Director: Lázaro Manhiça

O LÍDER do partido Combatentes pela Liberdade Económica (EFF), Julius Malema, anunciou que não participará mais nas reuniões consultivas do Presidente Cyril Ramaphosa com os partidos políticos sobre a resposta que o governo deve tomar face à pandemia da Covid-19. Leia mais

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O polícia acusado de ter morto o afro-americano, George Floyd, asfixiando-o com o joelho, em Minneapolis, nos Estados Unidos, deve comparecer hoje em tribunal naquela cidade.

Dereck Chauvin é acusado de assassinato em segundo grau (intencional, mas não premeditado), depois de inicialmente apenas ter sido acusado de assassinato em terceiro grau (involuntário).

Dois dos outros polícias que estavam no local onde George Floyd foi assassinado foram já presentes no tribunal, na quinta-feira, tendo-lhes sido aplicada uma caução de pelo menos 750 mil dólares.

Dereck Chauvin enfrenta a possibilidade de uma pena até 40 anos de prisão, depois de os procuradores terem revisto a acusação ao polícia responsável por ter asfixiado, durante cerca de oito minutos, o afro-americano.

A presença de Chauvin em tribunal coincide temporalmente com a chegada do corpo de George Floyd a Houston, no Texas, a sua cidade de origem, onde será feito um velório público, no Cape Fear Conference, depois de uma série de outras cerimónias, que se realizam desde quinta-feira.

Floyd será enterrado em Houston, na terça-feira, numa cerimónia reservada aos familiares.

Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, têm-se sucedido os protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas, algumas das quais foram palco de atos de pilhagem.

Os quatro polícias envolvidos foram despedidos, e o agente Derek Chauvin, que colocou o joelho no pescoço de Floyd, foi acusado de homicídio em segundo grau, arriscando uma pena máxima de 40 anos de prisão.

Os restantes vão responder por auxílio e cumplicidade de homicídio em segundo grau e por homicídio involuntário.

A morte de Floyd ocorreu durante a sua detenção por suspeita de ter usado uma nota falsa de 20 dólares numa loja.

 

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A MINISTRA sul-africana da Educação Básica, Angie Motshekga, disse ontem que algumas escolas serão reabertas hoje, com as regiões de Gauteng e Cabo Ocidental a serem consideradas 98 por cento prontas para o efeito. LEIA MAIS

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O Brasil registou quarta-feira um recorde diário de mortes devido à Covid-19, ao contabilizar 1.349 óbitos, ao mesmo tempo que identificou 28.633 infectados, nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde.

No total, o Brasil acumula 32.548 vítimas mortais e 584.016 casos confirmados desde o início da pandemia do novo coronavírus, sendo o segundo país do mundo com mais infectados e o quarto com o maior número de mortes.

O país sul-americano investiga ainda a eventual relação de 4.115 mortes com a doença de Covid-19, num momento em que 238.617 pacientes infectados já recuperaram e 312.851 continuam sob acompanhamento.

São Paulo continua a ser o estado com maior número de casos no país, concentrando agora 123.483 casos de infecção e 8.276 mortos, sendo seguido pelo Rio de Janeiro, que totaliza 59.240 pessoas diagnosticadas e 6.010 mortos, e pelo Ceará, que contabiliza oficialmente 56.056 infectados e 3.605 vítimas mortais em decorrência da pandemia.

Dois mil brasileiros vão participar nos testes para a vacina contra a Covid-19 que está a ser desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

A estratégia faz parte de um plano de desenvolvimento global da vacina e o Brasil será o primeiro país, além do Reino Unido, a testar a eficácia da vacina desenvolvida em Oxford contra a covid-19.

O teste foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão regulador do país sul-americano e os voluntários serão pessoas que não contraíram a doença anteriormente.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 385 mil mortos e infectou mais de 6,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios. Mais de 2,7 milhões de doentes foram considerados curados. (Notícias/RM /NMinuto)

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Nos últimos três meses, 127 jornalistas morreram devido à Covid-19, muitos depois de cobrir notícias sobre a pandemia e quase metade na América Latina, informou ontem a organização não-governamental Press Emblem Campaign (PEC).

Segundo a organização, que recolhe dados sobre ataques a jornalistas, registaram-se 62 mortes de jornalistas na América Latina, 23 na Europa, 17 na Ásia, 13 na América do Norte e 12 em África.

Pelo menos dois terços dessas mortes estiveram directamente relacionadas com a actividade jornalística, afirmou a ONG, sublinhando que o número real de profissionais de comunicação mortos na pandemia pode ser maior, uma vez que muitos casos não foram registados.

O Peru foi o país do mundo com mais vítimas confirmadas (15), seguido pelo Brasil e México (13 cada), e depois pelo Equador e pelos Estados Unidos, ambos com 12 mortes.

Na Europa, o continente com o maior número total de mortes pela Covid-19, foi confirmada a morte de cinco jornalistas na Rússia e outros tantos no Reino Unido, além de três em Espanha.

“Os trabalhadores de comunicação social têm um papel importante a desempenhar na luta contra o novo vírus, precisam de informar sobre a propagação da doença, mas vários morreram devido à falta de medidas de protecção adequadas no exercício da sua actividade”, afirmou o secretário-geral do PEC, Blaise Lempen.

Centenas de outros jornalistas foram contagiados com a doença, que também forçou ao encerramento temporário de vários meios de comunicação, disse o PEC, com base em dados de associações nacionais de jornalistas e colaboradores da organização.

Os nomes dos jornalistas que morreram na pandemia e que foram registados pela organização não-governamental podem ser encontrados no seu site oficial www.pressemblem.ch.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 373 mil mortos e infectou mais de 6,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios.Cerca de 2,6 milhões de doentes foram considerados curados.

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