Director: Lázaro Manhiça

A SELECÇÃO Nacional Feminina Sub-20 de Futebol vai defrontar a África do Sul na segunda eliminatória de acesso ao Campeonato Mundial, a ter lugar na Costa Rica em 2022, depois de ter afastado Eswatini, por 2-0, no agregado das duas “mãos” (0-0, na primeira “mão”, e 2-0, na segunda, sábado em Maputo).

O jogo da primeira “mão” frente às sul-africanas realiza-se entre os dias 25 e 26 do próximo mês, sendo que o da segunda “mão” terá lugar entre os dias 9 e 10 de Outubro.

Para chegar a esta segunda eliminatória, a formação moçambicana venceu com agregado de 2-0, visto que na primeira “mão”, as treinadas de Júlia Fumo empataram sem golos na sua deslocação ao reino do Eswatini, há sensivelmente duas semanas.

No encontro da segunda “mão, sábado no campo da Associação Black Bulls, Moçambique ganhou por 2-0, com golos de Elsa, aos 20 minutos, e Nádia  aos 35.

“Não foi uma vitória fácil tendo em conta que na segunda parte as jogadoras acusaram algum cansaço. Sabíamos que teríamos algumas dificuldades e, viu-se pelas oportunidades de golo que ficaram por marcar na etapa complementar. Daqui para a frente é só pensar no próximo adversário e, claro, iniciar desde já a preparação para tal. Temos a plena consciência que teremos pela frente uma potência do futebol feminino ao nível da zona. Vamos desde já fazer uma avaliação daquilo que foi a nossa prestação”, afirma Júlia Fumo, treinadora da equipa nacional.

Por conseguinte, a falta de competição a nível interno por conta da pandemia da Covid-19 tem sido um factor condicionante para o bom desempenho das selecções. Uma das formas encontradas pelo Gabinete Técnico da Federação Moçambicana de  Futebol para manter as selecções  em competição foi a introdução dos torneios inter-provinciais que têm por objectivo  identificar jovens talentos (rapazes e meninas) o mais cedo possível por todo o país e, a partir daí, encaminhá-los para as respectivas selecções.

Paralelamente a isso, a selecção sénior feminina, ora comandada por Felizarda Lemos (Fifi), já se encontra a trabalhar com vista ao COSAFA, que este ano voltará a ter lugar na cidade de Port Elizabeth, no próximo mês, para depois enfrentar a África do Sul, em Outubro deste ano, nas eliminatórias de acesso ao Campeonato Africano das Nações (CAN). 

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A SELECÇÃO Nacional de futebol de praia perdeu, ontem, no jogo de estreia no Mundial-Rússia 2021, diante da Espanha, por 8-4, em jogo da primeira jornada do Grupo "B".

A derrota pesada deveu-se ao jogo bastante calculista dos espanhóis, actuais campeões europeus. 

No primeiro período,  o combinado nacional  até poderia ter-se adiantado no marcador,  não fosse a falta de concentração na finalização.  Nelson e Figo foram os primeiros a criar perigo. Na resposta , Antonio , pelo lado da Espanha, desferiu um remate fazendo a bola passar a escassos centímetros do poste. A partida estava aberta, e Moçambique reagiu com três jogadas que poderiam resultar em golo. Quem não esteve para meias medidas foi a Espanha que apontou três golos, saindo a vencer no primeiros 12 minutos, por 3-0.

O segundo período começou praticamente com o quarto golo dos espanhóis no lance de bola parada. A partir daí, Nelson, o melhor jogador do último CAN, começou a dar cartas e marcou dois golos. Foi o nosso melhor período. Os dois golos baralharam os espanhóis. Moçambique chegou a ter uma desvantagem de dois golos, 5-3,  e quando tudo indicava que estávamos a entrar nos carris, a Espanha sempre com remates bem colocados se agingantou. Sem Rachid em condições, Ussaca insistia em Morreira, mas era o Nelson e Figo a puxar por Moçambique. Foi dos pés de Figo que a equipa nacional fez o quarto golo. O jogo acabara por terminar com clara vitória da Espanha, por 8-4.

De referir que Moçambique conquistou a simpatia do público russo, visto que boa parte dos espectadores presentes no complexo Olímpicos de Luzynik puxou 

pelos comandados de Abineiro Ussaca.

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NASIR “Nelito” Salé é o homem escolhido para comandar a Selecção Nacional sénior feminina de basquetebol que entre os dias 16 e 27 do próximo mês de Setembro disputa o Afrobasket na capital camaronesa, Yaoundé.

Nelito foi apresentado ao fim da tarde de ontem, na sede da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB). É o regresso do técnico depois do Afrobasket de 2017. Aliás, é o treinador com mais presenças no Afrobasket. Além de Nelito, estarão como adjuntos Carlos Dezanove e Milton Manheira, dos Ferroviários de Maputo e da Beira, respectivamente.

Além de anunciar a equipa técnica, foram apresentadas as 17 jogadoras pré-convocadas, com destaque para as entradas de Yolanda Cossa, Sílvia Veloso, Carla Pinto, Stephânia Chiziane e Vilma Covane. Fazem parte ainda do grupo as habituais Dulce Mabjaia, Onélia Mutombene, Anabela Cossa, Elizabeth Pereira, Ingvild Mucauro, Eleotéria Lhavanguane, Leia Dongue, Odélia Mafanela, Nilsa Chiziane, Tamara Seda, Deolinda Gimo e Cecília Henriques.

Os trabalhos deveriam iniciar hoje, com treinos bi-diários, mas a FMB ainda não tem campo para treinos, tal como disse o seleccionador nacional, afirmando que só tem garantida ainda a pista de atletismo do Parque dos Continuadores.

Nelito fala de 21 treinos no território nacional e outros 17 na Turquia, onde deverá observar estágio pré-competitivo, antes de rumar para a capital camaronesa.

Moçambique está no grupo da morte, o “B”, juntamente com a bicampeã africana Nigéria e a poderosa selecção angolana. O Grupo “A” é composto pela anfitriã Camarões, Cabo Verde e Quénia. No Grupo “C” encontram-se os combinados nacionais de Senegal, Egipto e Gabão. Por fim, o Grupo “D” integra Mali, Costa do Marfim e mais uma selecção a ser indicada dentro de dias pela FIBA-África.

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A SELECÇÃO Nacional Feminina Sub-20 de Futebol realizou na tarde de ontem, no Campo da Associação Black Bulls (ABB), o seu primeiro treino de adaptação ao piso, antes do encontro diante da sua congénere de Eswatini,  referente à segunda “mão” da primeira eliminatória de acesso ao “Mundial” da categoria, a ter lugar na Costa Rica em 2022. O jogo está marcado para sábado, pelas 14.00 horas, no mesmo recinto.

Há sensivelmente 15 dias, no jogo da primeira “mão”, as “Mambinhas Ladies” não foram para além de um empate sem golos, em Manzini, o que abre boas perspectivas para o embate de sábado.

Para além da forte confiança expressa pelas atletas, a seleccionadora Célia Wate antevê um resultado animador para o embate que se segue. “Cometemos algumas falhas que estamos a tentar recficá-las ao logo da semana de forma a darmos o nosso máximo no sábado. Não queremos empatar para depois decidirmos o jogo aos penalties.Queremos vencer a eliminatória”,  promete a timoneira.

Para Wate, Moçambique já está com meio caminho andado para vencer a sua congénere de Eswatini. As representantes moçambicanas, que se encontram de estágio há uma semana, têm intensificado a sua preparação privilegiando os aspectos defensivos, posicionamento em campo, ofensivos, com particular destaque para a finalização.

“Preocupa-nos sobremaneira a questão da finalização. Tivemos várias oportunidades de golo por marcar mas a sorte não esteve do nosso lado. Vamos procurar melhorar na finalização e nalguns aspectos técnicos e tácticos da equipa. Conseguimos notar o comportamento das nossas adversárias e vamos procurar explorar ao máximo os erros cometidos por forma a assegurarmos a eliminatória. As jogadoras estão confiantes e esperam dar o melhor de si para vencer o jogo em casa”.

Caso Moçambique vença terá pela frente, na próxima eliminatória, a selecção sul-africana. O jogo da primeira “mão” deverá realizar-se entre os dias 25 e 26 do próximo mês, sendo que o da segunda “mão” terá lugar entre 9 e 10 de Outubro.

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O PRIMEIRO grupo da delegação moçambicana aos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020, que se disputam entre 24 de Agosto e 5 de Setembro, parte hoje para a cidade japonesa de Ehime, onde cumprirá um pré-estágio de cerca uma semana.

Para o efeito, a delegação moçambicana despediu-se na manhã de ontem do Secretário de Estado do Desporto (SED), Gilberto Mendes. Mas longe de ser apenas um acto de despedida, o momento foi preenchido durante largo tempo por reclamações do Comité Paralímpico de Moçambique.

“Desportivamente estamos bem preparados, mas estamos com dificuldades logísticas: temos défice na hospedagem e alimentação para três membros da delegação e  pocket money para toda a delegação”, disse Zeca Chaúque, presidente do Comité Paralímpico de Moçambique, quando lhe foi dada a palavra por Gilberto Mendes no anfiteatro da SED.

Mendes estranhou que os problemas logísticos tenham sido apresentados no momento da despedida da delegação quando, segundo acrescentou, espera-se outras manifestações.

O Comité Paralímpico ainda argumentou que por várias vezes tentou uma aproximação da SED, mas sem sucesso. Assim, os dois organismos decidiram reencontrar-se após os jogos de Tóquio para reestruturarem os mecanismos de trabalho, tendo a SED prometido encontrar mecanismos para que haja uma melhor participação do combinado nacional.

Entretanto, no campo desportivo, Gilberto Mendes disse que não é colocada nenhuma pressão à delegação moçambicana, “apenas honrem a bandeira e o terceiro lugar conquistado pela Edmilsa no Rio-2016. Deem alegrias aos jovens que lutam arduamente em Cabo Delgado”.

Lembre-se que após pequena estada em Ehime, a delegação seguirá para o local dos jogos, Tóquio, tendo a entrada na Vila Olímpica prevista para o dia 24 de Agosto. O regresso será a 13 de Setembro.

 Para estes Jogos Moçambique conta com dois atletas (Edmilsa Governo e Hilário Chavela) da categoria de T-13 (atletas com dificuldades de visão), com os quais se sonha com o pódio. Destes, a medalha de bronze do Rio de Janeiro-2016, Edmilsa Governo, é a maior esperança do pódio da delegação ao evento que marcará a estreia paralímpica de Hilário Chavela.

A Missão Moçambique aos Jogos Paralímpicos é chefiada por Luís Rodrigues, integrando ainda o presidente do Comité Paralímpico de Moçambique, Zeca Chaúque, uma responsável pela saúde, para além dos treinadores dos qualificados, nomeadamente Narciso Faquir e Fernando Lucas, respectivamente de Edmilsa e Hilário Chavela.

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