AS vidas de mais de 15 milhões de pessoas estão em perigo devido à seca em várias regiões do Quénia, Etiópia e Somália (Corno de África), alertou  ontem a organização humanitária Oxfam. Leia mais

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O PRESIDENTE do Sudão do Sul, Salva Kiir, proibiu que se execute o hino nacional na sua ausência, anunciou na segunda-feira um ministro do país. O ministro da Informação, Michael Makuei, disse à AFP que diferentes líderes e instituições cantavam/tocavam o hino “por capricho”, o que constituía um abuso de um símbolo nacional. Leia mais

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Os funcionários da Rádio Nacional de Angola (RNA) decidiram ontem avançar para uma greve de dez dias, a partir de segunda-feira, 29 de Julho, reclamando “maior valorização, respeito e melhores condições laborais e salariais”.

A decisão foi aprovada ontem, durante uma “assembleia urgente” dos trabalhadores, entre jornalistas, editores, técnicos, motoristas, convocada pelo Sindicato dos Jornalistas de Angola (SJA), que coordena, desde Fevereiro, as negociações com a tutela e “sem qualquer solução”.

No encontro, que decorreu na sede da União dos Escritores Angolanos, em Luanda, mais de cem funcionários da rádio estatal angolana manifestaram-se “descontentes” com o conselho de administração da RNA, referindo que o mesmo “não garante qualquer confiança”.

A palavra “greve” foi a mais ecoada em uníssono durante o encontro, com os trabalhadores a dizerem "basta do desrespeito" e "microfone sim, mas micro-vida não".

Em Fevereiro, os trabalhadores da rádio pública angolana, por intermédio do SJA, procederam à entrega de um caderno reivindicativo com dez pontos, nomeadamente, seguro de saúde, melhores condições laborais e proposta salarial com tecto inicial de 180.000 kwanzas.

Mas, segundo a jornalista Ana Cristina, “até ao momento a administração da Rádio Nacional de Angola não resolveu nenhum dos referidos pontos referidos pelos trabalhadores”, pedindo ainda o regresso de colegas “afastados injustamente”.

O jornalista Cristiano Barros referiu, na ocasião, que foram "pacientes" em esperar durante cinco meses pela resposta da direcção da instituição, mas a paciência "chegou ao seu limite".

"Soubemos esperar durante esse período, soubemos dizer que neste momento já não há mais diálogo, não há justificação alguma que nos leve a suspender aquilo que estava nos nossos corações, nas nossas vontades em Fevereiro, fomos pacientes e agora chega", disse.

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Boris Johnson, antigo "mayor" de Londres, sucede à primeira-ministra Theresa May à frente do Governo britânico. O novo líder do Partido Conservador obteve na eleiçao, 92.153 votos, enquanto Jeremy Hunt contou com 46.656 votos.

O resultado foi anunciado esta terça-feira, num dia em que se espera uma nova onda de demissões no Governo britânico.

A votação, que durou duas semanas e meia, encerrou na segunda-feira, às 17 horas. Esta terça-feira, foram revelados os votos dos cerca de 160 mil membros do Partido Conservador, que escolheram o novo líder e, consequentemente, o chefe de Governo.

Johnson vai assumir o cargo de liderança dos tories na tarde desta terça-feira, mas tornar-se-á oficialmente primeiro-ministro na quarta-feira.

Johnson, antigo mayor de Londres e líder da campanha pelo Brexit aquando do referendo em 2016, tinha sido apontado como o favorito à vitória.

O candidato conservador, que renunciou ao cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros em 2018, devido aos planos de May para o Brexit, prometeu concretizar a saída do Reino Unido até ao dia 31 de Outubro, em pouco mais de três meses, “aconteça o que acontecer”.

O novo inquilino do número 10 de Downing Street herda uma crise política oriunda da saída do Reino Unido da União Europeia. Johnson terá ainda de convencer Bruxelas a retomar as negociações para um acordo, ou arrisca-se a sair da UE sem um entendimento.

O acordo proposto por Theresa May foi rejeitado três vezes pelo Parlamento desde o início do ano, o que motivou o seu pedido de demissão.

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A CORRUPÇÃO parece envolver a todos na África do Sul. Com o ex-Presidente Jacob Zuma a responder no escândalo da “Captura do Estado”, o seu sucessor procura se livrar de acusações que o implicam num caso de uma doação indevida. Leia mais

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