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Director: Lázaro Manhiça

A ÍNDIA tornou-se, sábado (1º de Maio),primeiro país do mundo a registar mais de 400 mil casos de infecção pelo novo coronavírus em um único dia.

Na tentativa de travar o contágio, a Índia ampliou a campanha de imunização para todos os adultos, mas faltam vacinas no país que mais produz vacinas no mundo.

Na capital, Nova Delhi, as autoridades pediram para as pessoas não se aglomerarem nos postos de vacinação porque as doses ainda não chegaram.

O “lockdown” na cidade, em vigor desde 19 de Abril, foi estendido por mais uma semana.

No oeste do país, um incêndio numa ala de doentes com Covid-19 matou pelo menos 16 pessoas. É o segundo incêndio em hospitais indianos em uma semana.

Carregamentos de ajuda humanitária avançam para a Índia com 120 respiradores artificiais da Alemanha, oito aparelhos de oxigénio oriundos da França, para mais de 1,3 bilhão de habitantes, precisa de muito mais.

A comunidade internacional se mobiliza, fala em solidariedade e cooperação. Mas também se protege. Turistas indianos não entram no Reino Unido neste momento. Os Estados Unidos vão restringir a entrada de pessoas vindas da Índia a partir de terça-feira (4).

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O PRESIDENTE da Comissão da União Africana (CUA), Moussa Faki Mahamat, mostrou “profunda emoção” devido à morte do presidente do Chade, Idriss Déby Itno, em combate contra os rebeldes no norte do país, considerando-o um “grande estadista”.

“Foi com grande consternação e profunda emoção que soube da morte” do presidente do Chade, Idriss Deby Itno, disse o dirigente do órgão executivo desta organização continental africana, numa mensagem colocada no Twitter.

Moussa Faki Mahamat, que foi primeiro-ministro do Chade de 2003 a 2005 e depois ministro dos Negócios Estrangeiros entre 2008 e 2017, escreveu ainda: “Grande estadista e reconhecido líder militar. Envio as minhas sinceras condolências ao povo chadiano e à sua família”.

Déby, 68 anos, um oficial militar de carreira que tomou o poder em 1990 num golpe e foi promovido ao posto de marechal de campo em Agosto último, foi reeleito no passado dia 11 para um mandato de seis anos com 79,32% dos votos, de acordo com os resultados provisórios anunciados na segunda-feira à noite pela comissão eleitoral nacional.

Ministros e oficiais de alta patente deram conta na segunda-feira que o chefe de Estado tinha visitado a linha da frente para se juntar ao seu exército, que enfrentava uma coluna de rebeldes, que tinham lançado uma ofensiva a partir de bases recuadas na Líbia no dia das eleições.
Os confrontos entre os rebeldes e o Exército chadiano no maciço de Tibesti, que faz fronteira com a Líbia, são frequentes.

Em Fevereiro de 2019, numa outra incursão com o objectivo de derrubar Idriss Déby Itno, foi travada pela intervenção de caças-bombardeiros da força aérea francesa, solicitada por Ndjamena.

(RM /NMinuto)

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MAHAMAT Idriss Déby Itno, comandante da guarda presidencial, filho do presidente chadiano, Idriss Déby Itno, falecido ontem (20) na sequência de ferimentos em combate, vai dirigir um conselho militar que assumirá o poder no país, anunciou o exército chadiano.

“Foi criado um conselho militar chefiado pelo seu filho, o general Mahamat Idriss Déby Itno" (37 anos), anunciou o porta-voz do exército, general Azem Bermandoa Agouna, numa declaração transmitida na rádio estatal, pouco depois de anunciar a morte do Chefe de Estado, cuja reeleição para um sexto mandato tinha sido anunciada esta segunda-feira (19).
“O conselho reuniu-se imediatamente e promulgou a Carta de Transição”, acrescentou Bermandoa Agouna.

O Presidente do Chade, Idriss Déby Itno, no poder há 30 anos, morreu hoje (20) de ferimentos sofridos enquanto comandava o seu exército na luta contra rebeldes no norte durante o fim-de-semana, anunciou o porta-voz.

“É com profunda amargura que anunciamos ao povo chadiano a morte esta terça-feira, 20 de Abril de 2021, do marechal do Chade", acrescentou Bermandoa Agouna.

Déby, 68 anos, um oficial militar de carreira que tomou o poder em 1990 num golpe e foi promovido ao posto de marechal de campo em Agosto último, foi reeleito no passado dia 11 para um mandato de seis anos com 79,32% dos votos, de acordo com os resultados provisórios anunciados esta segunda-feira à noite pela comissão eleitoral nacional.
Ministros e oficiais de alta patente deram conta na segunda-feira que o chefe de Estado tinha visitado a linha da frente para se juntar ao seu exército, que enfrentava uma coluna de rebeldes, que tinham lançado uma ofensiva a partir de bases recuadas na Líbia no dia das eleições, 11 de Abril.

O exército chadiano anunciou na segunda-feira que tinha provocado mais de 300 baixas entre os rebeldes, que haviam iniciado há oito dias uma incursão no norte do país, e que tinha perdido cinco soldados em combate no passado sábado.

(Notícias/RM/NMinuto)

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ÍNDIA registou 273.810 novos casos positivos do novo coronavírus, nas últimas 24 horas, o 13º recorde diário nos últimos 15 dias, apontam hoje (19) dados divulgados pelo Ministério da Saúde daquele país e do projecto “Our World in Data”, da Universidade de Oxford.

Nesta segunda onda, a capital Nova Deli está sob bloqueio total por mais sete dias, anunciou o ministro-chefe da cidade, Arvind Kejriwal.

Após um “lockdown” no fim-de-semana, o comércio seguirá fechado e os deslocamentos serão autorizados apenas para os serviços considerados essenciais.  Restrições similares já foram adoptadas em outras regiões do país, como o estado de Maharashtra, onde fica a capital financeira Mumbai.

Segundo o ministro-chefe da capital indiana, “o sistema de saúde de Nova Deli está à beira do colapso” e a situação “é bastante crítica”, com falta de leitos, de oxigénio e de remédios.

“O confinamento não vai acabar com a pandemia, mas vai desacelerar. Vamos aproveitar o confinamento de uma semana para melhorar a situação dos hospitais, que estão sob forte pressão e perto do limite”, afirmou Kejriwal.

O segundo país mais populoso do mundo, com 1,3 bilhão de habitantes também registou mais 1.619 mortes em um dia, o segundo pior número da pandemia (atrás apenas dos 2.003 óbitos registados em 16 de Junho) e chegou a 178.769 vítimas desde o início da pandemia.

A Índia é o quarto país com maior número de mortes, atrás de Estados Unidos (567 mil), Brasil (373 mil) e México (212 mil).

Com o novo recorde de infectados, a Índia passou dos 15 milhões de casos confirmados e está atrás apenas do EUA (31,6 milhões), que detém a maior marca de casos registados em 24 horas: mais de 300 mil confirmados em 2 de Janeiro. (G1)

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O POLÍTICO sul-africano Mangosuthu Buthelezi considerou que a actual “cisão” no partido no poder, o Congresso Nacional Africano (ANC) poderá colocar o país “à beira de uma guerra”.

Em entrevista à Agência Lusa, o primeiro-ministro dos amaZulu, principal grupo étnico na África do Sul, atribuiu as causas de uma potencial “guerra” no país à “cisão” do ANC, devido, entre outros, a múltiplos casos judiciais por alegada corrupção de que o partido no poder é alvo, nomeadamente no mandato do antigo Chefe de Estado Jacob Zuma.

“Este país parece estar à beira da guerra porque os casos judiciais do ex-Presidente Zuma estão perante o Tribunal Constitucional e já foi sugerido que ele deveria ser preso, enquanto alguns membros do ANC disseram que o vão defender, ninguém vai prendê-lo. Para mim, isso significa estar a caminho de uma agitação social ou guerra e a cisão no partido no poder é uma realidade, todos sabem disso”, referiu Buthelezi.

“Estamos realmente a passar por uma fase muito difícil neste país, onde podemos esperar que qualquer coisa aconteça”, frisou o antigo Ministro do Interior nos governos dos Presidentes Nelson Mandela e Thabo Mbeki, de 1994 a 2004.

Mangosuthu Buthelezi, de 92 anos, que falava à LUSA em Ulundi, na sede do Partido Livre Inkatha (IFP, na sigla em inglês), que fundou em 1975, sublinhou que “até o Tribunal Constitucional parece estar a vacilar, ao indicar a Zuma que considere o castigo que pretende escolher”, considerando que “é uma decisão sem precedentes de um tribunal” na África do Sul.

“Há muitas questões na política do ANC e também na aliança com o Partido Comunista da África do Sul e com a COSATU (Central Sindical), cuja liderança é comunista”, sublinhou Buthelezi, atribuindo o estado da economia do país à influência destas organizações.

A razão pela qual a economia do país está neste estado é por causa da sua influência, eles realmente não se separaram do socialismo e mesmo no ANC ainda se acredita no socialismo, salientou.

“Não compartilhamos a visão do ANC, isto é, a luta entre nós não acabou porque acho que não terei acordo, até na expropriação de terras temos grandes diferenças, então a luta continua”, frisou Mangosuthu Buthelezi, referindo-se à proposta do governo do ANC para a alteração da lei de expropriação de terras sem compensação financeira.- (LUSA)

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