Director: Júlio Manjate

Os Estados membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), representados na VIII reunião técnica dos pontos focais para a educação, abordaram, recentemente, em Lisboa, a alfabetização de jovens e adultos e a alimentação escolar.

Após o encontro, Adilson Semedo, director do Serviço de Estudos, Planeamento e Cooperação do Ministério da Educação de Cabo Verde, fez um balanço “muito produtivo” do encontro de dois dias, que se realizou na sede da CPLP.

Uma “temática que mereceu de facto um debate dos pontos focais presentes na reunião tem a ver com a oficina de boas práticas de alfabetização de jovens e adultos da CPLP”, referiu o responsável cabo-verdiano, em declarações à comunicação social.

Adilson Semedo acrescentou que os participantes consensualizaram “a realização de uma formação à distância” que deverá contar com a “participação de todos os países membros” em Abril.

Adilson Semedo referiu que houve diálogo para a realização de seminários “para a troca de experiências e de boas práticas para a sustentabilidade dos programas de alimentação escolar nos Estados Membros da CPLP”.

A CPLP é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. (LUSA)

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Dezenas de milhares de pessoas foram retiradas nas Filipinas das zonas ameaçadas pelo tufão Kanmuri, que deverá tocar a terra amanhã. De acordo com as previsões, a tempestade vai atingir primeiro o extremo sudeste de Luzon, a maior ilha do arquipélago, onde deverá causar intensas chuvadas. Cerca de 70 mil pessoas deixaram já as suas casas na região de Bicol, a primeira zona na trajectória do Kanmuri.

A agência meteorológia advertiu também para o risco de aluimentos de terras e ondas que podem atingir os três metros de altura. Cerca de 20 tufões ou tempestades tropicais atingem todos os anos as Filipinas, causando centenas de mortos. Em Novembro de 2013, o tufão Haiyan deixou à sua passagem mais de 7350 mortos ou desaparecidos, sendo o mais mortífero da história do país.

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Os bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola anunciaram, ontem, em comunicado, a rotura total com a ala liderada por Edir Macedo, por este ter desenvolvido práticas com as quais discordam.

Num comunicado assinado por mais de 300 clérigos, os bispos e pastores angolanosdão conta que nos últimos 12 meses a liderança brasileira, por orientação de Edir Macedo, passou a forçar os pastores angolanos (solteiros e casados) a submeterem-se a procedimento cirúrgico de “esterilização”, tecnicamente conhecido como vasectomia, violando de forma grave os direitos humanos, de acordo com a Constituição da República de Angola.
De acordo com o “Jornal de Angola”, os bispos e pastores angolanos acrescentam que, além disso, a liderança brasileira, sob orientação de Edir Macedo, tem promovido a evasão de divisas para o exterior do país.
Segundo os clérigosangolanos, Edir Macedo orientou a venda, sem prévia consulta dos bispos, pastores, obreiros e membros angolanos, de mais da metade do património da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.
O referido património, segundo o documento, inclui residências e terrenos adquiridos e construídos com os dízimos, ofertas e doações dos bispos, pastores, obreiros e membros de Angola.
Os responsáveis da IURD em Angola informam ainda que tal decisão foi tomada numa reunião secreta, realizada em Luanda, que contou apenas com a presença de poucos pastores e bispos brasileiros. O referido encontro, segundo os contestatários, foi presidido pelo bispo Honorilton Gonçalves.
No entender dos prelados angolanos, a atitude brasileira, além de constituir uma traição à confiança dos responsáveis de Angola, “é uma clara demonstração de que os objectivos por eles defendidos deixaram de ser os mesmos apregoados pela IURD de Angola, que passa pela pregação do Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo”.
Diante desses factos e da gravidade da situação, em respeito aos princípios da fé cristã, o corpo de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola decidiu, em fórum próprio, pôr fim a qualquer vínculo com a liderança brasileira, decretando “o abandono dos mesmos do território angolano,dentro dos prazos estabelecidos pelas autoridades migratórias”.
De modo a salvaguardar os mais nobres ideais da Nação, dizem os bispos angolanos no comunicado, que a partir desta data (ontem) a Igreja Universal do Reino de Deus em Angola passa a ser liderada exclusivamente por angolanos.
Os bispos terminam pedindo calma aos obreiros e membros da IURD-Angolae esclarecem, por outro lado, que a Igreja Universal do Reino de Deus em Angola é uma instituição religiosa de direito angolano, registada no Ministério da Justiça.

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O Presidente-cessante da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, disse ontemque aceita os resultados eleitores das presidenciais realizadas domingo, mas salientou que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) sabe "perfeitamente" quem deveria estar na segunda volta.

"Eu continuo fiel aos ideais da paz, da democracia e da liberdade,que sempre me nortearam e aceitarei quaisquer resultados que sejam publicados pelo órgão de gestão eleitoral, Comissão Nacional de Eleições", afirmou José Mário Vaz, salientando antes o que considerou ser algumas irregularidades.

Algumas das irregularidades apontadas pelo Presidente-cessante prendem-se com atraso no cumprimento de prazos eleitorais, nomeadamente,publicação dos cadernos eleitorais e funcionamento das assembleias de voto e de "terem aparecido urnas com votos previamente preenchidos".

José Mário Vaz falava na sua sede de candidatura, onde fez uma declaração de cerca de 15 minutos, sem direito a perguntas.

"O presidente da CNE e a sua equipa,na posse de todos os dados,sabem perfeitamente quem realmente deveria estar nesta disputa da segunda volta", referiu.

Na declaração, o Presidente-cessante felicitou também todos os candidatos que participaram nas eleições de domingo e desejou "boa sorte" aos dois que vão disputar a segunda volta, marcada para 29 de Dezembro.

"Uma chamada de atenção do Presidente da República à comunidade internacional, apesar das irregularidades, aceito o resultado a fim de contribuir para a pacificação da sociedade", anotou.

O chefe de Estado cessante disse também que vai regressar ao sector privado, de onde saiu para a política, mas vai continuar a servir o seu país e o povo.

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O antigo líder da UNITA, Isaías Samakuva, disse à Lusa, em Luanda, que vai regressar à Assembleia Nacional e continuar a convencer os angolanos que o maior partido da oposição é que “pode trazer prosperidade a Angola”. Isaías Samakuva, que foi líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), de 2003 até Novembro deste ano, disse que o trabalho continua e o propósito é o mesmo: levar o partido ao poder político. “Queremos chegar ao poder político, para que com ele possamos mudar a situação do nosso país”, disse Isaías Samakuva, em declarações à imprensa no final da tomada de posse dos novos 51 membros do executivo nacional, provincial e representantes parlamentares nomeados pelo novo líder da UNITA, Adalberto da Costa Júnior. O substituto do líder fundador da UNITA, Jonas Savimbi, após a sua morte em 2002, disse que durante o seu mandato conseguiu “estabilizar o partido”, mas “a fase que era de renovar as esperanças nas mentes de todos os cidadãos, até dos militantes, acabou”. “Agora precisamos de facto de uma fase de catapultar o partido para a vitória”, frisou Isaías Samakuva, destacando que o seu contributo será o mesmo.

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