Director: Lázaro Manhiça

A CAPITAL chinesa encontra-se, hoje (15), coberta por uma espessa poeira em consequência de uma tempestade de areia gerada por fortes ventos provenientes do deserto de Gobi e partes do Noroeste da China.

Devido a poeira a qualidade do ar em beijing atingiu níveis tão péssimos que estão fora da escala nesta segunda-feira (15).

A agência meteorológica chinesa classificou o fenómeno como a maior tempestade de areia em uma década, e anunciou o alerta amarelo hoje, dizendo que as tempestades de areia se espalharam da Mongólia interior para as províncias de Gansu, Shanxi e Hebei, que circundam Beijing.

Pequim enfrenta tempestades de areia regulares em Março e Abril devido à sua proximidade com o enorme deserto de Gobi, bem como ao desmatamento e à erosão do solo em todo o norte da China.

Comments

MORREU hoje (12) o rei Goodwill Zwelithini, aos 73 anos, anunciou o primeiro-ministro tradicional do monarca e da nação Zulu, Mangosuthu Buthelezi, em nome da casa real AmaZulu, na África do Sul.

“É com a maior tristeza que informo a nação do falecimento de sua Majestade o Rei Goodwill Zwelithini ka Bhekuzulu, Rei da Nação Zulu”, referiu em comunicado o príncipe Mangosuthu Buthelezi.

No comunicado, o ex-líder do Partido Livre Inkatha (IFP, na sigla em inglês) adianta que “tragicamente, enquanto hospitalizado, o estado de saúde de Sua Majestade agravou-se, e subsequentemente ele faleceu nas primeiras horas da madrugada de hoje”.

“Em nome da Família Real, agradecemos à nação pelas contínuas orações e apoio neste momento tão difícil. Que sua Majestade, o nosso Rei, descanse em paz”, concluiu Buthelezi no comunicado divulgado no sítio de internet do partido.

O monarca Zulu encontrava-se hospitalizado desde Fevereiro nos cuidados intensivos de um hospital privado na África do Sul com hipoglicemia, segundo a imprensa sul-africana.

Goodwill Zwelithini ka Bhekuzulu (1948-2021), rei do povo Zulu desde a década de 1960, era o único administrador de cerca de três milhões de hectares de terra sob o Fundo Ingonyama, criado em 1994, para salvaguardar “o bem-estar material e social dos membros das tribos e comunidades” que fazem parte de cerca de 11 milhões de pessoas que habitam a província do KwaZulu-Natal, a segunda mais povoada da África d Sul. (LUSA)

Comments

PASSA um ano depois da Organização Mundial da Saúde (OMS) ter declarado a Covid-19 como uma pandemia. Onúmero de infectados passou de 120 mil para quase 120 milhões e um terço da humanidade esteve confinada pelo menos uma vez.

A declaração de pandemia - em 11 de Março de 2020 - foi feita três meses após terem sido detectados os primeiros casos de Covid-19, em Dezembro de 2019, e, desde então, a doença causou a morte a mais de 2,5 milhões de pessoas.

Dois dias depois da declaração de pandemia, a Europa já era considerada o epicentro da doença, somando um número de casos e de mortes superior ao conjunto do resto do mundo.

Ainda se estava em Março de 2020 quando vários países começaram a impor confinamentos nacionais, situação inédita em muitos deles desde a Segunda Guerra Mundial.

Em muitos, as restrições provocaram preocupações pela queda abrupta que isso representava: o abismo para as economias mas, em alguns, as memórias fizeram surgir preocupações relativas a liberdades conquistadas a muito custo. E com essas preocupações, surgiram muitas manifestações anti-restrições.

Escolas e comércio fechados, fronteiras encerradas ou controladas, teletrabalho e confinamentos nacionais constituíram o cenário dos meses de Março e Abril do ano passado.

No final de Março de 2020, o número de infectados chegou a meio milhão de pessoas, com 30 mil mortes a lamentar e o novo coronavírus não poupava ninguém.

Em Abril, os números de infectados saltaram de um milhão no início do mês para três milhões no final, mas a Europa começou a reabrir portas enquanto olhava, horrorizada, para os chefes de Estados dos Estados Unidos e do Brasil – respectivamente, Donald Trump e Jair Bolsonaro – a desvalorizarem a pandemia enquanto os seus países escalavam rapidamente o “ranking”de número de infectados.

Comments

O PRESIDENTE da Tanzania, John Magufuli, encontra-se supostamente em estado crítico e a receber tratamento contra a Covid-19, num hospital no Quénia, noticiou ontem a BBC, citando o líder da oposição, Tundu Lissu.

Segundo Lissu, o estadistacontraiu o novocoronavírus associado a um problema cardíaco.

Magufuli, que não é visto em público há 11 dias, tem enfrentado críticas pela forma como lidou com a Covid-19.O Presidente,de 61 anos, defendeu que orações e terapia a vapor com infusão de ervas combatiamo vírus.

A Tanzania não divulga os seus casos do novo coronavírus desde Maio e se recusa a comprar vacinas.

Lissu disse ter sido informado de que o Presidente Magufuli foi levado de avião para o Quénia para tratamento no Hospital de Nairobi na noite de segunda-feira.

A BBC não foi capaz de confirmar a informação de forma independente.Não houve informação oficial do governo, que alertou contra a publicação de informações não verificadas sobre o líder tanzaniano, que foi visto pela última vez em um evento oficial em Dar-es-Salaam a 27 de Fevereiro.

O Hospital de Nairobi também disse que não poderia comentar.-(BBC)

Comments

O PRESIDENTE da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, prometeu hoje (09) defender uma "melhor democracia", com tolerância e respeito por todos, rejeitando o "mito do português puro", com convergência no regime e alternativa de governação, e "estabilidade sem pântano".

Rebelo de Sousa falava perante a Assembleia da República, durante a cerimónia em que tomou posse para um segundo mandato.

Segundo o chefe do Estado português, assegurar estes objectivos será a sua "primeira prioridade" nos próximos cinco anos.

Rebelo de Sousa realçou que,"pela primeira vez,em democracia,um Presidente da República toma posse em estado de emergência", devido a pandemia de Covid-19,e agradeceu aos deputados pelo exemplo de dedicação à democracia, nunca aceitando calá-la, nunca aceitando suspendê-la, nunca aceitando fazê-la refém.

"Que seja essa a primeira lição do dia de hoje: vivemos em democracia, queremos continuar a viver em democracia, e em democracia combater as mais graves pandemias. Preferimos a liberdade à opressão, o diálogo ao monólogo, o pluralismo à censura, e demonstrámo-lo realizando duas eleições em pandemia, de uma das quais resultou a subida da oposição ao Governo", afirmou, referindo-se às eleições regionais nos Açores, e observando: "Isto é democracia".

Em seguida, o Presidente da Repúblicaportuguês defendeu que é preciso “melhor democracia, onde a liberdade não seja esvaziada pela pobreza, pela ignorância, pela dependência ou pela corrupção, onde a inclusão, a tolerância, o respeito por todos os portugueses, para além do género, do credo, da cor da pele, das convicções pessoais, políticas e sociais não sejam sacrificados ao mito do português puro, da casta iluminada, dos antigos e novos privilegiados”.

“Queremos uma democracia que seja ética republicana na limitação dos mandatos, convergência no regime e alternativa clara na governação, estabilidade sem pântano, justiça com segurança, renovação que evite ruptura, antecipação que impeça decadência, proximidade que impossibilite deslumbramento, arrogância, abuso do poder. Assegurá-lo é a primeira prioridade do Presidente da República para estes cinco anos”, acrescentou.

Comments

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

JORNAL DIGITAL


Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction