AS Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) poderão retomar os voos para Europa a partir do primeiro trimestre do próximo ano. O Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, que anunciou o facto, garantiu também que, neste momento, decorrem os preparativos necessários para que a companhia entre no espaço europeu sem restrições. Leia mais

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Os accionistas da multinacional norte-americana Anadarko, petrolífera que lidera um dos maiores projectos de gás natural em marcha em Moçambique e em África, vão decidir a 8 de Agosto a venda da empresa, anunciou a administração em comunicado. Leia mais

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Os accionistas da Anadarko, petrolífera, que lidera um dos maiores projectos de gás natural em marcha em Moçambique e em África, vão decidir a 08 de Agosto a venda da empresa, anunciou a administração em comunicado.

"A Anadarko vai promover um encontro especial de acionistas a 08 de Agosto, para votarem a proposta necessária para completar a fusão" com a petrolífera Occidental, lê-se no comunicado divulgado na quinta-feira e citado pela Lusa.

As duas petrolíferas têm sede nos Estados Unidos da América (EUA) e depois de completada a fusão, que está a ser concertada entre as duas firmas desde Maio, a Occidental vai vender os projetos da Anadarko em África à francesa Total - incluindo a Área 1 da bacia do Rovuma, no Norte de Moçambique, um investimento de 25 mil milhões de dólares.

A venda do conjunto de empreendimentos africanos à Total por 8,8 mil milhões de dólares consta já de "um memorando de entendimento, datado de 03 de Maio de 2019", refere o documento.

O negócio está condicionado à conclusão da fusão - que passa pela votação de 08 de Agosto -,à redacção de um contrato definitivo de compra e a aprovações regulamentares exigidas, entre outras condições legais habituais nestas transações.

"A Occidental e a Total pretendem celebrar um contrato definitivo de compra" antes de a fusão com a Anadarko ser fechada, o que por sua vez deverá acontecer até final do ano, refere o documento da administração - ressalvando, no entanto, que a data depende de processos, que envolvem outras entidades.

Mesmo que o prazo não seja cumprido, o memorando de entendimento deixa uma margem confortável, para que o negócio aconteça: até 01 de Dezembro de 2020.

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O projecto “Pólos Integrados de Crescimento”, do Ministério da Economia e Finanças, já consumiu cerca de 70 por cento dos 100 milhões de dólares norte-americanos financiados pelo Banco Mundial.
O coordenador do projecto, Danilo Nalá, disse, semana passada, à imprensa, na cidade de Nampula, que as componentes de abastecimento de água e estradas gastaram, cada uma, cerca de 24 milhões de dólares, enquanto a componente do Fundo Catalítico para Inovação e Demonstração, FCID, de apoio aos pequenos produtores associados, consumiu, até agora, cerca de 20 milhões de dólares.
Nalá falava à margem do seminário de divulgação dos resultados do FCID, com projectos no Corredor de Nacala, abrangendo as províncias de Nampula, Niassa, Cabo Delgado e Zambézia e, no Vale do Zambeze, onde opera em Tete, Manica e Sofala.
Segundo a AIM, o projecto arrancou em 2013 e termina em Outubro próximo, encerrando um ciclo de seis anos.
“De momento não temos qualquer indicação de que haverá renovação do projecto”, explicou Nalá, para quem este foi um projecto muito complexo com vários graus de componentes e subcomponentes.
“Tem quatro principais componentes, que são: apoio ao agro-negócio no Vale do Zambeze, apoio ao desenvolvimento do Corredor de Nacala, apoio à capacitação institucional e, a última, que é a gestão do próprio projecto. Do ponto de vista de resultados, no caso do FCID, que estamos a avaliar aqui, está praticamente na fase final. Foram aprovados, no geral, e já em implementação, 19 projectos, que vão absorver uma média de 20 milhões de dólares norte-americanos”, explicou. 
Nalá conclui que “do leque de actividades que estavam previstas, praticamente, todas foram realizadas. Estamos satisfeitos e podemos considerar que foi um sucesso, pois há alguns subcomponentes de água e estradas em Nampula e no Vale do Zambeze que serão entregues por estes dias”.
Apesar dos sucessos referidos, o governador da província de Nampula, Victor Borges, disse que os desafios persistem, uma vez que este projecto termina em breve e é necessário encontrar outros caminhos.
“É preciso pensar, com a conclusão do projecto, qual é o caminho seguinte, o que fazer para expandir o processo, expandir a produção para satisfazer a demanda e pensar na exportação para melhor contribuir para a balança de pagamentos do país”, defendeu.

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Cerca de sete biliões de meticais foram investidos em Cabo Delgado, durante o primeiro semestre deste ano, na implementação de diversos projectos de desenvolvimento económico.

 O valor foi aplicado por mais de trezentas e sessenta empresas, entre nacionais, estrangeiras e mistas, licenciadas no período em referência pelo Balcão de Atendimento Único (BAU).

O director do BAU, em Cabo Delgado, Belmiro dos Santos Casimiro, disse à Rádio Mocambique que aquele investimento representa um crescimento de 2%, quando comparado com o do mesmo período do ano passado.

 Belmiro dos Santos Casimiro disse que as empresas licenciadas são dos ramos da indústria, turismo, comércio, construção civil, prestação de serviços e agropecuária.

 

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