Director: Lázaro Manhiça

UM projecto integrado de desenvolvimento de estradas rurais vai melhorar a ligação entre as zonas de produção agrícola e/ou pesqueira aos mercados nas províncias da Zambézia e Nampula.

A iniciativa tem a particularidade de contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades residentes nos distritos de Chinde, Lugela, Maganja da Costa, Morrumbala, Pebane, Mocubela e Luabo, na Zambézia, bem como Memba, Namapa, Monapo, Mossuril e Mongincual, em Nampula.

As obras de reabilitação e manutenção envolvem 1.419 quilómetros de vias de acesso, sendo 660 em Nampula e 759 na Zambézia, de acordo com a Administração Nacional de Estradas (ANE).

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O INSTITUTO Nacional de Segurança Social (INSS) vai continuar a apostar na construção de edifícios para albergar seus serviços, tanto a nível provincial, como distrital, para reduzir os custos de arrendamento.

Para o efeito, as delegações provinciais e distritais deve trabalhar junto dos governso locais para a identificação de espaços para os novos edifícios do INSS, para garantir mais recursos para o cumprimento do seu papel social.

Esta aposta voltou a ser sublinhada esta semana na cidade de Nampula, pelo director-geral da instituição, Joaquim Moisés Siúta, no quadro da visita que efectuou àquele ponto do país, com o objectivo de acompanhar o grau de execução das actividades planificadas para o ano em curso.

Satisfeito com o plano de expansão e resultados alcançados pela delegação provincial do INSS em Nampula, Joaquim Siúta disse ser importante que, tal crescimento territorial do sistema de segurança social obrigatória, seja acompanhado pela identificação de espaços para a construção das respectivas instalações.

Nesse contexto, Siúta instou a delegação provincial de Nampula para acelerar os contactos com os governos distritais de Malema, Meconta (no Posto Administrativo de Namialo) e Moma, com vista a garantir espaços para a construção de edifícios que albergarão as delegações distritais.

Do mesmo modo, a construção de postos de atendimento público é outra aposta da instituição, de modo a tornar os serviços mais próximos aos utentes e, no âmbito da pandemia da Covid-19, para permitir mais espaço de distanciamento, uma vez que tal pode evitar aglomerações.

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A PETROLÍFERA norte-americana Exxon adiou, pelo terceiro ano consecutivo, a decisão final de investimento sobre o projecto de exploração de gás natural em Moçambique, colocando em dúvida um investimento de 30 mil milhões de dólares. Entretanto, as autoridades moçambicanas dizem não ter sido notificadas ainda sobre um adiamento do anúncio da decisão.

Em contacto sexta-feira (05) com o “Notícias”, o presidente do Instituto Nacional de Petróleo (INP), Carlos Zacarias, disse que “a última informação disponível é que a Exxon estava a trabalhar com vista à concretização da decisão final do investimento”. 

Informações avançadas pela a agência de informação Bloomberg, citando o vice-presidente da empresa, Neil Chapman, durante uma conversa com analistas, indicam que não há previsão sobre quando será tomada a decisão final de investimento para a fábrica de gás natural na Bacia do Rovuma, já que a petrolífera precisa de garantir o fornecimento de energia por parte da fábrica vizinha, operada pela francesa Total.

“A Exxon também precisa de avaliar as condições gerais do mercado”, disse Chapman, sem explicar ao que se referia em concreto.

O Governo de Moçambique conta com o investimento da petrolífera norte-americana para começar a exportar gás natural liquefeito e assim equilibrar as finanças públicas e financiar o desenvolvimento económico.

A Exxon lidera o consórcio que inclui a Eni, a China National Petroleum, a Kogas, a portuguesa Galp e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, e desde 2018 que tem os contratos de venda de gás assinados com os clientes estrangeiros, tendo recebido em 2019 “luz verde” do Governo moçambicano.

Para o analista da Bloomberg Intelligence citado no artigo, a aprovação do projecto Rovuma LNG está altamente dependente da descida dos custos, da situação de segurança, de um potencial acordo de partilha de recursos com a Total e do facto de estar, ou não, na lista de projectos com elevada prioridade” para a empresa.

Moçambique aprovou três projectos para a exploração de gás natural ao largo da costa de Cabo Delgado.

Há dois projectos de grande dimensão que vão canalizar o combustível do fundo do mar para a terra, exportando-o em estado líquido. Um é liderado pela Total (consórcio da Área 1) e está a avançar para arrancar em 2024, sendo o outro o projecto adiado da Exxon Mobil e Eni (consórcio da Área 4).

Um terceiro projecto mais avançado e de menor dimensão pertence também ao consórcio da Área 4 e consiste numa plataforma flutuante que vai captar e processar o gás para a exportação directamente no mar, com arranque marcado para o próximo ano.

A plataforma flutuante deverá produzir 3,4 mtpa (milhões de toneladas por ano) de gás natural liquefeito. A Área 1 aponta para 13,12 mtpa e o plano em terra da Área 4 prevê 15 mtpa.

Actualmente, o projecto da Área 1 é o maior investimento privado em curso em África, avaliado entre 20 e 25 mil milhões de euros, e o empreendimento com decisão de investimento pendente da Exxon Mobil e Eni tem dimensão semelhante.

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O MINISTRO dos Transportes e Comunicações, Janfar Abdulai, disse hoje (04), na cidade de Inhambane, que o Governo de Moçambique está empenhado na revitalização dos portos nacionais.

O ministro falava durante a cerimónia do lançamento da primeira bóia para a sinalização marítima do canal de aceso ao porto de Inhambane.

São no total 10 bóias a serem colocadas no ponto de entrada da Barra até ao porto de Inhambane, num investimento avaliado em cerca de 35 milhões de meticais.

 Com a sinalização marítima do canal de acesso, estarão criadas as condições para a navegação nocturna de navios.

O director dos Serviços de Ajuda à Navegação Marítima no Instituto Nacional de Hidrografia e Navegação, Félix Pelembe, indicou que a sinalização do canal de acesso ao porto de Inhambane vai permitir a retoma do movimento de navios comerciais, e não só.

(Notícias/RM)

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A MORATÓRIA alcançada entre o Governo e o Clube de Paris para o adiamento do pagamento da dívida constitui um alívio temporário que permite ao país concentrar recursos na mitigação da pandemia da Covid-19, considera o porta-voz do Ministério da Economia e Finanças, Alfredo Mutombene. LEIA MAIS

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