PHC

Director: Lázaro Manhiça

O PRESIDENTE argelino, Abdelmadjid Tebboune, ordenou a libertação de 101 pessoas presas por convocar ou participar de manifestações do movimento de protesto ‘Hirak’, de acordo com um comunicado presidencial divulgado nesta quarta-feira (14) à noite.

Esse gesto se soma à libertação,decretada no início do mês, de outros 18 presos também por sua relação com esse movimento.

A maioria deles eram jovens detidos nas semanas que antecederam as eleições legislativas de 12 de Junho.

Antes do anúncio da libertação dessas cem pessoas, o ComitéNacional para a Libertação dos Detidos contava cerca de 300 pessoas na prisão por actos relacionados ao ‘Hirak’ou às liberdades individuais.

‘Hirak’é um movimento pacífico sem uma liderança definida que nasceu em Fevereiro de 2019 da rejeição popular a um quinto mandato presidencial de Abdelaziz Buteflika e reivindica uma mudança radical do sistema de governo na Argélia.

Comments

MISUZULU kaZwelithini, rei amaZuzu, implorou às multidões de manifestantes em KwaZulu-Natal que não permitam que a política manche a dignidade da nação Zulu.

O monarca fez apelo nesta quarta-feira (14) num esforço para conter a destruição desenfreada naquela província e em Gauteng.

O rei MisuZulu disse que o saque e a destruição de propriedades afectariam as comunidades, apelando aos “desordeiros” para que ponham fim ao caos e para que a paz seja restaurada.

“Portanto, apelo à nação Zulu para se retirar da participação na destruição do nosso país - a África do Sul. Peço calma, para que a paz seja restaurada ", disse o rei Zulu.

Os distúrbios que desde a passada sexta-feira (09) atingem a África do Sul foram alegadamente desencadeados pela prisão do ex-Presidente Jacob Zuma, mas o rei amaZulu pediu aos seus súditos que não deveriam se envolver na política.

“Peço ao nosso povoque dê o exemplo. Não permitamos que a política manche a dignidade e nossa nação seja levada à destruição. Somos muito melhores do que isso”, disse ele.-EWN

Comments

O BALANÇO de mortos na onda de violência e saques que atinge a África do Sul há vários dias subiu para 32, após mais 22 mortes confirmadas hoje (13) pelo primeiro-ministro da província de KwaZulu-Natal, Sihle Zikalala.

Zikalala confirmou ainda que, até ao momento, 26 pessoas morreram nesta província do país. Outras seis mortes em Joanesburgo foram confirmadas na noite de segunda-feira(12)pelo Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.

O governante regional mencionou em particular o facto de várias destas mortes terem ocorrido durante "tumultos neste contexto de motins", sem especificar os locais em que ocorreram.

Os primeiros incidentes, com estradas bloqueadas e camiões incendiados, ocorreram na sexta-feira(09), um dia após a prisão no país do ex-Presidente Jacob Zuma, condenado a pena de prisão por desacato à justiça.

A violência, os saques e os incêndios espalharam-se no fim de semana na área metropolitana de Joanesburgo, a capital económica do país.

A situação teve continuidade até a madrugada destaterça-feira(13), segundo vários jornalistas da agência de notícias AFP no local, especialmente em Soweto, um enorme município a oeste de Joanesburgo.

O Governo sul-africano destacou na segunda-feiramilitares das Forças Armadas (SANDF, na sigla em inglês) para as ruas de Gauteng e KwaZulu-Natal para ajudar a conter a situação de violênciamas parece não dar sinais de abrandamento.

As forças de segurança já fizeram detenções nas localidades em que ocorreram os tumultos.- LUSA

Comments

O PRESIDENTE sul-africano Cyril Ramaphosa condenou na noite de segunda-feira (12) ao violência no país garantindo que o Governo vai reforçar os meios de segurança e agir contra os responsáveis pelos distúrbios que afectam há vários dias as províncias de Gauteng e KwaZulu-Natal.

“A esta hora, várias famílias no nosso país estão de luto. Falo das famílias Nkosikhona Chiza, Ndumiso Shezi, Khaya Mkhize, Zethembe Ndwandwe, Lindani Bhengu e Lindokuhle Gumede em Gauteng, Bhekani Ndlovu, Themba Mthembu, Aphiwe Gama e Cebo Dlamini em KwaZulu-Natal”, declarou o Presidente da República sul-africana.

“A perda de vidas humanas é o maior custo de todos”, sublinhou.

No seu discurso sobre a resposta do governo à violência pública que fustiga partes do país, após a prisão do seu antecessor Jacob Zuma, na noite de quarta-feira(07), o chefe de Estado sul-africano anunciou o reforço de meios e efectivos de segurança operacionais “em todas as áreas afectadas”, além do exército, para conter os distúrbios violentos.

“Tomaremos medidas para proteger todas as pessoas neste país contra a ameaça de violência, intimidação, roubo e pilhagem”, frisou Ramaphosa.

Efectivos das Forças Armadas (SANDF, na sigla em inglês) foram destacados segunda-feiraem várias áreas de Gauteng e KwaZulu-Natal para ajudar a Polícia a conter acções violentas, pilhagem e intimidação, atribuídos a simpatizantes do Congresso Nacional Africano (ANC), aliados do ex-Presidente Jacob Zuma no partido no poder, do qual Ramaphosa é presidente.

Ramaphosa condenou a violência afirmando que “poderá ter começado com um objectivo político, mas que descendeu para a criminalidade”.

O Presidente da República sul-africana disse que 166 suspeitos foram presos no KwaZulu-Natal e 323 suspeitos foram presos em Gauteng por envolvimento nos incidentes violentos dos últimos dias.

“No entanto, a violência continua em muitas áreas”, sublinhou.

“A condenação dos envolvidos na violência será prioridade”, referiu.

Várias áreas da grande Joanesburgo, na província de Gauteng e no KwaZulu-Natal, litoral do país, eram descritasontemcomo “zonas de guerra”, com dezenas de viaturas incendiadas, estabelecimentos comerciais saqueados, destruídos ou incendiados nos últimos cinco dias de distúrbios e intimidação politicamente motivados pela prisão do ex-chefe de Estado e ex-líder do ANC, Jacob Zuma.

“Em breve iremos enfrentar um elevado risco de insegurança alimentar e insegurança médica dentro de algumas semanas”, frisou o presidente sul-africano.

Ramaphosa adiantou que o programa de vacinação contra a covid-19 foi “suspenso em partes do país”, sublinhando que “terá consequências” na recuperação económica da África do Sul.

África do Sul enfrenta há mais de dois anos uma grave crise económica, agravada pela pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego era de 32,6%, segundo dados oficiais.-LUSA

Comments

UM incêndio numa enfermaria hospitalar no sul do Iraque para doentes com Covid-19 provocou pelo menos menos 64 mortos e 50 de feridos, alguns em estado crítico, disseram ontem as autoridades de saúde iraquianas. Na origem do incêndio no Hospital Universitário al-Hussein, na cidade de Nasiryah, terá estado a explosão de uma garrafa de oxigénio, segundo um profissional de saúde provincial, embora também haja relatos que apontam para um curto-circuito. O Ministério da Saúde não se pronunciou sobre as causas do incêndio. Na nova ala do hospital, aberta há três meses, existiam 70 camas, de acordo com dois médicos. O porta-voz do departamento de saúde da província de Dhi Qar, Ammar al-Zamili, disse aos meios de comunicação locais que havia pelo menos 63 pacientes dentro da enfermaria quando o incêndio deflagrou. Esta é a segunda vez este ano que um grande incêndio mata doentes infectados com o novo coronavírus num hospital iraquiano. Pelo menos 82 pessoas morreram em Abril no hospital Ibn al-Khateeb, em Bagdade, quando um tanque de oxigénio explodiu, provocando o incêndio. O Iraque enfrenta uma nova vaga da pandemia, com os números a baterem recordes na semana passada, em 9.000 novos casos diários. - LUSA

Comments

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Cezerilo Matuce

JORNAL DIGITAL


Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction