Director: Lázaro Manhiça

A consultora Capital Economics prevê um crescimento de 3,0% da economia moçambicana este ano, mas alerta para o risco ao investimento devido à instabilidade no norte do país, em particular devido à suspensão do projecto de exploração de gás natural liquefeito. LEIA MAIS NO DIGITAL 

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A consultora Capital Economics prevê um crescimento de 3,0% da economia moçambicana este ano, mas alerta para o risco ao investimento devido à instabilidade no norte do país, em particular devido à suspensão do projecto de exploração de gás natural liquefeito. LEIA MAIS NO DIGITAL 

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O MINISTRO moçambicano dos Recursos Minerais e Energia considerou esta segunda-feira (09)os avanços contra os grupos armados na província de Cabo Delgado “um passo muito importante”, para a retoma dos projectos de gás natural e do desenvolvimento da região.

“Acho que é um passo importante para assegurar a estabilidade na região norte da província de Cabo Delegado e para trazer de volta todas as ações de desenvolvimento”, afirmou Max Tonela.

O ministro falava à margem do arranque do primeiro censo de mineração artesanal em Moçambique, que se realizou hoje na província de Nampula.

A restauração da segurança na província de Cabo Delgado, prosseguiu, vai criar a paz e tranquilidade necessárias à retoma das actividades de desenvolvimento dos projectos de gás natural interrompidas devido aos ataques lançados por grupos terroristas.

Os ganhos no combate aos grupos armados são “também um passo importante para assegurar a retoma dos projectos de investimento também no sector de gás, sobretudo o projecto da Área 1, que vai requerer uma estabilidade sustentada, no longo prazo”, acrescentou.

O ministro dos Recursos Minerais e Energia recordou que uma das condições impostas pela petrolífera francesa Total – operadora da Área 1 da bacia do Rovuma – é a reposição da segurança na zona de implementação do projecto.

A Total suspendeu em Março o seu projecto de gás natural no Rovuma - o maior investimento privado em África - devido aos ataques armados em Cabo Delgado.

O Ministério da Defesa de Moçambique confirmou no domingo a reconquista da vila de Mocímboa da Praia pelas forças conjuntas moçambicanas e ruandesas, avançando que os combates continuam para a “consolidação das zonas que prevalecem críticas”.

O Ruanda conta desde o início de Julho com um contingente militar de mil militares e polícias na luta contra os grupos armados em Cabo Delgado,ao abrigo de um acordo bilateral entre os governos de Kigali e Maputo.

Ontem, foi lançada oficialmente a Força em Estado de AlertadaComunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), uma missão militar da organizaçãoregionalque vai combater “o terrorismo e o extremismo violento”em Caboi Delgado.- LUSA

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O PRIMEIRO censo nacional de mineradores artesanais arranca esta segunda-feira (09) em Moçambique.

O director-geral do Instituto Nacional de Mineradores Artesanais, Adriano Sénvano, explica que se procura com este recenseamento a obtenção de dados qualitativos e quantitativos sobre as pessoas envolvidas na mineração artesanal, o seu impacto sócio-económico nas comunidades e na economia do país, para melhor formulação de políticas e melhores estratégias para o desenvolvimento da mineração artesanal no país.

A mineração artesanal, sobretudo de gemas e ouro, usa canais não formais para a comercialização, proporcionando a fuga ao fisco, a imigração ilegal e formas de exploração que causam danos ambientais.

O censo, que vai compreender três fases, decorrerá até finais de Novembro proximo, sendo que, numa primeira etapa, serão abrangidas para além da província setentrional de Nampula, as meridionais de Maputo, Gaza e Inhambane.

Segundo a Rádio Moçambique, a cerimónia de lançamento do censo será presidida pelo Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Ernesto Max Tonela, em Chalaua, no distrito de Moma, província de Nampula. -AIM

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AS autoridades governamentais da província de Nampula garantem estar trabalhar, junto de parceiros, para reactivar a fábrica de descaroçamento do algodão de Namapa, vila sede do distrito de Eráti.

A informação foi avançada durante a visita que o secretário do Estado de Nampula, Mety Gondola, efectuou recentemente àquela unidade industrial, cuja paralisação, há mais de três anos,deixou sem emprego muitos residentes do distrito e não só.

Gondola mostrou-se preocupado pelo facto de aquela fábrica não estar a funcionar, prejudicando deste modo, o desenvolvimento económico e social da região,que possui grandes potencialidades na produção do chamado ouro branco.

O empreendimento ora paralisado está sob gestão da Plexus Mozambique e tem uma capacidade de processamento instalada de mais de 36 toneladas de algodão caroço por dia.

Os gestores lamentam, porém, a falta de garantia de matéria-prima para o pleno funcionamento da fábrica.

Segundo o representante da empresa, Ismael Mamudo, pouco a pouco,os produtores do algodão estão a abandonar a actividade por razões até aqui desconhecidas.

Acrescentou que para garantir o funcionamento pleno da fábrica, são necessários no mínimo, 20 mil produtores que possam garantir o fornecimento de mais de 10 mil toneladas de algodão por campanha de produção.

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