Uma delegação da Autoridade Tributária (AT) encabeçada pela respectiva presidente, Amélia Nakhare, esteve, recentemente, em Portugal, com objectivo de estreitar os laços de cooperação com a Autoridade Tributária e Aduaneira local. Leia mais

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A empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM) está a trabalhar na expansão e melhoria do abastecimento de energia eléctrica nos 33 bairros da cidade de Chimoio, capital da província de Manica. Para o efeito, arrancaram há dias, as obras de montagem de mais de 70 postos de transformação de energia (PT), um investimento financiado com fundos da EDM com apoio financeiro do Banco Europeu de Investimento, através do Programa de Desenvolvimento Para Acesso a Energia (EDAP). Leia mais

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Termina hoje a subscrição para a compra de 2,5 por cento das acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB). A venda de 680 milhões de acções, que podem ser adquiridas a três meticais cada, é destinada apenas aos moçambicanos ou empresas moçambicanas interessadas.

A operação, denominada Oferta Pública de Venda, enquadra-se na recomendação feita aos accionistas pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, com o objectivo de promover a inclusão económica dos moçambicanos.

 

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O Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, diz que uma das soluções para a redução do nível de importação de produtos e serviços é a reactivação das indústrias paralisadas.

Ragendra de Sousa, que falava ontem, em Maputo, no segmento do XVII Conselho Coordenador do Ministério da Indústria e Comércio (MIC), convidou aos demais a olharem para a planta que o país ostenta, quanto às indústrias desactivadas.
“Estamos a importar quase 15 milhões de dólares em pneus sem qualidade, mas temos uma Mabor (fábrica de pneus) parada. Os copos onde bebemos a nossa água também são importados, mas temos uma vidreira. Com a exploração do gás, daqui a oito anos a renda dos moçambicanos vai crescer, e quando isso acontece numa economia, o tipo de produto que o cidadão quer muda para aquilo que se chama indústria ligeira”, disse o ministro.
De acordo com o governante, o país precisa de produzir, por exemplo, geleiras, pilhas, rádios, entre outros produtos, e, para isso, é necessário que as fábricas funcionem, porque só assim haverá substituição das importações.
“Estes produtos que mencionei já foram produzidos aqui em Moçambique. Então, a estratégia não é muito difícil de desenhar. É fazermos um levantamento das fábricas que temos no país e que estão paradas, incentivar o empresariado nacional, de forma individual ou associativa, para repor a produção”, sublinhou.
O ministro disse que o país continua na sua máxima força e o anúncio de investimento final na bacia do Rovuma, pela Anadarko, muda o espectro das possibilidades e oportunidades da economia nacional.
“Devem fazer com que em pouco tempo sejamos capazes de ser assertivos, pro-activos, coligados e substancialmente inclusivos nesta nova etapa do progresso económico de Moçambique”, disse.
O XVII Conselho Coordenador do MIC, de dois dias, conta com a participação de quadros a nível central e provincial da instituição, entre outros convidados de diferentes entidades, e decorre sob o lema “Conjugando parcerias e sinergias para a dinamização da indústria e comércio em prol do desenvolvimento económico”.

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O antigo Presidente, Joaquim Chissano, considera Moçambique e a China como um exemplo de relações de amizade e cooperação entre dois países, em que nenhuma barreira foi capaz de impedir a partilha de uma história e destino comuns.
O antigo chefe do Estado moçambicano falava ontem, em Maputo, durante um seminário de amizade entre os dois países, que serviu para reavivar as relações entre as partes, no qual ele foi um dos principais oradores.
“As relações entre Moçambique e China são de dimensão secular e têm se fortalecido e desenvolvido de modo complexo e multiforme, resistindo às intempéries do tempo. Os factores e condições que permitiram o seu estreitamento, desde a luta de libertação até hoje, são um verdadeiro exemplo de amizade entre as duas nações”, considerou, segundo a AIM.
Para um melhor entendimento das relações estreitas e frutuosas entre os dois países, segundo Chissano, é necessário revisitar a história da luta pela independência de Moçambique, onde a China contribuiu de diversas formas.
Neste contexto, destacou que o apoio providenciado, em Nachingwea (Tanzania), pelo governo chinês no início da luta armada de libertação nacional mostrou que os dois povos partilham a mesma história de luta e destino comum.
“Os chineses apoiaram a Frente de Libertação Nacional na formação de instrutores moçambicanos, disseminarem as técnicas militares para poder se desencadear a luta pela libertação do país. Em quase todas as fases de luta de libertação os moçambicanos contaram com o apoio da China”, disse.
Chissano reiterou que as barreiras impostas pelos oceanos não foram capazes, ao longo do tempo, para impedir que as duas nações partilhassem uma história e destino comum, “assentes num passado de conquistas e num presente de desafios, na luta tenaz pela defesa da soberania, desenvolvimento sustentável e prosperidade económica e social”.
O governo de Moçambique, representado pelo Secretário Permanente do Ministério dos Combatentes, António Máquina, garantiu que do seminário Moçambique-China sairão resultados positivos que servirão para promover, preservar e consolidar as relações de cooperação entre os dois países, sobretudo para a valorização da história da luta de libertação nacional.

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