Os transportadores moçambicanos já estão a acumular prejuízos estimados em um milhão de dólares por dia, devido à insegurança que se regista na África do Sul, após a eclosão de uma onda de violência xenófoba no início desta semana.

A informação foi avançada pelo vice-Presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA), Castigo Nhamane, em conferência de imprensa ontem, em Maputo, e que tinha por objectivo abordar os tumultos que se registam naquele país vizinho.

Segundo dados da CTA, os prejuízos poderão atingir três milhões de dólares, quando acrescidos às perdas sofridas pelas companhias transportadoras de passageiros.
“Dados preliminares indicam que cerca de 300 camiões de transportadores moçambicanos entravam, diariamente, na vizinha África do Sul, para o transporte de carga diversa, mas desde que iniciaram os tumultos deixaram de entrar naquele país, deixando cerca de 2.000 trabalhadores paralisados, com o negativo impacto que esta situação produz nas famílias dos mesmos”, lamentou Nhamane.
A fonte acrescentou que um total de sete camiões, seis estrangeiros e um de uma empresa moçambicana foram incendiados ao longo da Estrada Nacional Número Três (EN3), durante os tumultos. Os camionistas moçambicanos também têm vindo a reportar actos que intimidam e transmitem insegurança em diversas vias, afectando as suas actividades
“Desde a semana passada, os tumultos incidem sobre os camionistas estrangeiros, havendo registo de cerca de sete camiões incendiados na EN3, entre a localidade de Eastcourt e a portagem do rio Mooi, na província de Kwazulu-Natal, a nordeste da África de Sul”, anotou.

(AIM)
 

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DADA a situação de xenofobia, que prevalece na vizinha África do Sul, o sector privado nacional apela para uma intervenção urgente do governo, de modo a pôr fim a estes tumultos, que, estão a afectar as economias dos dois países e ceifam vidas. O apelo foi lançado ontem, em Maputo, pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), em conferência de imprensa, com objectivo de se pronunciar sobre os tumultos na África do Sul. Leia mais

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MOÇAMBIQUE e Seychelles pretendem aumentar o fluxo de circulação de pessoas e bens, entre os dois países, através do alargamento da oferta de serviços de aviação civil. Para o efeito, o Conselho de Ministros aprovou, terça-feira última, a resolução do acordo, para a prestação de serviços aéreos, entre os dois países, que foi celebrado em Maio. Leia mais

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Investidores moçambicanos e estrangeiros poderão, brevemente, contar com uma plataforma digital que irá ajuda-los a obter informação sobre oportunidades de investimentos e exportações existentes em Moçambique.
A primeira versão da plataforma foi apresentada na 55.ª Edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), organizada pela Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), que decorreu sob o lema “Moçambique e o mundo: alargando um mercado, promovendo investimento e potenciando parcerias”.
“O investidor não precisa sair do seu país para vir a Moçambique, de modo a identificar, analisar e tomar decisões sobre as principais potencialidades de investimento, ou seja, no conforto do seu sofá poderá fazer uma avaliação das oportunidades, perceber quais os procedimentos e etapas, assim como verificar os custos envolvidos, bem como o nível de rentabilidade esperado”, afirmou Mário Gomes, Coordenador Nacional do Programa PIGA em Moçambique.
“O portal ‘One stop shop for investment-business' será usado como porta de entrada para qualquer investidor, em qualquer parte do mundo”, sublinhou, segundo a AIM.
Em entrevista à AIM, Mário Gomes disse ainda que o portal irá, igualmente, beneficiar o empresário moçambicano que pretenda exportar os seus produtos para o mundo fora.
“Através do portal, o empresário poderá saber dos procedimentos alfandegários, assim como dominar as diversas janelas, como o AGOA, entre outras, para iniciar o processo de exportação, quer para a China, assim como para o resto da Ásia, Europa e Estados Unidos da América”, elucidou.
Segundo Gomes, numa primeira fase o portal estará disponível em três línguas, nomeadamente, português, inglês e mandarim. Espera-se que com o tempo se possa expandir para outros idiomas, tais como francês, árabe, japonês, italiano, turco, de modo a poder-se chegar a mais interessados.

 

 

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O Presidente da República disse ontem, em Maputo, esperar que o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) seja cada vez mais credível no exercício da sua missão de órgão executivo central do sistema estatístico nacional. Filipe Nyusi manifestou a expectativa ao conferir posse à Eliza Mónica Ana Magaua como presidente do INE, em sucessão de Rosário Fernandes, que pôs à disposição o lugar que ocupava desde 2016. Leia mais

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