Director: Lázaro Manhiça

A EMPRESA mineira Fura Mining Mozambique leva esta semana a leilão os primeiros 300 mil quilates de rubis, em duas licitações a decorrerem na Índia e Tailândia. Este seráo primeiro leilão de rubis, que são extraídos da concessão mineira, que a companhia explora no distrito de Montepuez, na província de Cabo Delgado.

Na exportação dos referidos rubis, a empresa pagou um imposto preliminar ao Estado moçambicano no valor em cerca de 32 milhões de meticais, sendo que o remanescente será desembolsado depois do leilão.

A informação foi avançada ontem, em Maputo, pelo Secretário Executivo da Unidade de Gestão do Processo Kimberley, Castro Elias, em conferência de imprensa, que visava lançar a leilão de primeiros rubis da empresa. Leia mais

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A EMPRESA mineira Fura Mining Mozambique lança hoje (16) os primeiros leilões de rubis que está a extrair no distrito de Montepuez, Cabo Delgado, no âmbito de duas licitações na Índia e na Tailândia, anunciou o Governo moçambicano.

Um comunicado do Ministério dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique (MIREME) avança que o primeiro leilão decorre de hoje a sábado (21) em Jaipur, na Índia, e o segundo de 30 de Agosto a 12 de Setembro, em Banguecoque, capital da Tailândia.

Em Jaipur, a Fura vai colocar em licitação os rubis no Marriot Hotel e em Banguecoque a venda vai decorrer no Silom 19 Building, refere a nota.

A companhia mineira vai colocar em leilão mais de 300.000 quilates de rubis em mais de 47 sessões.

Os rubis que vão a leilão são extraídos da concessão mineira que a companhia explora no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique,e as pedras que vão ser licitadas são de nível de qualidade “premium”, elevado e médio, como resultado de uma selecção muito criteriosa.

Em Jaipur, prevê-se a presença de 30 empresas da Índia, EUA e Hong Kong para apreciarem os rubis.

Em Banguecoque, espera-se a participação de mais de 45 empresas, maioritariamente da Tailândia.

Para a operação, a Fura vai contar com os serviços da companhia internacional Bonas Group, especializada em leilões de diamantes e pedras preciosas, com sede em Londres e Bélgica.

No âmbito da licitação, a Bonas Group terá as suas plataformas digitais disponíveis para a Fura e vai colocar ao serviço da empresa moçambicana todo o seu conhecimento e experiência na área, assegurando total transparência à operação.

A Bonas Group fez um estudo de todos os potenciais clientes dos rubis que estarão em leilão e terá um especialista para a certificação de todo o processo e supervisão da conformidade da operação com as regras impostas para leilões.

Por outro lado, além da Bonas, a Fura poderá contar com o apoio da Gem and Jewellery Export Council of India (GJEPC), entidade reguladora indiana do sector.

De acordo com o comunicado do MIREME, a Fura pagou um imposto preliminar ao Estado moçambicano no valor de mais de 22 milhões de meticais para exportação do produto.

O remanescente será desembolsado depois do leilão, adianta a nota, sem especificar o valor do imposto devido.

A Fura é a segunda empresa que entra na exportação de leilões de rubis em Moçambique, depois da Montepuez Ruby Mining, pioneira no negócio no país.-LUSA

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A ASSOCIAÇÃO Moçambicana de Reciclagem (Amor) anunciou hoje(16)que o país vai exportar anualmente 600 toneladas de resíduos recicláveis para África e Ásia, no âmbito do Mecanismo de Recuperação de Moçambique.

“Temos fábricas processadoras aqui na cidade da Beira, que tratam vários tipos de resíduos recicláveis e que exportam. Nós, até agora, temos uma capacidade de exportar 600 toneladas de lixo reciclável”, disse à agência Lusa Alfredo Zunguzi, gestor de projectos na Amor.

Zunguzi avançou que os resíduos recicláveis são na sua maioria recolhidos nas praias, mercados e lixeiras da cidade por agentes colectores e depois levados a pequenas indústrias para processamento, com objectivo de exportação, através do porto da Beira.

“Temos cerca de 90 pequenas indústrias parceiras da associação, que diariamente processam e exportam os resíduos recicláveis para China e África do Sul, para a produção de diferentes objectos”, afirmou.

No ano passado, o centro do país, concretamente a cidade da Beira, instalou centros de tratamento de resíduos (CTR) destinados a apoiar e contribuir para o desenvolvimento sustentável das zonas onde foram colocadas as vítimas do ciclone Idai, que afectou a região em 2019.- LUSA

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A COMPANHIA mineira brasileira Vale assegurou ao Governo moçambicano que “a empresa quer sair de Moçambique de forma responsável”, deixando activos e mão-obra com valor competitivos, disse hoje (16) à Lusa fonte do executivo moçambicano.

A garantia foi dada pelo director global do Carvão da Vale, Paulo Couto, durante um encontro com o ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, Max Tonela.

“A Vale assegurou-nos que não quer uma saída precipitada e está a trabalhar por um processo de desinvestimento e por uma solução o menos lesiva possível para os interesses de todas as partes”, adiantou a fonte.

Paulo Couto disse que a empresa está a analisar propostas de seis companhias interessadas em ficar com os activos em Moçambique, na sequência da decisão de desinvestimento que a firma brasileira tomou, no âmbito da aposta na neutralidade em relação aos combustíveis fósseis.

Apesar de estar de saída de Moçambique, a empresa quer deixar uma operação competitiva, estando empenhada em incrementar a sua produção de carvão na província moçambicana de Tete, centro do país, dos actuais 11 milhões de toneladas para 20 milhões de toneladas no próximo ano.

O carvão é um dos principais produtos de exportação de Moçambique e a Vale emprega cerca de 8.000 pessoas, perto de 3.000 trabalhadores próprios e os restantes subcontratados.

A Vale justifica a sua saída com o objectivo de ser neutra ao nível das emissões de carbono até 2050 e reduzir algumas das suas principais fontes de poluição daquele tipo até 2030.

(LUSA)

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O BANCO de Moçambique anunciou ontem que, ainda na sequência da inspecção “on-site” ao Standard Bank de Moçambique, foram instaurados mais dois processos contravencionais contra Adimohanma Chukwuma Nwokocha, ex-administrador-delegado, e Cláudio Eliazare Banze, director de Tecnologias de Informação, por infracções graves relacionadas com a implementação de uma rede de pagamentos ilegal sediada fora do país.

Neste sentido, cada um tem uma multa no valor de pouco mais de 1.2 milhão de meticais, inibição do exercício de cargos sociais e de funções de gestão em instituições de crédito e sociedades ­financeirasno país por três anos e publicação, pelo Banco de Moçambique, da punição defi­nitiva, às custas destes.

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