Director: Lázaro Manhiça

A SELECÇÃO Nacional de Futebol inicia esta manhã, no campo sintético da Académica, em Maputo, a preparação tendo em vista o duelo com a sua congénere do Ruanda a 24 deste mês, em Kigali, pontuável para a quinta jornada do Grupo “F” do acesso ao CAN-2021, evento que vai decorrer nos Camarões entre Junho e Julho.

O início dos treinos foi antecedido ontem por uma sessão de testes de despiste à Covid-19, que aconteceram no estabelecimento hoteleiro que serve de “quartel-general” dos Mambas. Aos testes e à preparação que hoje se iniciam apenas estarão os jogadores que actuam internamente, dado que os “estrangeiros” só começarão a chegar no fim-de-semana, sendo que os que jogam na Europa só irão se juntar ao grupo na capital ruandesa.

Aliás, os Mambas deixam Maputo na manhã da próxima segunda-feira, dia 22, devendo chegar a Ruanda no mesmo dia.

Os jogadores que actuam na Europa só se juntarão na noite do mesmo dia, devendo fazer testes de despiste à Covid-19 na manhã do dia seguinte. Os resultados levam 24 horas para serem anunciados, pelo que só serão conhecidos horas antes do jogo.

No Ruanda, os Mambas vão jogar um tudo ou nada, dado que uma derrota pode complicar sobremaneira as contas do CAN. A última visita dos Mambas a Kigali é de boa memória, com uma vitória por 3-2, em 2016, na corrida para o CAN-2017. Porém, o Ruanda também ganhara em Maputo, por 1-0, logo na primeira jornada dessa campanha.

Neste momento, o nosso país soma quatro pontos, frutos de uma vitória (justamente um 2-0 sobre o Ruanda, no Zimpeto), um empate e duas derrotas. Os Mambas têm os mesmos pontos que Cabo Verde e mais dois que o “lanterna vermelha” Ruanda. O grupo é liderado pelos Camarões com 10 pontos.

Para este duelo com o Ruanda, Luís Gonçalves pré-convocou 33 jogadores, destacando-se algumas estreias e regressos, como são os casos de David Malembana, Faisal Bangal, Bhéu, Ricardo Mondlane, Maestro ou Pepo. Há ainda a destacar as ausências de Dominguez (sem ritmo competitivo), Edmilson (lesionado) ou Mexer que o seu clube, Bordéus da França, se recusa a cedê-lo. Há imensas dúvidas em relação às presenças de Zainadine e Reinildo, outras peças-chave da selecção.

Refira-se que, toda esta semana os Mambas vão treinar à porta fechada, sendo que apenas no domingo o seleccionador e dois jogadores irão falar à imprensa.

Depois do Ruanda, Moçambique recebe Cabo Verde no dia 30, no Zimpeto.

LISTA DOS CONVOCADOS

GUARDA-REDES: Guirrugo, Victor, Frenque e Ernâni.

DEFESAS: Bhéu; Bruno, Chico, Malembana, Jeitoso, Mexer, Reinildo, Sidique, Zainadine e Jorge.

MÉDIOS: Nené, Telinho, Kito, Geny, Kambala, Ricardo Mondlane, Abel Joshua, Pepo e Amadu.

AVANÇADOS: Lau King, Neymar, KAMO-Kamo, Witi, Clésio, Reginaldo, Gildo, Faisal Bangal, Luís Miquissone e Dayo.

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HOSPEDAGEM grátis garantida pela federação ruandesa de futebol foi o suficiente para convencer a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) a aceitar a antecipação do jogo contra Ruanda de 26 para 24 do mês em curso, em Kigali.

O dado foi avançado, quinta-feira, em conferência de Imprensa pelo vice-presidente da FMF para área de Administração e Finanças, Jorge Bambo, que reconheceu que a medida pode ser desvantajosa do ponto de vista desportivo, mas é administrativamente um “ganho”.

Ademais, a FMF tomou esta decisão de negociar com os ruandeses sem consultar ao seleccionador nacional, Luís Gonçalves, que na mesma conferência de Imprensa confessou não conhecer as razões por detrás da alteração do jogo.

“Também não sei por que jogamos no dia 24. Por muito tempo este jogo estava agendado para o dia 26, mas enfim, já temos uma nova data, o que nos resta é trabalhar e nunca atirar a toalha ao chão na perseguição dos nossos objectivos”, disse Gonçalves.

Jorge Bambo, por sua vez, disse que “a prioridade da FMF foi sempre lutar pelas vitórias dos “’Mambas” e estamos cientes que a alteração da data do jogo traz algumas desvantagens do ponto de vista desportivo, mas administrativamente temos um ganho, ou seja, teremos uma hospedagem grátis no Ruanda, pago pela nossa congénere”, revelou Bambo, uma notícia que caiu como se de uma “bomba” se tratasse e que provocou muita ira no seio da imprensa desportiva e amantes do futebol.

Entretanto, em comunicado recebido pelo “Notícias”, a FMF esclarece que o pagamento da hospedagem dos “’Mambas” no Ruanda está no contexto da reciprocidade entre as duas federações. Explica ainda que nesse contexto, a FMF pagou as despesas de acomodação da selecção do Ruanda, em Maputo, aquando do jogo da primeira jornada da presente campanha de qualificação ao CAN-2021.

No comunicado, a FMF avança que não tem nenhuma interferência na determinação do local, data e hora do jogo do Ruanda, pois esse assunto é da responsabilidade da CAF em coordenação com a federação ruandesa de futebol.

 Ruanda-Moçambique tem lugar no dia 24 de Março, em Kigali. O jogo é pontuável para a quinta jornada do Grupo “F” do acesso ao CAN-2021.

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O SELECCIONADOR nacional, Luís Goncalves, convocou 33 jogadores para os jogos dos “Mambas” contra o Ruanda (dia 24, em Kigali) e Cabo Verde (30, em Maputo) referentes à quinta e sexta jornadas do Grupo F de qualificação para CAN-2021, prova que vai decorrer entre Junho e Julho nos Camarões.

Na convocatória destaca-se David Malembana e Faisal Bangal que procuram a estreia em jogos oficiais pela Selecção Nacional, bem como a ausência do capitão Dominguez, por falta de rodagem. Há ainda três estreantes absolutos; Ricardo Mondlane (Rio Ave B), Abel Joshua (Guimarães B) e Pepo (Cova de Piedade) todos a jogarem em Portugal.

EIS A LISTA DOS CONVOCADOS

GUARDA-REDES: Guirrugo; Victor, Frenque e Ernâni.

DEFESAS:Bhéu; Bruno, Chico, Malembana, Jeitoso, Mexer, Reinildo, Sidique, Zainadine e Jorge.

MÉDIOS: Nené; Telinho, Kito, Geny, Kambala, Ricardo Mondlane, Abel Joshua, Pepo e Amadu.

 AVANÇADOS:Lau King; Neymar, KAMO-Kamo, Witi, Clésio, Reginaldo, Gildo, Faisal Bangal, Luís Miquissone e Dayo.

 

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AS seleções nacionais das diversas modalidades e escalões, bem como atletas olímpicos de modalidades colectivas e individuais, vão receber, dentro em breve, doses da vacina russa anti-Covid-19, conhecida por “Sputnik-V”, anunciou, ontem, em Maputo, o ministro-conselheiro da Embaixada da Federação Russa em Moçambique, Alexander Nuralov.

Nuralov anunciou esta boa nova após o encontro com o secretário de Estado do Desporto (SED), Carlos Gilberto Mendes, e com o presidente do Comité Olímpico de Moçambique (COM), Aníbal Manave. Segundo Alexander Nuralov, a doação deimunizantes foi recentemente decidida pelo Ministério dos Desportos da Rússia que prevê fornecer as doses a atletas de todos os países africanos, incluindo Moçambique.

Neste momento, ainda não estão definidas as quantidades a serem fornecidas a Moçambique e nem se sabe quando é que as doses irão chegar ao nosso país. Segundo o responsável russo, a Secretaria do Estado do Desporto deverá, nos próximos dias, formalizar o interesse do país na obtenção da vacina e  indicar as quantidades que os desportistas moçambicanos necessitam.

“Este é um plano do nosso Ministério dos Desportos para ajudar os desportistas do continente africano. Temos, por outro lado, como objectivo a internacionalização da vacina Sputnik-V”, disse o ministro-conselheiro.

O secretário de Estado disse, por sua vez, que o gesto russo é mais uma prova da irmandade entre os povos da Rússia e de Moçambique, que é de longa data. Vincou, por outro lado, que a SED vai contactar as federações para fornecerem os números precisos dos atletas que têm competições, proximamente, para que o processo de vacinação seja o mais abrangente possível.

“Conhecemos mais ou menos o número de atletas que vão, por exemplo, aos Jogos Olímpicos, mas temos muitas outras frentes em diversas modalidades este ano, tais comocampeonatos africanos e regionais. Esta vacina não só vai ser administrada aos atletas, mas também ao pessoal de apoio e todos aqueles que estiverem nas delegações”, esclareceu Gilberto Mendes.

Refira-se que a vacina russa, segundo Alexander Nuralov, tem uma eficácia de 91.6% e é das menos exigentes em termos de condições de conservação, exigindo temperaturas até um grau negativo.

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O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, disse ontem que a retoma de algumas competições desportivas, como o Moçambola, não será tão já, contrariando o desejo dos actores do sector.

O Chefe do Estado fez este pronunciamento num encontro que manteve, no seu gabinete de trabalho, com os presidentes das principais federações desportivas nacionais. Na ocasião, o Presidente Nyusi fazia-se acompanhar do Secretário de Estado de Desporto, Carlos Gilberto Mendes, o Ministro da Saúde, Armindo Tiago, e o director do Instituto Nacional de Saúde (INS), Ilesh Jani.

Coube a Ilesh Jani apresentar a situação actual da pandemia da Covid-19 e os resultados da segunda testagem massiva dos clubes que disputam o Moçambola,  realizada a 26 de Fevereiro. Jani indicou que a mesma incidiu sobre todos os atletas que nos primeiros testes, realizados entre os dias 11 e 12 de Fevereiro, haviam registado resultados negativos.

Dos 477 elementos das 14 equipas testadas a 26 de Fevereiro, 23 tiveram resultado positivo, correspondendo a uma taxa de positividade de 4,8 por cento, longe dos 11,5 por cento verificados na primeira testagem. Destes, apenas o Ferroviário de Maputo, com uma taxa de positividade de 15 por cento, é que ultrapassou a barreira de 10 por cento.

Perante estes factos, Nyusi apelou aos desportistas para protegerem a estabilização da ocorrência de novos casos da Covid-19 no país para que a mesma não seja temporária.

“Não podemos tomar decisõesem função dos baixos números que Moçambique tem agora. É verdade que há uma tendência de estabilização, mas temos de ser cautelosos nas decisões a tomar. A doença propaga-se rapidamente mas desaparece lentamente. Os treinos das equipas podem iniciar, mas o Moçambola pode esperar”, disse o Chefe do Estado.

Nyusi convidou a Secretaria de Estado a liderar um processo de auscultação das federações nacionais para apresentar soluções para o desporto nacional a curto, médio e longo prazos, perante a situação prevalecente da Covid-19.

A reformulação do modelo competitivo de algumas provas não está fora de questão.

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