Director: Júlio Manjate

O Sindicato Provincial do Pessoal Navegante de Cabine (SINPROPNC), da transportadora angolana TAAG, anunciou uma greve entre 05 e 07 de Fevereiro que vai paralisar totalmente os serviços de voos domésticos e internacionais, reclamando "melhores condições laborais e regalias sociais".

Segundo uma declaração de greve tornada pública em Luanda, a paralisação surge, igualmente, para exigir a actualização dos valores das horas de voo indexados ao dólar, a manutenção do regime de disponibilidade, tradução dos manuais e "humanização" das escalas de trabalho.

Os tripulantes de cabine da TAAG queixam-se, igualmente, da "recusa" da entidade empregadora em estabelecer um regime de facilidade que valorize e confira dignidade ao trabalhador, lamentando "assimetrias profundas com outras classes".

"A pretensão de afastar o regime de disponibilidade dos contratos de trabalho, desrespeitando o parecer do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (...),  revela falta de bom senso da administração da transportadora", lê-se no documento.

Para os funcionários, a greve incidirá sobre todo o trabalho, quer seja suplementar ou não, entre 05 e 07 de Fevereiro, das 05.00 às 23.00 horas.

O pessoal navegante de cabine no exterior do país, adianta o SINPROPNC, caso tenha aderido à greve, "deverá regressar à base, assegurando a prestação do serviço durante o regresso".

No entanto, os trabalhadores prevêem serviços mínimos indispensáveis à satisfação das necessidades, bem como outros  que se mostrem imprescindíveis.

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A China terminou a construção de um hospital de mil camas para os doentes do novo coronavírus, que já causou 362 mortos e mais de 17 mil infectados no país e no estrangeiro, foi hoje anunciado.

O reínicio das aulas foi também adiado na província chinesa de Hubei, centro do surto do coronavírus.

O novo hospital foi construído em  Wuhan, capital daquela província, no centro da China, em apenas dez dias, enquanto decorre a construção de um outro, com 1500 camas.

As restrições em Wuhan, onde começou o surto de pneumonia viral, foram reforçadas, com as autoridades a decidirem que apenas um membro de cada família pode sair à rua para compras essenciais de dois em dois dias.

A China elevou hoje para 362 mortos e mais de 17 mil infectados o balanço do surto de pneumonia provocado por um novo coronavírus (2019-nCoV) detectado em Dezembro passado, em Wuhan, capital da província de Hubei (centro).

Desde Dezembro, o surto já provocou 17205 casos em toda a Chinae se espalhoupor vários países, o que levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a decretar uma emergência mundial.

No domingo, morreu nas Filipinasa primeira pessoa infectada fora da China, um chinês de 44 anos, natural de Wuhan.

Entretanto, um avião da Força Aérea Portuguesa transportou no domingo para Lisboa um grupo de 20 pessoas – 18 portugueses e duas cidadãs brasileiras – retiradas de Wuhan.

Além do território continental da China e das regiões chinesas de Macau e Hong-Kong, há mais casos de infecção confirmados em 24 países.

O Ministério da Saúde vai disponibilizar instalações onde os portugueses provenientes de Wuhan vão ficar em "isolamento profiláctico" voluntário, durante 14 dias, e fazer análises para efeitos de despistedo novo coronavírus.

Durante esse período, não poderão receber visitas, mesmo que controladas.

A Direção-Geral da Saúde fará um boletim clínico diário do grupo e o Ministério da Saúde realizará uma conferência de imprensa diária para dar conta da evolução da situação.

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O número de vítimas mortais devido ao novo coronavírus na China subiu para 304, depois das autoridades da província de Hubei, centro do surto da epidemia, terem anunciado hoje mais 45 mortes.

Na sua actualização diária, as autoridades de saúde da província adiantaram ainda que foram confirmados mais 1.921 novos casos de infeção com coronavírus em Hubei (centro da China).

Com estes novos dados, o número de pessoas infetadas subiu para mais de 14.000 casos na China.

Este surto de pneumonia provocado por um novo coronavírus (2019-nCoV) foi detetado no final do ano em Wuhan.

Além do território continental da China e das regiões chinesas de Macau e Hong Kong, há mais de 50 casos de infecção confirmados em 24 outros países, com as novas notificações na Rússia, Suécia e Espanha.

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O Reino Unido e a União Europeia encetam a partir das 00.00 horas de hoje, caminhos separados, após um “casamento” que se estendeu por 47 anos, embora marcado por uma relação difícil.

A legislação que ratificou o Acordo de Saída do Reino Unido da União Europeia, que se consumou ontem às 23.00 horas locais, hora oficial da saída da UE, foi promulgada na semana passada pela Rainha Isabel II.

O Acordo de Saída foi votado quarta-feira pelo Parlamento Europeu (PE), permitindo a conclusão de um processo marcado por vários contratempos e adiamentos.

Seguem-se as principais datas para os próximos capítulos desse processo:

31 de Janeiro de 2020

- Dia do 'Brexit': O Reino Unido sai oficialmente da UE às 23.00 horas locais (01.00 hora de sábado em Maputo), data adiada três vezes, concretizando o resultado do referendo realizado em 2016, quando 52 por cento dos eleitores votaram a favor da saída do Reino Unido.

01 de Fevereiro de 2020:

- Início do período de transição até 31 de Dezembro de 2020, durante o qual o Reino Unido continua a respeitar as normas europeias e a fazer parte do mercado único europeu.

25 de Fevereiro de 2020:

- Estratégia de negociação dos 27 para o pós-Brexit deve ser aprovada no Conselho de Assuntos Gerais em Bruxelas para negociar um novo acordo de comércio e parcerias em áreas como a segurança.

01 de Julho de 2020:

- Prazo para o Reino Unido prorrogar o período de transição por um ou dois anos, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, já fez saber que não o pretende fazer.

31 de Dezembro de 2020:

- Fim do período de transição, pondo fim aos laços entre a UE e o Reino Unido. Sem um novo acordo ou prorrogação do período de transição, sectores como os do comércio e transportes, entre outros, correm o risco de sofrer grandes perturbações.

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A China disse hoje ser capaz de "conter e derrotar" o novo coronavírus, que já causou 213 mortos e infectou 9692 pessoas, levando a Organização Mundial da Saúde a declarar a epidemia emergência de saúde pública internacional.

"A China está confiante e capaz de conter efectivamente a nova epidemia de coronavírus e, eventualmente, derrotá-la", declarou a Comissão Nacional de Saúde num comunicado publicado poucas horas após a decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Embora 99% dos casos tenham sido diagnosticados na China, um comité de emergência de 15 especialistas, convocado pelo director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, declarou o alerta internacional na tarde de ontem, quinta-feira.

O alerta, descartado há uma semana, foi declarado após o aparecimento de várias infecções entre pessoas de países como Alemanha, Japão, EUA ou Vietname, em pacientes que não tinham viajado recentemente para a China.

"O Governo chinês atribui grande importância à prevenção e controlo da pneumonia causada pelo novo coronavírus e tomou as medidas mais estritas para conter a epidemia", sublinhou a Comissão Nacional de Saúde.

O organismo, acrescenta o comunicado, espera que "a comunidade internacional entenda e apoie os esforços da China para prevenir e controlar a epidemia e faça esforços conjuntos com a China para conter a epidemia e manter a segurança da saúde global".

A OMS declarou emergência de saúde pública internacional o surto do novo coronavírus na China, que pressupõe a adopção de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial.

Para a declarar, a OMS considerou três critérios: uma situação extraordinária, o risco de rápida expansão para outros países e que exija resposta internacional coordenada.

Esta é a sexta vez que aquela organização declara emergência de saúde pública internacional.

A OMS opôs-se à restrição de viagens, apesar de o surto do novo coronavírus na China ser uma emergência de saúde pública internacional. Não obstante, o Governo italiano suspendeu todos os voos provenientes ou com destino à China depois de confirmados dois casos no país do novo coronavírus.

Além da China e dos territórios chineses de Macau e Hong-Kong, há mais de 50 casos confirmados do novo coronavírus em 19 outros países - Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Austrália, Finlândia, Emirados Árabes Unidos, Camboja, Filipinas e Índia.

A cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto do novo coronavírus, está isolada do mundo há mais de uma semana, como a quase totalidade dos habitantes da província de Hubei, onde vivem 56 milhões de pessoas, impedidos de deixar a região.

Os Estados Unidos e o Japão retiraram parte dos seus concidadãos de Wuhan. Portugal vai igualmente repatriar cidadãos da mesma cidade chinesa, juntamente com outros países europeus.

Várias companhias aéreas decidiram suspender ou reduzir os seus voos para a China continental face à propagação do novo coronavírus (família de vírus que pode causar pneumonia viral).

A Rússia anunciou na quinta-feira a intenção de fechar 4250 quilómetros de fronteira com a China e o Cazaquistão ordenou o encerramento das ligações em autocarro, avião e comboio com o seu país vizinho.

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