Director: Lazaro Manhiça

O BCI alargou, na sexta-feira, por mais três meses, o prazo de utilização dos seus cartões de débito e pré-pagos, tanto dos particulares, como de empresas.

Os cartões que expiram a partir do mês de Maio serão, com efeito, automaticamente prolongados por um período de três meses, a contar da data da sua expiração.

Esta medida que tem em vista reduzir a afluência de clientes às agências para a troca de cartões expirados ou levantamento dos novos, reforça o conjunto de medidas que o banco vem tomando perante os desenvolvimentos relativos à evolução do novo coronavírus, em conformidade com as recomendações das autoridades de saúde nacionais e internacionais.

Recorde-se que o BCI reforçou a sua capacidade para permitir uma utilização mais intensiva dos canais alternativos, potenciando a vasta rede de ATM, de POS e plataformas alternativas, como os canais daki via Internet (eBanking) e APP BCI, o Whatsapp daki e o Celular daki (*124#), que para além do pagamento com cartão ou através de meios digitais, possibilitam a realização de operações bancárias de forma cómoda e segura, em alternativa à deslocação a uma unidade de negócio.( -Notícias/RM)

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O Estado moçambicano está a analisar 21 propostas técnicas e financeiras para a construção da linha de transporte de energia entre Temane e Maputo, no Sul de Moçambique, anunciou fonte do Ministério dos Recursos Minerais e Energia. Leia mais

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O Ministério da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, vai introduzir neste quinquénio reformas para garantir um ambiente saudável de negócio no país.

Mesquita falava em Lichinga, no Niassa, que a reforma visa criar um pacote que garante um melhor ambiente de negócios ao empresariado nacional e aos investidores estrangeiros com interesses de operar em Moçambique.

O dirigente afirmou, num encontro com os empresários de Lichinga, que outro desafio do sector é de criar uma plataforma de defesa do empresariado nacional, de modo a sentir-se em pé de igualdade com os investidores estrangeiros.

Por sua vez Inocêncio Sotomane, presidente do conselho empresarial do Niassa, mostrou-se preocupado com o encerramento total de alguns estabelecimentos, mesmo cumprindo na íntegra as orientações do Decreto do Estado de Emergência, no país.

(Notícias/RM)

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A Total reafirmou a data de exploração do gás natural em Moçambique, sete semanas após a suspensão temporária de actividades devido à descoberta do primeiro caso daCovid-19 no futuro complexo industrial de processamento do gás natural em Cabo Delgado.

“Com base nas previsões actuais, a suspensão temporária de actividades não terá um impacto material no cronograma do projecto e continuamos no caminho certo para efectuarmos a entrega das primeiras cargas de Gás Natural Liquefeito (GNL) em 2024”, lê-se na newsletter da petrolífera francesa distribuída à imprensa.

O primeiro caso de Covid-19 descoberto no complexo industrial de processamento de gás natural da Total em Afungi, Cabo Delgado, foi anunciado a 2 de Abril, seguindo-se várias outras infecções que tornaram o local um foco de contaminação e que colocaram a província com maior número de casos de Covid-19 em Moçambique.

A petrolífera foi obrigada a isolar alguns trabalhadores e suspender temporariamente as suas actividades, deixando em funcionamento apenas “trabalhos mínimos” na área do projecto para a exploração de gás no Norte de Moçambique.

“Por enquanto, os que permanecem em Afungi estão a trabalhar na segurança e na logística, bem como no programa de desinfecção. Depois que o sítio for declarado livre da Covid-19 e em conformidade com as directrizes do Ministério da Saúde, retornaremos gradualmente ao trabalho”, acrescenta a petrolífera francesa.

O projecto Mozambique LNG será o primeiro empreendimento em terra de exploração do gás natural na bacia do Rovuma, constituído inicialmente por dois módulos com uma capacidade nominal de 12,88 milhões de toneladas por ano (mtpa).

Os projectos de gás natural devem entrar em produção dentro de aproximadamente cinco anos e colocar a economia do país a crescer mais de 10% anualmente, segundo o Fundo Monetário Internacional e outras entidades.

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O GOVERNO da província de Maputo está a mobilizar as indústrias existentes neste ponto do país a abraçar as iniciativas do Executivo no combate à pandemia do novo coronavírus em Moçambique. A informação foi avançada recentemente no distrito da Namaacha pelo governador da província, Júlio Parruque, durante uma acção de distribuição de produtos alimentares, máscaras, entre outros a idosos e famílias desfavorecidas, no âmbito do combate ao novo coronavírus. Leia mais

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