decorre na Rússia, num cruzamento entre selecções com timbre de campeão. Ambas selecções europeias chegam para a partida com força máxima.

Seus principais atletas estão disponíveis. Sendo assim, não há porque poupar, visto que todos jogadores entram limpos porque os cartões amarelos admoestados em partidas anteriores já não contam.

Em qualquer aposta que se preze, a França aparece como uma das três favoritas ao título. A força francesa não é por acaso. A selecção totalmente renovada escolhida por Didier Deschamps vem mostrando grande qualidade para avançar à grande decisão. Nos quartos-de-final venceu o Uruguai, por 2-0.

A Bélgica é uma das sensações desta fase. A “óptima geração belga” .Com a moral elevada, a Bélgica vai ao campo com tudo o que tem de melhor para atingir a sua primeira final da história.

Na quarta-feira será a vez de Inglaterra e Croácia decidirem quem segue em frente. Os croatas regressam a uma meia-final, vinte anos depois.

Modric e companhia estão avisados que terão de saber lidar com o artilheiro da competição, Harry Kane, e com uma equipa que marcou 14 golos em cinco partidas na Rússia. A Inglaterra também está de volta a uma semi-final do Mundial, após uma longa ausência - a última havia sido há 28 anos.

Harry Kane, que ainda se deu ao luxo de não entrar em campo contra a Bélgica, na última partida da fase de grupos, marcou um golo em cada 65 minutos nos relvados russos - três deles de penálti.

Outro dado impressionante: nenhum guarda-redes que cruzou o caminho do atacante inglês conseguiu defender um remate de Kane. Os seis disparos que tiveram a direcção da baliza entraram. Outros três foram longe do alvo e um foi bloqueado.

Na selecção croata há apenas um jogador que actua no campeonato Inglês - o defesaLovren, do Liverpool, que está bem acostumado a ter que marcar Harry Kane.