A empresa Aeroportos de Moçambique (AdM) está em contacto com o governo, para se encontrar uma saída, depois do congelamento pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, capital do país, das suas contas, devido a uma dívida de 820 milhões de meticais  a banca.
No dia 20 de Junho passado, a AdM recorreu à banca, para pagar os salários dos seus trabalhadores. 
O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, diz que a empresa está em contacto com o governo, para se encontrar uma saída e sublinha haver exagero na abordagem desta questão.
“Há algum exagero na perspectiva de como o assunto foi abordado. Dívidas existem sim e temos todos consciência da construção do Aeroporto de Nacala e outras obras. Os Aeroportos não estão a ter receitas como previam”, explicou Mesquita, segundo a AIM  que cita a ST, estação privada de televisão.
 

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O ministro da Indústria e Comércio de Moçambique, Ragendra de Sousa, afirmou, ontem, que a deslocação industrial da China tem África como "destino natural", face à baixa densidade populacional e recursos abundantes do continente.

 

 

"A deslocação industrial da China está a fazer-se para o continente africano", descreveu  de Sousa, à agência Lusa, em Changsha, no centro da China, onde participa na primeira Exposição Económica e Comercial China/África.

 

 

Lembrando que aquele país asiático "atingiu o ponto (máximo) da curva da industrialização", o ministro considerou, que África é o destino "económico natural" para a China iniciar o processo de "deslocação industrial".

 

 

"Nós temos muito espaço e uma baixa densidade populacional", argumentou.

 

 

Em Setembro passado, no arranque da terceira cimeira do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), em Pequim, o Presidente chinês, Xi Jinping, estabeleceu como objectivos da cooperação para os próximos anos as áreas industrial, agricultura, infraestrutura, ensino e segurança.

 

 

Pequim comprometeu-se ainda a lançar, em conjunto com a União Africana, um projeto de conectividade entre as infraestruturas do continente, que incorpore energia, transporte, informação, telecomunicações e recursos hídricos.

 

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O governo Cabo Delgado, através da Direcção Provincial das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos e de Agricultura e Segurança Alimentar acaba de assinar dois memorandos de entendimento com as empresas Soicon e Sodexo, que operam no país, para viabilização de projectos de investimentos, na ordem de mais de 10 milhões de dólares americanos, no sector de abastecimento de água, no planalto dos macondes e produção de hortícolas no distrito de Balama, para fornecimento às empresas que operam na província no sector de grafite e gás.

Trata-se de um dos resultados mais significativos conseguidos no decurso da 14ª edição da Feira Económica de Cabo Delgado (FECAD), que ontem encerrou na cidade de Pemba, que igualmente conseguiu mobilizar junto das empresas expositoras, apoios na ordem de 14 milhões de meticais, às vítimas do ciclone Kenneth, que em Abril findo afectou a província de Cabo Delgado.

Para o vice-ministro de Indústria e Comércio, Júlio Pio, personalidade que procedeu ao encerramento da FECAD, o evento não só expôs o que a província produz nos diversos sectores de actividade, como também as potencialidades que confirmaram, segundo o governante, a sua aptidão para acomodar diversos investimentos, no âmbito da operacionalização do Plano Estratégico de Desenvolvimento.

Segundo dados da última avaliação sobre o ambiente de negócio, lançado este ano pelo Ministério de Indústria e Comércio, Cabo Delgado é um dos dois melhores lugares do território nacional, depois de Maputo, para as empresas se estabelecerem e investir.

Para o Conselho Empresarial Provincial, representado pelo respectivo presidente, Júlio Sety, a 14ª edição o FECAD atingiu os objectivos esperados pelos empresários de Cabo Delgado, servir de espaço para promoção de negócios.

Segundo os organizadores, FECAD conseguiu igualmente promover as potencialidades e trocas comerciais, atracção de investimentos nacional e estrangeiro, desenvolver parcerias entre entidades públicas e privadas, participar no movimento solidário às famílias afectadas pelo ciclone Kenneth e preparar a província para participar da Feira Internacional de Maputo (FACIM).

No cair do pano sobre da 14ª edição do FECAD foram distinguidos os melhores expositores, para a categoria de melhor exportador (empresa Twigg Exploration Mining, que opera na área de grafite em Balama), melhor associação económica (associação avante mulher), inovação (Universidade Lúrio), revelação (Ásia Arte), melhor empresa expositora (Kwekwe madeira), melhor distrito expositor (Montepuez).

Visitaram a FECAD, mais de 4 mil pessoas, para apreciar os produtos e serviços de 170 expositores do sector agrário, recursos minerais e energia, transporte e logística, indústria, moda, mobiliário, maquinaria, equipamento e matérias de construção.

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O GRUPO Moçambicano da Dívida saúda a decisão do Conselho Constitucional ao considerar nulas as dívidas contraídas com garantias soberanas a favor da empresa Ematum e considera que o acto representa um passo importante para os esforços que estão a ser empreendidos pela Procuradoria-Geral da República (PGR) visando a responsabilização dos implicados. Leia mais

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A província de Nampula pode ser apontada como exemplo de crescimento em várias dimensões de implementação do Programa Quinquenal do Governo (PQG/2015-2019), segundo convicção manifestada ontem pelo Presidente da República, em conferência de imprensa para o balanço da sua visita de trabalho àquela região do país.

Filipe Nyusi citou exemplos para fundamentar a sua avaliação, nomeadamente as áreas de energia, agricultura, saúde, abastecimento de água, construção de infra-estruturas, estradas, educação e outras cuja realização ultrapassou a cifra dos 90 por cento do que havia sido planificado no início do mandato.

No sector da saúde, segundo Nyusi, foram construídas dezanove unidades sanitárias e, neste momento, está em construção o Hospital Geral de Nampula, cujas obras o Governo garante que serão concluídas em breve, de modo a descongestionar o Hospital Central.

Em face disso, a província, que é a mais populosa do país, já conta com 231 unidades sanitárias, contra 214 que existiam em 2015.

Outra nota de satisfação do Chefe do Estado tem a ver com os grandes resultados que Nampula está a registar nos últimos anos, no que à produção agrícola diz respeito. No ano passado, a província atingiu o volume global de sete milhões de toneladas de produtos diversos, tendo no presente ano chegado aos 10 milhões de toneladas.

Revelou que, actualmente, na província de Nampula perto de três milhões de pessoas já têm água potável, contra apenas um milhão e meio em 2015, sustentando que foram construídos 36 novos pequenos e grandes sistemas de abastecimento, além de 212 fontanários, num processo que assistiu a construção de 589 furos e reabilitados perto de quatrocentos.

Estes números fazem com que mais da metade da população da província, calculada em mais de seis milhões de habitantes, tenha acesso à água potável.

Na área da indústria, o Presidente da República também ficou satisfeito pelo facto de Nampula ter registado o aumento da produção e comercialização da castanha de caju, de 35 mil toneladas em 2015, para 70 mil toneladas no presente ano, que representa um grande encaixe financeiro para os cofres do Estado.

Ainda neste sector, a província de Nampula processou, em 2015, cerca 24 mil toneladas de castanha de caju, e em 2019 vai processar 58 mil toneladas. Todavia, o sector de caju em Nampula possui 14 fábricas de processamento que empregam actualmente pouco mais de 15 mil trabalhadores.

Na área das pescas, Nampula produziu 40 mil toneladas em 2015 e agora a produção atinge mais de 65 mil toneladas de pescado.

Fruto do envolvimento do sector público e privado, Nampula está a registar igualmente o aumento na produção de aves e ovos, o que é muito para a diversificação da dieta alimentar das populações e exercício de negócio e também aumento da renda familiar.

Na área de energia, Filipe Nyusi disse que esforços feitos pelo Governo permitiram que todos os distritos da província de Nampula fossem electrificados, através da rede nacional, beneficiando milhares de cidadãos.

“A avaliação que fazemos é que a província de Nampula está a crescer de forma exponencial. Estes indicadores dos sectores produtivos trazem a sensibilidade de que Nampula está a ser governada pelos resultados, e é isso que nos encoraja para dizermos que o desempenho é positivo”, realçou Nyusi.

Um informe do balaço do plano económico e social provincial, apresentado pelo governador Victor Borges, refere que no quadro da perspectiva da implementação do PQG, no ano passado a produção global alcançou 84,30 mil milhoes de meticais, representando 107,5 de cumprimento do plano e 20,8 por cento de crescimento.

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