O Ministério das Relações Exteriores de Angola suspendeu, hoje, os funcionários do Protocolo do Estado das salas VIP do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro e Terminal Doméstico, em Luanda, por “irregularidades e práticas ilícitas” no funcionamento destas unidades.

“Após várias denúncias provenientes de alguns serviços do Estado destacados nas Salas VIP do Protocolo do Estado nas Unidades do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro e do Terminal Doméstico, e como resultado de acções inspectivas, constatou a existência de graves irregularidades e práticas ilícitas no seu funcionamento, nomeadamente, o acesso indevido de pessoas estranhas e a passagem de bens e mercadorias não autorizadas, envolvendo funcionários deste Departamento Ministerial”, referiu o ministério, em comunicado.

O ministério angolano abriu ainda processos disciplinares, “com vista à responsabilização civil e criminal dos infractores”, e remeteu para as “competentes autoridades policiais e judiciais, os respectivos processos, para que sejam tomadas as medidas adequadas”.

No comunicado, o ministério esclarece que as Salas VIP do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro e Terminal Doméstico “devem ser utilizadas apenas por entidades nacionais e estrangeiras previstas nos artigos 5.º, 6.º e 7.º do Decreto Presidencial n.º 230/11, de 23 de Agosto, que aprova o Regulamento sobre a Gestão e Utilização das Salas do Protocolo do Estado”.

Apela ainda à “compreensão das entidades públicas e privadas, para o estrito cumprimento das regras estabelecidas” e agradece “a colaboração, que tem sido prestada” pela Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea, Instituto Nacional da Aviação Civil, Administração Geral Tributária, Polícia Fiscal, Segurança Aeroportuária, Serviço de Migração e Estrangeiros e outros órgãos de defesa e segurança, bem como, as companhias aéreas.

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A RESILIÊNCIA deve ser impulsionada em África em resposta às mudanças climáticas, segundo defenderam os participantes no Diálogo de Alto Nível de Liderança sobre Segurança Alimentar de África, recentemente organizado pelo governo ruandês, em Kigali. Leia mais

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A administração norte-americana proibiu as agências governamentais de comprarem equipamentos à chinesa Huawei, implementando uma medida do Congresso que considera as empresas chinesas uma ameaça à segurança, perante crescentes tensões entre os dois países.

Além da Huawei, a medida abrange outras empresas de telecomunicações, a ZTE, os fabricantes de câmaras de vigilância Hikvision, a Dahua e o grupo Hytera, que produz rádios bidireccionais.

Na quarta-feira (7), a Huawei afirmou que a medida “não é inesperada”, mas classificou-a de “barreira comercial baseada num país de origem, que adopta uma acção punitiva sem qualquer evidência de erro”.

A medida reflecte a crescente preocupação em Washington, sobre a penetração de tecnologia chinesa no país, perante o potencial para servir os serviços de espionagem de Beijing.

Washington tem pressionado vários países a excluírem a Huawei na construção de infra-estruturas, para redes móveis de quinta geração (5G), acusando a empresa de estar sujeita a cooperar com a espionagem chinesa.

Em Maio passado, o Presidente norte-americano, Donald Trump, emitiu uma ordem executiva para obrigar as empresas do seu país a obterem uma licença para vender tecnologia crítica à Huawei, num golpe que se pode revelar fatal para o grupo.

Após ter acordado com o homólogo chinês, Xi Jinping, um período de tréguas na guerra comercial que desencadeou no Verão passado, Trump disse ter aceitado aliviar algumas restrições à Huawei. Mas as tréguas foram curtas.

Após o secretário do Tesouro e o representante para o Comércio norte-americanos, Steven Mnuchin e Robert Lighthizer, regressarem das negociações com a delegação chinesa, liderada pelo vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, Trump anunciou novas taxas alfandegárias sobre bens importados da China, pondo, efectivamente, fim à trégua.

Entretanto, Beijing ordenou às empresas chinesas que suspendam a compra de produtos agrícolas norte-americanos.

A regra, que proíbe a Huawei de assinar contratos com o Governo norte-americano, entra em vigor a 13 de Agosto.

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MAIS de cinco milhões de pessoas no Zimbabwe - cerca de um terço da população - precisam de ajuda alimentar, com muitos já no limiar da fome, segundo as Nações Unidas. O governo do Zimbabwe e o Programa Mundial de Alimentação (PMA) lançaram, terça-feira, um apelo humanitário avaliado em 331 milhões de dólares (20,4 mil milhões de meticais) para enfrentar a actual seca e assistir os afectados pela passagem, em Março, do ciclone Idai. Leia mais

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Pelo menos 95 pessoas ficaram feridas num ataque, hoje, na capital afegã, Cabul, reivindicado pelo grupo extremista islâmico Talibã, quando um veículo carregado de explosivos atingiu um posto policial, informaram as autoridades.

O ataque ocorreu por volta das 09:00 horas locais, no sudoeste de Cabul, com a detonação de “um veículo carregado de explosivos”, disse o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores afegão, Nasrat Rahimi.

O objectivo era “um posto de controlo da Polícia” na área, acrescentou.

A explosão causou pelo menos 95 feridos, “principalmente civis, incluindo crianças e mulheres”, que foram transferidos para vários hospitais em Cabul, disse um porta-voz do Ministério da Saúde Pública, Wahidullah Mayar.

Na área onde ocorreu a explosão está também localizada uma escola militar.

O porta-voz dos talibãs, Zabihullah Mujahid, justificou o ataque numa mensagem na sua conta oficial na rede social Twitter, explicando que o objectivo do ataque suicida era “um centro de recrutamento perto da esquadra da Polícia”.

Segundo Mujahid, “dezenas de polícias e soldados morreram”.

O atentado terrorista ocorreu depois de pelo menos cinco polícias terem morrido na terça-feira após a detonação de um artefacto colocado numa bicicleta, à passagem de um veículo do Departamento de Luta contra o Narcotráfico no noroeste de Cabul.

Os ataques coincidem com a oitava ronda de negociações de paz entre representantes dos Estados Unidos e dos talibãs no Qatar, em busca de um acordo que ponha fim a duas décadas de guerra.

Apesar das conversações, a violência continua por todo o país com ataques constantes, incluindo ataques na capital afegã, com dezenas de mortos, situação que a ONU relacionou com a tentativa das partes de reforçarem as suas posições para negociarem em termos mais favoráveis um acordo de paz.

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