A LOCALIZAÇÃO estratégica de Moçambique permite obter dividendos com a importação de produtos da China e a exportação de mercadorias dos países vizinhos sem acesso ao mar, disse, há dias, em Beijing um quadro da Universidade Eduardo Mondlane. João Mavimbe, coordenador do Centro de Pesquisa Científica da iniciativa Faixa e Rota daquela universidade, prestava declarações à margem do oitavo encontro “China-Africa Think Tanks Forum”, um evento que decorreu há dias, na capital chinesa. Leia mais

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O VOLUME de investimentos aprovados no primeiro semestre deste ano em Moçambique totalizou pouco mais de 805 milhões de dólares norte-americanos, o que representa  uma ligeira redução em relação ao valor arrecadado em igual período do ano passado. Estes valores não incluem os projectos relativos à exploração de gás na Bacia do Rovuma, em Cabo Delgado. Leia mais

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Moçambiquee Indonésia assinaram  em Ricatla, distrito de Marracuene, província de Maputo, um acordo de comércio preferencial, no quadro do reforço e aprofundamento das relações históricas de amizade e cooperação técnica, entre os dois países. Para o Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, o acordo abre mais uma oportunidade ao empresariado nacional.  Leia mais

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Asonze províncias do país estão a apostar tudo do seu potencial com foco em novos produtos para atrair investimentos e conseguir fazer negócios no quadro da realização da 55.ª edição da Feira Internacional de Maputo que decorre desde a passada segunda-feira em Ricatla, distrito de Marracuene, na província de Maputo. Leia mais

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O Corredor Logístico de Nacala (CLN), que escoa o carvão que a brasileira Vale extrai em Moçambique, registou um prejuízo de 16 milhões de dólares no primeiro semestre deste ano, indicam os resultados da companhia.

Apesar desse desempenho negativo, o CLN refere que os resultados negativos registados entre Janeiro e Junho deste ano são menos 40%, se comparados com igual período de 2017, quando o resultado líquido atingiu 27 milhões de dólares .

"O resultado líquido da logística do semestre fechou com menos prejuízo em 40%, se comparado com o mesmo período de 2018", refere o relatório.

No primeiro semestre deste ano, o CLN obteve uma receita de 307 milhões de dólares  e registou custos operacionais de 143 milhões de dólares.

Pelo corredor foram transportadas 240 mil toneladas de carvão, de Janeiro a Junho deste mês, contra 224 mil toneladas do período homólogo de 2018.

O Porto de Nacala manuseou pouco mais de um milhão de toneladas no primeiro semestre, contra 881 mil toneladas de igual período do ano passado.

 

 

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