A AnadarkoMoçambique Área 1 (“AMA1”) confirmou, ontem, a conclusão bem-sucedida da aquisição da Anadarko Petroleum Corporation (“Anadarko”) (NYSE: APC) pela Occidental Petroleum Corporation (“Occidental”) (NYSE: OXY).

Como resultado da fusão, a Anadarko e a AMA1 continuarão a existir, como subsidiárias integrais da Occidental, com os accionistas pré-Fusão da Anadarko a deterem, aproximadamente, 16% das acções ordinárias da Occidental.

Em comunicado de imprensa, a Anadarko refere que conforme anunciado, anteriormente, no dia 3 de Agosto de 2019, a Occidental celebrou um contrato de compra e venda definitivo com a Total S.A. (“Total”).

Ao abrigo do contrato, a Total irá adquirir todos os activos da Anadarko na Argélia, no Gana, em Moçambique e na África do Sul, incluindo todas as participações da Anadarko na AMA1 (a “Transacção”).

A Transacção deverá ser concluída, imediatamente, após a recepção de todas as aprovações necessárias. A Occidental e a Total estão comprometidas com as operações da AMA1 em Moçambique e estão confiantes que a Transacção não terá impacto adverso nos negócios da AMA1 em Moçambique.

“A Occidental está, fortemente, comprometida em garantir, que durante o período em que for proprietária da AMA1, a direcção e o cronograma do projecto permaneçam inalterados. Durante as minhas discussões com o CEO da Total, Patrick Pouyanné, este expressou o forte compromisso da Total para com o projecto, e de construir sobre as bases sólidas estabelecidas pela Anadarko”, afirmou Vicki Hollub, presidente e CEO da Occidental.

A fonte acrescentou estar confiante “que a estreita parceria, que a Anadarko estabeleceu com Moçambique, irá continuar e tornar-se-á mais forte”.

Por seu turno, Patrick Pouyanné, CEO da Total, afirmou o compromisso da Total para com o projecto Mozambique LNG, reafirmando a importância da Mozambique LNG, para a Total, onde  a multinacional será o operador.

“Este é um activo único que se encaixa, perfeitamente, na nossa estratégia e nas nossas competências. Tenham, por favor, certeza do compromisso da Total em trazer o melhor das nossas capacidades humanas, técnicas e financeiras, para fortalecer ainda mais a execução do projecto sobre as bases sólidas estabelecidas pela Anadarko e seus parceiros, e implementar o projecto Mozambique LNG no interesse de todos os envolvidos, incluindo o Governo e o povo de Moçambique”, disse.

A Anadarko Moçambique Área 1, Lda. opera a Área 1Offshore com uma participação de 26.5 por cento. O co-empreendimento inclui a ENH Rovuma Área Um, S.A. (15 por cento), Mitsui E&P 2  Mozambique Area1 Ltd. (20 por cento), ONGC Videsh Ltd. (10 por cento), Beas Rovuma Energy Mozambique Limited (10 por cento), BPRL Ventures Mozambique B.V. (10 por cento) e PTTEP Mozambique Area 1 Limited (8.5 por cento).

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O Governo de Moçambique e a Electricidade de Moçambique (EDM) assinam hoje, sexta-feira, em Maputo, um acordo com o Banco Alemão de Desenvolvimento para o financiamento do Projecto de Interligação Moçambique-Malawi.

O projecto consiste na construção de uma linha de transporte de energia eléctrica de 218 quilómetros, entre Matambo, na província de Tete, e Phombeya, no Malawi, ligando as redes eléctricas dos dois países.

A nova linha de transporte vai ligar Malawi, pela primeira vez, ao grupo de empresas de electricidade da África Austral, o que permitirá a Moçambique exportar energia para aquele país vizinho.

O correspondente acordo de compra de energia e os demais acordos técnico-comerciais entre a EDM e a concessionária de energia eléctrica do Malawi, ESCOM, foram assinados em Abril deste ano, em Blantyre. (RM)

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O BANCO de Moçambique considera que a dívida pública interna do país continua a aumentar, entretanto, decidiu ontem reduzir as taxas de juro de política monetária que servem de referência para a banca comercial determinar o custo do dinheiro na sua relação com os clientes. Leia mais

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O Governo reforçou o Fundo de Comercialização Agrícola (FCA) para 90 milhões de meticais, foi ontem anunciado, em comunicado.

O FCA foi lançado no primeiro trimestre deste ano, com 50 milhões de meticais, e acaba de receber uma injecção de mais de 40 milhões de meticais.

O aumento do fundo decorre da assinatura de um memorando entre o Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) e a instituição financeira Gapi para disponibilizar uma linha de crédito especial para o comércio agrícola de pequena escala.

O primeiro montante, de 737 mil euros, financiou a compra de cerca de 13.500 toneladas de produtos diversos, de mais de 23.000 famílias, sendo que da referida quantidade, 62% corresponde à cultura de milho.

A parceria ICM-Gapi pretende também investir no agro-processamento e em programas de assistência técnica, com vista à capacitação de operadores nas zonas rurais e melhorar o seu acesso à tecnologias mais adequadas, bem como a serviços, explica o comunicado.

Passados seis meses após o lançamento da iniciativa, comerciantes rurais das províncias do Niassa, Cabo Delgado, Nampula, Tete, Zambézia, Manica e Inhambane já beneficiam de financiamento para a comercialização de produtos diversos, dos quais se destacam milho, feijão, soja, gergelim e amendoim.

 

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