CONSELHO de Administração da empresa Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) decidiu aumentar a percentagem da primeira tranche das acções previstas para a venda aos moçambicanos de 2,5 para quatro por cento. Leia mais

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A Bolsade Mercadorias de Moçambique, (BMM), tutelada pelo Ministério da Indústria e Comércio, está em acção na província de Nampula, à procura de lançar pontes entre produtores agrícolas e comerciantes, servindo de intermediária, com o objectivo de estabelecer um mercado organizado e assegurar a transparência, integridade e eficiência. Leia mais

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A Bolsa de Mercadorias de Moçambique (BMM), tutelada pelo Ministério da Indústria e Comércio, procura lançar pontes entre produtores agrícolas e comerciantes, servindo de intermediária, na província de Nampula

O trabalho tem como objectivo estabelecer um mercado organizado e assegurar a transparência, integridade e eficiência.
O desafio foi avançado na última terça-feira, na cidade de Nampula, pela presidente do Conselho de Administração desta instituição, Vitória Daniel, falando a jornalistas, após a abertura de um seminário de divulgação dos serviços da instituição que dirige.
A Bolsa de Mercadorias foi criada em 2012, pelo Governo, com a missão de intervir no processo de comercialização de produtos agrícolas e não agrícolas e começou a operar em 2014.
Participaram no encontro membros dos governos distritais, produtores e comerciantes, e deverá prosseguir nos próximos dias junto de outras esferas de interesse nesta área.
A comercialização agrícola, segundo a fonte, desempenha um papel importante na economia nacional e constitui um canal onde os pequenos produtores e outros intervenientes encontram estímulo, expresso na melhoria de vida, através do processo de compra e venda de produtos.
Vitória Daniel entende que os mercados agrícolas no país enfrentam, actualmente, problemas de vária índole.
“De uma forma geral, os mercados agrícolas em Moçambique caracterizam-se por elevados custos de transporte, assimetria de informação, falta de confiança entre operadores, incumprimento de contratos, falta de padrões de qualidade dos produtos, reduzido número de armazéns convencionais, entre outros factores”, disse, citada pela AIM.
Para minimizar os constrangimentos e aumentar a exposição de mercadorias a um mercado mais amplo, segundo Vitória Daniel, a BMM iniciou, este ano a realização de leilões presenciais, onde o comprador e o vendedor negoceiam o preço dos produtos à venda.

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O presidente da Bolsa de Valores de Moçambique, Salimo Valá, defendeu, ontem, que a venda de acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) assinala um novo período no mercado de capitais moçambicano, perspectivando um bom cenário para os próximos anos, com os recentes desenvolvimentos do sector extractivo.

“Nós vamos subir o patamar do número de investidores, através desta operação. O processo vai ser muito positivo e vai significar o antes e depois da Bolsa de Valores de Moçambique”, disse Salimo Valá, em entrevista à Lusa.

Para Salimo Valá, além de implicar a subida do número de investidores, a venda de acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), através da BVM, vai ser um “exercício de pedagogia” para os moçambicanos sobre o mercado de capitais.

“A HCB é uma empresa muito importante na matriz económica moçambicana. É um marco importante a admissão como empresa cotada na Bolsa e também o facto de os moçambicanos terem a oportunidade de comprar acções de uma empresa como esta", frisou.

O anúncio público dos resultados da subscrição de acções da Oferta Pública de Venda (OPV) de 2,5% do capital da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), através de 680 milhões de acções, a três meticais (quatro cêntimos de euro) cada, está agendado para hoje, quarta-feira, em Maputo.

Além da venda das acções da HCB, o presidente da BVM tem boas perspectivas para os próximos anos, com o anúncio recente da Decisão Final de Investimento pela multinacional Anadarko, que vai dedicar-se à extracção, liquefacção e exportação marítima de gás natural na área 1 da bacia do Rovuma, norte de Moçambique, num investimento em infra-estruturas de 25 mil milhões de dólares (cerca de 22 mil milhões de euros).

"Com toda esta alavanca que estamos a conhecer, depois de anos de certa retracção, a BVM vai ser um instrumento vital para oxigenar a economia moçambicana", disse Salimo Valá.

A BVM existe há 20 anos e tem oito empresas cotadas e no primeiro trimestre deste ano transaccionou o equivalente a 9,8 milhões de euros, atingindo no final do período  uma capitalização bolsista total acumulada de 1,263 milhões de euros (cerca de 9% do Produto Interno Bruto de Moçambique).

A operação de venda de acções da HCB é liderada por um consórcio constituído pelo Banco Comercial e de Investimentos (BCI) e  o Banco BIG.

A HCB tem vendas fixas contratadas de 1100 megawatts (MW) por ano à eléctrica sul-africana Eskom, 300 à Electricidade de Moçambique (EDM) e 50 à companhia eléctrica estatal da Zâmbia (ZEZA).

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A empresa Aeroportos de Moçambique realiza hoje e amanhã, na Matola-Rio, distrito de Boane, província de Maputo, a reunião nacional de balanço das actividades referentes ao primeiro semestre deste ano.

O encontro, que deverá ainda perspectivar o segundo semestre, será dirigido pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, indica um comunicado de imprensa a que o Notícias Online teve acesso.

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