PELO menos 21 milhões de dólares norte-americanos estão sendo investidos, neste momento, pela empresa Electricidade de Moçambique (EDM) na reposição preliminar da parte das infra-estruturas da rede eléctrica danificadas, na cidade da Beira. Leia mais

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O BRASIL manifestou a vontade de aumentar os níveis de investimentos e diversificar as áreas de actuação em Moçambique, com vista a elevar as exportações dos dois países e reforçar os laços de cooperação económica. Leia mais

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O presidenteexecutivo da norte-americana Chevron, Michael Wirth, considera que o projecto de exploração de gás natural da Anadarko, em Moçambique, pode ser “um bom negócio” a longo prazo. Leia mais

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A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) apresentou até ao fecho do exercício fiscal de 2017 um resultado líquido de 2,7 mil milhões de meticais, o que corresponde a um aumento de 557 milhões de meticais, relativamente ao exercício fiscal de 2016 (2.1 mil milhões de meticais).

A informação consta do relatório de contas dos exercícios fiscais dos anos de 2016 e 2017, partilhado semana finda pela ENH.

Trata-se das primeiras demonstrações financeiras daquela companhia desde que, Omar Mitha, assumiu a presidência do Conselho de Administração em 2015, em substituição de Nelson Ocuane.

O crescimento resultou do aumento das vendas e bens e serviços de seis milhões de meticais em 2016, fixando-se em 8,3 milhões de meticais no ano seguinte.

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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, realça que a vasta experiência da empresa portuguesa ANA e da francesa, VINCI Airports, vai ajudar à optimização da capacidade instalada nos aeroportos moçambicanos.

"Encoraja-nos a experiência comprovada dos nossos parceiros, como o caso da VINCI Airports, um dos líderes do sector aeroportuário internacional, que gere 45 aeroportos nos mercados mais exigentes, como Estados Unidos da América, França, Reino Unido e Portugal", afirmou, falando segunda-feira, em Maputo.

A empresa francesa também tem provas dadas em mercados emergentes, como Camboja, Chile e Sérvia.

O governante considerou, que a ADM enfrenta os desafios da manutenção da sua rede aeroportuária espalhada pelo país, para poder contribuir na dinamização da economia nacional.

"Com este memorando, é nossa expectativa, que os parceiros apresentem, igualmente, uma melhor abordagem, para óptimas soluções de investimento e de concessão, para desenvolver os aeroportos, a médio e longo prazo", declarou Carlos Mesquita.

A empresa Aeroportos de Portugal (ANA) vai participar no projecto de optimização da gestão e desenvolvimento dos aeroportos de Moçambique, visando alinhar o sistema aeroportuário local com os padrões internacionais.

Uma nota do Ministério dos Transportes e Comunicações refere que a ANA assinou na segunda-feira, em Maputo, um acordo de cooperação com a empresa Aeroportos de Moçambique (ADM) e a francesa VINCI Airports.

Comentando o entendimento, o presidente do Conselho de Administração da ANA, José Luís Arnaut, destacou o potencial de colaboração que se abre com este acordo, assinalando o foco no desenvolvimento do sistema aeroportuário moçambicano.

A ANA, prosseguiu, está interessada "em contribuir com um estudo mais aprofundado das potencialidades de Moçambique" no domínio dos aeroportos.

"Nós acreditamos, seriamente, nas potencialidades do desenvolvimento turístico, económico e da plataforma que Moçambique poderá representar", destacou.

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