Director: Lázaro Manhiça

CERCA de 2.200 trabalhadores perderam os seus empregos, no primeiro semestre deste ano, na cidade de Maputo, em resultado de encerramento de 16 empresas, devido  ao impacto da pandemia da Covid-19.

No mesmo período, mais de 20 mil novos postos de emprego foram criados, na sua maioria no sector privado,  dos 11.720 planificados.

Os dados foram avançados segunda-feira (30), pelo Secretário doEstado da cidade da Maputo, Vicente Joaquim, no Fórum Provincial de Consulta e Concertação Social (FOCCOS).

O evento decorreu sob o lema “Em prol do diálogo social, paz laboral e desenvolvimento económico na cidade de Maputo”, e visava, dentre outros temas, avaliar o impacto das restrições no âmbito da Covid-19, medidas e resultados esperados para economia, bem como a problemática da falta de transporte na capital.

Vicente Joaquim referiu que os temas propostos retratama situação actual dostrabalhadores, empregadores,  Governo, bem como outros sectores da sociedade.

Apontou que, apesar daconjuntura económica não corresponderainda às expectativas, os resultados alcançados são positivos e encorajadores.

Indicou que os parceiros sociais, nomeadamente empregadores e  trabalhadores, têm sido parte activa na implementação dos programas do governo.

“Essa participação inclui a promoção do diálogo social, assim como a colaboração activa na produção de políticas sócio-laborais e económicas viradas para o bom ambientedenegócios, pressupostos essenciaispara a criação de mais postos de trabalho”, sublinhou.

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O INDICADOR do Clima Económico (ICE) moçambicano, que mede a confiança dos empresários, registou uma queda no segundo trimestre, fechando Junho com 85,7 pontos - menos um ponto que em Maio - anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O ICE registou assim uma queda "pelo segundo trimestre consecutivo", com um saldo que se mantém "abaixo da média", registada desde 2004 e que se situa em 98,4 pontos.

"A conjuntura continuamente desfavorável foi influenciada pela baixa perspectiva de procura que suplantou o ligeiro aumento da perspectiva de emprego", descreve o INE.

As flutuações económicas continuam ligadas à evolução da pandemia de Covid-19 e restrições associadas às respectivas medidas de prevenção.

O ICE faz parte do boletim de indicadores de Confiança e de Clima Económico uma publicação mensal sobre a conjuntura de Moçambique, compilada com base num inquérito realizado também todos os meses pelo INE às empresas do sector não financeiro.

"O estudo expressa a opinião de agentes económicos acerca da evolução e perspectiva da sua actividade, particularmente sobre emprego, procura, encomendas, preços, produção, vendas e limitações de atividade", explica a autoridade estatística moçambicana.-(LUSA)

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A TAXA de juro de referência de Moçambique vai manter-se em 18,9% em Setembro, anunciou hoje (31) a Associação Moçambicana de Bancos (AMB).

Será o sexto mês consecutivo de manutenção da 'prime rate', que se fixou naquele valor desde 01 de Abril.

Tal como nos meses anteriores, a taxa a vigorar em Setembro calculada pela AMB e Banco de Moçambique tem por base num indexante único de 13,3% (calculado pelo banco central) e um prémio de custo de 5,6% (definido pela AMB).

A criação da 'prime rate' com um valor inicial de 27,75% foi acordada entre o banco central e a AMB em Junho de 2017 para eliminar a proliferação de taxas de referência no custo do dinheiro.

O objectivo é que todas as operações de crédito sejam baseadas numa taxa única, "acrescida de uma margem (spread), que será adicionada ou subtraída à 'prime rate' mediante a análise de risco" de cada contrato, explicam os promotores.- LUSA

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O MINISTÉRIO da Agricultura e Desenvolvimento Rural está a levar a cabo uma auscultação pública sobre a revisão da lei do caju, com vista a adequar a realidade actual do mercado e garantir maiores rendimentos na produção, processamento, comercialização, bem como capitalizar recursos financeiros.

O director do Serviço Nacional dos Estudos, Planificação e Cooperação, no Instituto Nacional das Amêndoas em Moçambique (IAM), Santos Frijon, que falava há dias na cidade da Maxixe, província de Inhambane, disse que a auscultação decorre à escala nacional e a etapa a seguir será a sistematização das contribuições colhidas para posteriormente serem levadas à apreciação do Conselho de Ministros.

Santos Frijon fez saber que a revisão surge da necessidade de se rever e consolidar o regime jurídico do subsector de amêndoas, através da sua adequação às exigências actuais do mercado, ao estímulo da competitividade entre os actores da cadeia de valor e garantir a segurança e tranquilidade necessárias aos investimentos. Leia mais

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O PROJECTO de gás natural liquefeito Mozambique LNG da Total Energies poderá retomar as suas actividades dentro dos próximos 18 meses, graças ao retorno da segurança e estabilidade, fruto das operações das forças militares conjuntas dos países,membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e do Ruanda, anunciou recentemente, o presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Akinwumi Adesina.
A direcção da Total Energies suspendeu as obras do seu projecto Mozambique LNG, orçado em 20 biliões de dólares, por questões de segurança, na sequência do último ataque terrorista ocorrido a 24 de Março contra a vila-sede do distrito de Palma a escassos quilómetros de Afungi, localidade onde devia estar a ocorrer a construção de projectos de exploração de gás natural. Leia mais
 

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