Director: Lázaro Manhiça

 

A EMPRESA Electricidade de Moçambique (EDM), empresa pública, aponta o elevado potencial energético existente no país, aliado à localização geográfica privilegiada, que se traduz na partilha de fronteiras com seis países, como uma condição favorável para se tornar num pólo de geração de energia a nível da região e referência internacional.

A vantagem estratégica foi expressa pelo presidente do Conselho de Administração (PCA) da EDM, Marcelino Alberto, que falava semana passada, em Maputo, no lançamento do Plano de Negócios 2020/24, instrumento que incorpora a visão da empresa sobre o negócio desde a produção, transporte, distribuição e comercialização de energia eléctrica em todo o país e na região.

O documento estabelece os objectivos e metas estratégicas e o seu plano de implementação, as fontes de financiamento necessárias para a execução do plano operacional, de comunicação e “marketing”, dos recursos humanos e de investimento do capital.
“Projecções sugerem que a procura de electricidade irá aumentar cerca de 50 por cento na região até 2030, facto que constitui uma grande oportunidade comercial para a EDM”, disse Alberto, citado pela AIM.

Segundo Marcelino Alberto, a EDM identificou um conjunto de iniciativas que considera fundamentais para o desenvolvimento do negócio e futura sustentabilidade financeira, nas quais possui, conjuntamente com o governo, um papel determinante para a sua concretização.
Entre as iniciativas, o PCA da EDM apontou a massificação do acesso à energia; a redução de perdas não técnicas; o reforço da dotação de energia firme de fontes menos onerosas; a construção de um Centro Nacional de Despacho; a programação de Género para atingir 40%do índice de igualdade entre outras.
Segundo Alberto, a EDM tem, efectivamente, que encetar reformas e transformações profundas, se modernizar e abraçar novas e eficientes práticas de trabalho e de gestão no sector a nível global, que aliás a empresa tem estado a fazer nos últimos anos.

 

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A EMPRESA Montepuez Ruby Mining (MRM) está preocupada com o crescente número de incidentes, ataques e fatalidades envolvendo mineiros ilegais na sua concessão de rubis em Namanhumbir, na província de Cabo Delgado. Trata-se de uma concessão de aproximadamente 33.600 hectares, acreditando-se que seja o depósito de rubis mais recente descoberto no mundo. Leia mais

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A ECONOMIA do sector privado nacional registou, no mês passado, novas e acentuadas quedas na actividade e na procura, de acordo com os dados do último inquérito do Standard Bank, recentemente divulgado. O banco disse ainda que o declínio geral abrandou, ligeiramente, a partir de Agosto, para o que contribuiu o primeiro aumento de emprego em seis meses.Contudo, as previsões das empresas moçambicanas quase atingiram o valor mais baixo dos últimos quatro anos. Leia mais

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O PORTO da Beira, em Sofala, introduziu testes da Covid-19 para tripulantes de embarcações e camionistas de longo curso provenientes de países considerados de alto risco.

Até então, apenas os camionistas de longo curso eram submetidos ao diagnóstico da doença, no complexo portuário.

Além da obrigatoriedade de realizar testes, os tripulantes têm também uma movimentação restringida no recinto portuário.

As medidas são adoptadas numa altura em que o Porto da Beira já recebe navios de grande calado e alguns países começam a abrir as fronteiras.

Neste contexto, segundo o administrador marítimo na província de Sofala, António Vilanculos, há que se intensificar as acções preventivas do novo coronavírus, noticia a Rádio Moçambique.

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O FUNDO Monetário Internacional (FMI) aprovou, segunda-feira, uma nova ajuda de emergência para 28 dos países mais pobres do mundo, entre eles Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.

Com esta medida, que se segue a uma idêntica decretada em meados de Abril para 25 países, pretende-se auxiliar estas nações a cobrir o pagamento da dívida para com o FMI nos próximos seis meses e “libertar os escassos recursos para esforços em termos de emergência médica e ajuda” face à pandemia de covid-19.

Os países que receberam a primeira parcela da ajuda em Abril são Afeganistão, Benim, Burkina Faso, República Centro-Africana, Chade, Comores, República Democrática do Congo, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Haiti, Libéria, Madagáscar, Malawi, Mali, Moçambique, Nepal, Níger, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Serra Leoa, Ilhas Salomão, Tajiquistão, Togo e Iémen.

Este alívio da dívida é canalizado pelo Fundo Fiduciário de Assistência e Resposta a Desastres, que permite ao FMI fornecer subsídios aos países mais pobres e vulneráveis atingidos por desastres naturais ou de consequências severas para a saúde pública.

Sujeito a recursos suficientes do fundo, as doações podem ser feitas por um período de dois anos, até meados de Abril de 2022, por um valor total estimado de 959 milhões de dólares (69,4 mil milhões de meticais).

A meta do FMI é dotar este fundo fiduciário com 1,4 mil milhões de dólares (101 mil milhões de meticais) para que também se possa responder a outras necessidades no futuro.

Até o momento, o valor das contribuições chega a pouco mais de 508 milhões de dólares (36,6 mil milhões de meticais), oriundas do Reino Unido, do Japão, da Holanda, da Suíça, da Noruega, da China, do México, da Suécia, da Bulgária, do Luxemburgo e de Malta.

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