Director: Lázaro Manhiça

O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, desafiou hoje (13) os gestores da nova Fábrica Beleza Moçambique a aumentar a produção, melhorar, cada vez mais, a qualidade e inovar seus produtos para melhor competir no mercado regional e internacional.

Nyusi falava na manhã de hoje na cerimónia de inauguração da fábrica de cabelos sintéticos, localizada no parque industrial de Beluluane, distrito de Boane, província de Maputo.

O chefe do Estado disse abertura desta indústria enquadra-se no programa nacional “Industrializar Moçambique”, recentemente lançado no país, esperando que reduza a importação de produtos de beleza.

A unidade de produção emprega 2990 jovens, 80% dos quais do sexo feminino.

 

 


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O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, inaugura amanhã (13) a fábrica "Beleza Moçambique", localizada no Parque Industrial de Beluluane, distrito de Boane, província de Maputo. O projecto da fábrica “Beleza Mozambique” resulta da expansão de empreendimentos industriais na zona do Parque Industrial de Beluluane, onde incluem-se, indústrias leves, pesada e de transformação do alumínio, entre outras, indica um comunicado de imprensa. De acordo com a nota, a instalação do empreendimento, a indústria segue as prioridades do Programa Quinquenal do Governo 2020-2024 para o sector da indústria, que visa Impulsionar o crescimento económico, a produtividade e geração de emprego. No evento, o Presidente da República far-se-á acompanhar pelo Ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado. Comments

O MINISTRO da Indústria e Comércio disse, quarta-feira (11) que algumas empresas que reivindicam o reajuste do preço da venda do cimento ao público, na região sul do país, não pertencem ao ramo da indústria cimenteira.

“Este é um dado preliminar da investigação em curso depois que algumas empresas de fabrico de cimento exigiram ao Governo o agravamento do preço de comercialização do produto por parte da empresa Dugongo Cimentos”, disse Carlos Mesquita.

As referidas empresas alegam que o facto de a Dugongo ser a única produtora de clínquer no país, acaba colocando as outras em estado de dependência, por não terem esta componente essencial para a produção de cimento.

O ministro Mesquita avançou que depois de um encontro com a direcção de algumas destas empresas, constatou-se que nem todas apresentam os requisitos para serem contempladas na classe de indústrias cimenteiras.

“Tive oportunidade de reunir já com duas dessas empresas que nos enviaram a carta. Nem todas elas são empresas cimenteiras. Há classes, há empresas cimenteiras de ciclo completo que é o caso da Dugongo por exemplo, que extrai calcário, processa para clínquer, produz, tem energia e vende”, revelou.

“Há empresas que apanham o processo a meio. Importam ou compram o clínquer para depois avançar e, há algumas, eventualmente sejam essas que dizem que já fecharam as portas, que compram o produto acabado daqui e acolá e misturam e também são qualificadas como cimenteiras. Não o são”, afirmou.

De acordo com Mesquita, isto tudo está a ser analisado com profundidade porque “queremos que as nossas indústrias prosperem dentro de um ambiente próprio de competitividade para o desenvolvimento do país”. -RM

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A ASSOCIAÇÃO dos Motoristas de Camiões da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) ameaçou estacionar os seus veículos nos postos fronteiriços como forma de protestar contra actos de corrupção alegadamente praticados por agentes da Polícia de Trânsito (PT).

Numa carta enviada ao Gabinete Provincial de Combate à Corrupção de Sofala,os motoristas apontam os corredores da Beira-Machipanda e de Tetecomo sendo onde o fenómeno se regista, para além de protestar contra o excesso de pontos de controlo para a fiscalização de viaturas de mercadorias de longo curso.

“Aactuação da Polícia de Trânsito nos corredores da Beira-Machipanda e Tete é insuportável e, se persistir, os camionistas não terão outra escolha senão parar ou estacionar os seus veículos nas fronteiras”, referem na carta. Leia mais

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UMA central hidroeléctrica com capacidade para gerar cerca de 50 MW e uma linha de escoamento de energia de 110 Kv serão construídas, nos próximos tempos, na província de Manica.

Para a concretização da iniciativa, a Electricidade de Moçambique (EDM) anunciou ter contratado a SWECO que, por sua vez, solicitou a empresa IMPACTO, Projectos e Estudos Ambientais para a realização de uma Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) para o “projecto de uma linha de transporte de 110 Kv para a evacuação de energia”.

Segundo as projecções, a linha de transmissão de energia terá início no distrito de Mecate, devendo terminar na cidade de Chimoio, na província de Manica.

A linha terá uma extensão de aproximadamente 41 quilómetros, devendo ligar a futura subestação de Tsate, que será construída na mesma altura em que se edificar a hidroeléctrica, e a subestação de Chimoio 2, o que irá permitir evacuar toda a energia que será produzida na central. Leia mais

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