Director: Lázaro Manhiça

MOÇAMBIQUE despediu-se com vitória da terceira janela de qualificação que ontem terminou em Yaoundé, Camarões. O combinado nacional derrotou o Quénia por 71-44.

À entrada para estaderradeira janela, a equipa de todos nós estava apegada a uma calculadora que lhe fazia sonhar numa qualificação à custa de uma vitória por mais de 17 pontos diante do Quénia. Tudo por causa da derrota (62-49) que Moçambique sofrera diante do mesmo adversário na segunda janela de qualificação, que teve lugar em Kigali, Ruanda, em Novembro.

Mas eram cálculos que se assentavam numa premissa que os quenianos não venceriam nenhum jogo na derradeira etapa de apuramento. Esfumou-se, na noite sábado, o sonhoque os pupilos de Miguel Guambeainda alimentavam. É que o Quénia, para a surpresa de todos, venceu a potência Angola, mesmo ao som da buzina,por 74-73!

Assim, o combinado nacional foi ao jogo de ontem sem qualquer possibilidade de se qualificar, já que não poderia escapar da última posição do seu grupo. Entrou para a derradeira partida como a única equipa que não tinha conquistado uma vitória.

Com a missão cumprida, o Quénia foi ao jogo diante do combinado nacional mais tranquilo. Por seu lado, a equipa de Miguel Guambe interessava despedir-se com uma vitória,numa campanha que iniciou em Novembro e que ontem terminou. Escusado dizer que de forma inglória.

O primeiro quarto atéfoi equilibrado, com Moçambique a vencer por dois pontos (13-15). No segundoquarto,o combinado nacionalcomeçou a desenhar a sua vitória, comandado por Kendal Manuel, que puxou a Selecção Nacional a vencer por (21-10), indo ao repouso com uma significativa tranquilidade.

No regresso do intervalo,a equipa de todos nós foi avassaladora, conseguiu marcar 24 pontos contra nove do Quénia, que só voltou a surgir no último quarto, etapa em que venceu,por 12-11.

Kendal Manuel acabou sendo a melhor unidade do jogo de ontem, ao assinalar 15 pontos, um ressalto, duas assistências e um roubo de bola.

Moçambique falha assim um Afrobasket, 22 anos depois e ficará quatro anos fora dos principais palcos, uma vez que o Afrobasket é disputado de quatro em quatro anos. Pelo meio, há o Afrocan, prova destinada para atletas internos.

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