O ESTÍMULO ao empreendedorismo feminino constitui uma importante ferramenta na luta pela inclusão da mulher na economia, razão pela qual a Munay (uma associação juvenil), em parceria com a Incubadora de Negócios do Standard Bank, organizou recentemente uma sessão de transmissão de conhecimentos sobre liderança e empreendedorismo a adolescentes e jovens com idades compreendidas entre os 16 e 30 anos.  Leia mais

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O número de empresas italianas que vão participar na Feira Internacional de Maputo (FACIM), a ter lugar próximo mês, no distrito de Marracuene, província de Maputo, vai duplicar em relação ao ano passado.

Este facto pode ser entendido como uma primeira resposta ao convite formulado pelo Presidente da Repúblicano Fórum de Negócios Moçambique-Itália,realizado ontem em Romae sinal da vontade de investir mais no país.

Dados a que o “notícias” teve acesso indicam que no ano passado a Itália esteve representada na FACIM com cerca de 20 empresas, mas este ano o mesmo poderá subir para mais de 40 companhias,em representação de diversos sectorescomo gás,agricultura, transportes, logística, entre outras.

Aliás,o próprio embaixador da Itália em Moçambique, Marco Contivelli,considera que este é apenas o começo de uma relação comercial que poderá vir a registar um crescimento astronómico nos próximos anos.

A FACIM é omaior e mais importante evento de promoção de negócios realizado em Moçambique e nele participam empresas de quase todo o mundo com interesse de investir ou fazer negócios com a contraparte moçambicana. 

Filipe Nyusi classifica a realização do fórum como parte do compromisso dos dois estados em elevar as relações económico-empresariais ao mesmo nível dosexcelentes laços político-diplomáticos.

“É esta a essência da nossa diplomacia económica, a razão da integração, nas nossas delegações, de representantes do sector empresarial”, justificou Nyusi.

Na ocasião,o Chefe doEstado recordou que as relações económico-comerciais hoje são mais intensas, mercê das descobertas de grandes reservas de gás naturais efectuadas pela italiana Eni, na bacia do Rovuma, em Cabo Delgado.

O intercâmbio comercial entre os dois países atestou-se nos últimos anos, com cifras a atingiremos 600 milhões de dólares norte-americanos.

Filipe Nyusi destaca que é interesse de Moçambique aprimorar estratégias de modo a tirar melhor beneficio do apoio financeiro e assistência técnica da Itália, especialmente no quadro da iniciativa Itália-África.

Acrescentou que nos últimos anos testemunha-se a uma tendência cada vez mais crescente de investidores italianos, tornando-se, a Itália, no maior investidor europeu em Moçambique. Em 2017, foi o quarto maior parceiro eo primeiro entre os países da União Europeia.

No período 2014-2018 foram aprovados 31 projectos,orçados em mais de 25 milhões de euros, com a previsão de empregabilidade de mais de 1.300 cidadãos moçambicanos.

O dia de ontem na Itália foi ainda marcado por conversações entre o Presidente da República e o seu homólogo italiano Sergio Mattarella e ainda com o Primeiro-Ministro deste país europeu, Giuseppe Conte.

No final do dia, o Presidente Nyusi e delegação que o acompanha deixaram Roma, com destino a Milão, onde está agendado para hoje mais um fórum de negócios com empresas italianas especializadas no sector do petróleo e gás.

TITOS MUNGUAMBE, em Roma

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, afirmou, hoje, em Roma, que as relações bilaterais, entre Moçambique e a Itália, tornaram-se mais intensas mercê da recente descoberta de jazigos de gás natural, efectuadas pelas companhias deste país.

Segundo Nyusi, o intercâmbio comercial entre os dois países, atingiu nos últimos anos, uma cifra, que atinge, aproximadamente, 600 milhões de Euros. “Estamos perante um parceiro estratégico, que interessa consolidar a cooperação, em diversas áreas de actuação, para o progresso e desenvolvimento dos povos dos dois países”, referiu.

“Nesta importante amizade deve-se mencionar as diversas intervenções de cooperação, para o desenvolvimento, que ocorreram durante os últimos 30 anos, o que torna a Itália um dos principais parceiros estratégicos de Moçambique, por ser, igualmente, a terceira encomia, que investe em Moçambique”, afirmou.

É interesse de Moçambique aprimorar estratégias de cooperação, de modo a tirar os melhores benefícios nas áreas definidas pelo nosso Governo, que são a agricultura, energia, infra-estruturas e turismo e energia, referiu.

Durante a abertura do fórum Empresarial Moçambique-Itália, foi rubricado um acordo de financiamento destinado a empresas italianas interessadas em investir em Moçambique.

O memorando foi assinado pelo presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, CTA, Agostinho Vuma, e a CONFINDUSTRIA, da Itália, representada por V. Boccia.

Nyusi salientou, que, neste momento, mais de 40 empresas de origem italiana estão a operar em Moçambique.

Mais detalhes nas próximas horas.

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Moçambique registou no mês de Junho do ano em curso uma deflação mensal de 0,23 por cento, segundo uma nota de imprensa do Instituto Nacional de Estatística (INE), que justifica o facto pela diminuição do Índice de Preços no Consumidor (IPC) com a sazonalidade da oferta de hortícolas, incluindo batata e outros tubérculos.

Os dados são recolhidos nas principais cidades, nomeadamente, a capital do país, Maputo e as cidades da Beira e Nampula, respectivamente.

Da análise da variação mensal por produto destaque vai para a queda de preços do tomate (4,9%), couve (10,8%), alface (10,9%), coco (7,7%), feijão manteiga (2,8%), carvão vegetal (0,9%) e da farinha de milho (2,3%), que contribuíram no total da deflação mensal com cerca de 0,27pp negativos.

Entretanto, alguns produtos, com destaque para o peixe fresco (2,8%), pão de trigo (0,5%), cigarros (2,6%), camisas para crianças (5,6%), camarão fresco (3,6%), os sabonetes (2,0%) e da carne de cabrito fresca (1,1%) contrariaram a tendência de queda de preços, ao contribuírem com cerca de 0,14pp positivos.

Segundo a mesma nota, de Janeiro a Junho de 2019 o país registou uma subida de preços na ordem de 1,38%. As divisões de alimentação e bebidas não alcoólicas, habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis, restaurantes, hotéis, cafés e similares foram as responsáveis pela tendência geral de subida de preços, ao contribuirem, respectivamente, com aproximadamente 0,80pp; 0,17pp e 0,15pp positivos.

Desagregando a inflação acumulada por produto, merece destaque a subida dos preços do tomate, do pão de trigo, cebola, electricidade, veículos automóveis ligeiros novos, feijão manteiga, hamburgueres, pregos, bifanas, cachorros e similares, que comparticiparam com 1,11pp positivos no total da inflação acumulada.

Relativamente a igual período de 2018, o país registou uma subida de preços na ordem de 2,30%. As divisões de saúde e educação foram, em termos homólogos, as que tiveram maior variação de preços, com 6,56% e 4,39%, respectivamente.

Em relação à variação acumulada, a cidade da Beira foi a que teve o maior aumento do respectivo nível geral de preços, com 2,70%, seguida das cidades de Nampula, com 1,58%, e de Maputo com 0,83%.

Em termos homólogos, a cidade da Beira liderou a tendência de aumento do nível geral de preços, com 3,61%, seguida da cidade de Nampula, com 3,27%, e por último a cidade de Maputo, com 1,39%.

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AS províncias de Nampula e da Zambézia, Norte e Centro do país, constituem prioridade na cooperação com a União Europeia (UE) de tal forma que esta organização decidiu disponibilizar 325 milhões de euros para apoiar os esforços do governo no desenvolvimento rural.  Leia mais

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