O país acaba de introduzir um fundo rotativo para a comercialização agrícola,para apoiar os intervenientes da cadeia de comercialização a absorver os excedentes da produção.

O fundo  de  300 milhões de meticais constitui um instrumento através do qual o Governo pretende subsidiar, de forma rotativa, os operadores decomercialização agrícola à escala  nacional.

O anúncio da introdução desta iniciativa foi feito ontem, em Vanduzi, província de Manica, pelo Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, na cerimónia central do lançamento da campanha de comercialização agrícola.

Prevê-se que,uma vez consolidado, o fundo abranja pelo menos 400 operadores, os quais deverão reembolsar os empréstimos com juros de 1.5 por cento do valor global concedido.

Na ocasião, o Primeiro-Ministro afirmou que a medida visa combater a pobreza, catalisando a produção e a produtividade agrícola, para além de reforçar a capacidade dos operadores na cadeia de comercialização a interviremna absorção da produção excedentária disponível em cada campanha.

“Neste âmbito, exortamos todos os intervenientes na cadeia de comercialização a tudo fazerempara assegurar que nenhum excedente fique nas mãos dos produtores. Porém, os produtores não devem vender tudo para não incorrer numa situação de insegurança alimentar e nutricional”, advertiu o governante.

Odirector-geral do Instituto de Cereais de Moçambique (ICM), Mohamad Valá, falando à margem do evento, explicou que,do valor aprovado, mais de 80 milhões de meticais já estão disponíveis, estando neste momento 31 milhões nas mãos de 16 mutuários.

O fundo é disponibilizado em parceria com instituições bancárias e agências de desenvolvimento, destacando-se aGAPI, Banco Nacional de Investimentos, Agência do Vale do Zambeze e o programa Sustenta, como forma de garantir que a iniciativapossa abranger todas as províncias do país, com especial enfoque para as regiões com maior capacidade e potencial produtivo.

Antes da cerimónia de lançamento da campanha de comercialização agrícola, o Primeiro-Ministro visitou uma exposição de produtos agro-pecuários.

VICTOR MACHIRICA

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O governador da província de Maputo, Raimundo Diomba, afirmou que o seu “Executivo” aposta no estímulo à produção agrária e no abastecimento do mercado a preços acessíveis ao consumidor, mas que remunerem o esforço do produtor, para que a agricultura seja uma actividade sustentável. Leia mais

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O Ministériodo Trabalho, Emprego e Segurança Social, (MITESS) criou durante o presente quinquénio, 1.667.268 novos empregos, formou, profissionalmente, perto de 700 mil pessoas, mais de 23 mil estágios pré-profissionais e inscreveu 48.869 contribuintes, no Sistema de Segurança Social, totalizando 110.000 contribuintes, 1.525.000 beneficiários e cerca de 100.000 pensionistas. Leia mais

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Quarenta expositores de produtos agrícolas participaram, na manhã de hoje, no lançamento da campanha de comercialização agrária 2019, a nível da província de Maputo, em Guaza Muthini, distrito de Marracuene.

Os  participantes no evento são membros de associações de camponeses e agricultores, cooperativas e produtores individuais, provenientes dos distritos de Matutuine, Namaacha, Boane, Moamba, Matola, Magude, Manhiça e Marracuene.

O lançamento da campanha foi dirigido pelo governador da província de Maputo, Raimundo Diomba.

Na feira, estiveram expostos produtos agrícolas e animais de pequenas espécies.

Segundo Diomba, a  iniciativa  enquadra-se no programa do Governo, com o objectivo de incentivar o envolvimento de todos os agentes relevantes no processo de comercialização agrária, por forma assegurar que a produção da nossa província encontre canais de colocação no mercado, tanto industrial, como de consumo familiar.

Disse que a atenção do governo, assenta no estímulo à produção agrária e ao abastecimento do mercado a preços acessíveis ao consumidor, mas que remunerem o esforço do produtor, para que a actividade agrária seja sustentável, daí que, a comercialização agrária tem um papel fundamental, como elo de ligação entre a produção e o mercado.

Informou que  a província de Maputo, possui grande potencial agrário, destacando-se a produção de hortícolas, fruta, cana-de-açúcar, frango, ovos e carnes vermelhas, potencial na produção pesqueira, em particular na piscicultura

Explicou que as exigências actuais do mercado tornaram-se mais determinantes, requerendo coordenação ao longo das cadeias de valor.

“Por isso, que o nosso Governo, ciente de que as ligações de negócio, nem sempre nascem e se mantêm por si só, encoraja aos intervenientes na comercialização agrária, a toda a rede de retalho e aos operadores da agro-indústria da província, a buscarem relacionamentos estáveis com os produtores locais, não somente por razões de responsabilidade social, mas também, como forma de assegurar no futuro, o aprovisionamento com baixos custos logísticos e ganhar por essa via, melhores margens de rendimento” - disse.

O governador apelou aos supermercados à estabelecerem contratos com produtores locais, que possam estimular o aumento da produção, melhoria da qualidade dos produtos e estabilidade dos preços dos produtos, em geral e frescos, em particular.

Garantiu que o governo tem vindo a mobilizar investimentos e apoiar o sector agrário em insumos, maquinaria, serviços de extensão e construção e reabilitação de sistemas de regadio, com o objectivo de aumentar a produção e produtividade no sector. Entretanto, o sucesso destes esforços depende, em parte, da reacção do mercado ao incremento da oferta local.

“Temos também grande capacidade de processamento de oleaginosas, mas toda a matéria-prima tem origem fora da província. Achamos que seria este o momento de se olhar no fomento da cultura de girassol e outras oleaginosas, localmente” acrescentou.

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O Serviço Nacional de Migração (SENAMI) disse, ontem, que houve em Junho um aumento na entrada de estrangeiros no país, principalmente, devido à reunião para o anúncio da Decisão Final de Investimento no norte do país.

“A principal causa do aumento de entrada de cidadãos estrangeiros no país, neste período, foi a realização de vários encontros, com destaque a cerimónia de anúncio da Decisão Final de Investimento ocorrida em Maputo”, disse Celestino Matsinhe, porta-voz do SENAMI, em conferência de imprensa.

Matsinhe afirmou que o número de estrangeiros que entraram em Moçambique, em Junho, aumentou em 6% para 115 mil, quando comparado com igual período do ano passado, em que atravessaram as fronteiras nacionais 109 mil expatriados.

Maputo assistiu, em Junho, ao anúncio de um investimento de 25 mil milhões de dólares para a exploração de gás natural na bacia do Rovuma, norte do país, pelo consórcio liderado pela petrolífera norte-americana Anadarko.

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