Director: Lázaro Manhiça

UMA iniciativa que possibilita ao cliente supervisionar a qualidade, quantidade e excelência de combustíveis e lubrificantes das marcas Engen e Shell nos postos de abastecimento foi lançada hoje, em Maputo.

A “Campanha Triplo Check” é um programa da empresa Vivo Energy Moçambique, uma companhia pan-africana que distribui e comercializa produtos destas duas marcas.

O director da componente de retalho nesta empresa, Joaquim Jibambo, afirmou que a iniciativa visa trazer de forma constante e consistente melhorias dos serviços prestados aos clientes, com participação activa destes.

Jibambo referiu ainda que a “Campanha Triplo Check” vai decorrer nas próximas doze semanas e será acompanhada de várias acções complementares nos diferentes postos da Engen, a nível nacional.

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UMA nova unidade de produçao e processamento da banana, localizada no distrito da Moamba, província de Maputo, acaba de iniciar as exportações, reforçando a posição de Moçambique na produção e provisão deste produto ao nível da região.  

Propriedade da empresa Bananalândia Lda., a unidade, que conta com equipamentos modernos para a plantação de bananeiras, ocupa uma área de 900 hectares, empregando mil trabalhadores.

A mesma resulta de um investimento avaliado em cerca de 20 milhões de dólares norte-americanos e tem uma capacidade anual de produção de três milhões e quinhentas mil caixas para a exportação.

Falando na cerimónia de inauguração, o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, disse que a nova unidade confere à empresa oportunidades de explorar mercados mais exigentes.

Segundo Celso Correia, o grupo Bananalândia já é uma referência na produção e exportação da banana em Moçambique. O governante recordou que, na última década, muito foi feito para que Moçambique se tornasse uma referência regional e continental na produção da banana, tendo chegado a produzir cerca de 600 mil toneladas em 2016, uma das melhores safras de todos os tempos.

Com o Mal do Panamá (Foc TR4) e a Virose do Topo e Leque da Bananeira (BBTV), doenças que atacam a cultura, registou-se um abrandamento na produção, o que levou o Governo a tomar medidas que se consubstanciaram na introdução de variantes tolerantes a estes males.

Por seu turno, Paulo Cossa, representante do governador da província de Maputo, disse que esta parcela do país, desde o princípio do ano 2000, tem registado elevados investimentos na produção de fruta, ocupando um lugar de destaque na sua exportação, com realce para a banana.

A produção actual de banana, na província de Maputo, é de cerca de 249.829 toneladas, numa área de 5.141 hectares. Destes, 4.719 hectares estão a ser explorados por empresas comerciais privadas, as restantes por pequenos produtores, maioritariamente do sector familiar.

A produção de banana contribui em 3.9 por cento na produção global valorada da agricultura, na província de Maputo.

Cossa precisou ainda que a província possui 22 empresas privadas que se dedicam à produção de banana nos distritos de Namaacha, Moamba, Boane, Manhiça e Marracuene, sendo que 80 por cento é exportada para a África do Sul, Botswana e Reino de eSwathini.

Este sector é dos maiores geradores de emprego directo no sector agrícola, com uma média de 1,3 trabalhadores por hectare, o que significa cerca de 6.100 empregos directos e 11 mil indirectos, totalizando cerca de 17.100 trabalhadores.

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O GOVERNO está a avaliar propostas técnicas e financeiras para a concessão de quatro estradas nacionais no sul e norte do país.

Falando ao “Notícias”, o presidente  do Conselho de Administração do Fundo de Estradas, Ângelo Macuácua, fez saber que as propostas agora em avaliação foram submetidas em 2019, no quadro do programa de concessão das estradas nacionais.

Macuácua não deu detalhes sobre o processo, no qual o Governo se faz representar pela Administração Nacional de Estradas (ANE).

Entretanto, mostrou-se confiante que o país possa, dentro em breve, ter mais estradas concessionadas e com portagens, no contexto da política nacional de utilizador-pagador, em curso há alguns anos.

A intenção éconcessionar troços da Estrada Nacional Número Um (EN1), nomeadamente Marracuene/Xai-Xai, Nampula/Metoro; da EN2, concretamente Matola/Namaacha; da EN3, Impaputo/Goba;e da EN12, entre Nacala e Namialo.

As rodovias foram agrupadas em três lotes, sendo que a EN2 e a EN3 constituem um único.

Nas cinco secções de estradas seleccionadas, a mais curta é Impaputo/Goba, com 31 quilómetros, e a mais extensa é Nampula/Namialo/Lúrio/Metoro, com cerca de 415 quilómetros.

Neste momento, o país tem três concessionários a operar, nomeadamente a Trans African Concessions, que gere a EN4; as Estradas do Zambeze, gerindo algumas vias no centro do país;e a Rede Viária de Moçambique (REVIMO), que responde pela Circular de Maputo, ponte para KaTembe e respectivas vias de ligação, bem como a EN6.

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A EMPRESA Correios de Moçambique anunciou que está à procura de parceria para rentabilizar e aproveitar melhor parte do seu património em diversos pontos do país. LEIA MAIS

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A MULTINACIONAL Total está a retirar hoje (03) todo o seu pessoal do Projecto de LNG de Moçambique na península de Afungi em Cabo Delgado, apurou a notícia a Zitamar.

O Projecto fica sob protecção das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique.

A retirada é a mais abrangente do que a de Janeiro, quando uma pequena equipa de funcionários essenciais permaneceu no projecto.

Em actualização.

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