PHC

Director: Lázaro Manhiça

A PFIZER procura aprovação dos reguladores dos Estados Unidos da América para a terceira dose da vacina contra a Covid-19, anunciou a empresa na quinta-feira (08), acrescentando que outra inoculação em 12 meses poderia aumentar a imunidade.

“Em Agosto, a Pfizer planeia pedir à ‘Food and Drug Administration’ (FDA) uma autorização de emergência para uma terceira dose”, disse o cientista daquela farmacêutica Mikael Dolsten, em declarações à agência noticiosa norte-americana AP.

De acordo com as primeiras impressões do estudo de reforço de vacinação da Pfizer, é demonstrado que os níveis de anticorpos das pessoas aumentam de cinco para 10 vezes mais após uma terceira dose, em comparação com a segunda.

Investigações em vários países mostram que as vacinas utilizadas contra a Covid-19 oferecem forte protecção contra a variante Delta, que é altamente contagiosa e está a espalhar-se rapidamente em todo o mundo.

“Por que [a terceira dose] é importante para combater a variante Delta?”, questionou de forma retórica, explicando que “quando os anticorpos cedem, a variante Delta pode eventualmente provocar uma leve infecção antes que o sistema imunológico se manifeste”.

À AP, um especialista em vacinação do Centro Médico da Universidade da Vanderbilt (Tennessee), William Schaffner, disse que a autorização da FDA seria apenas um primeiro passo e não significaria que os norte-americanos recebessem o reforço automaticamente.

“As vacinas foram concebidas para nos manter fora dos hospitais. Administrar outra dose seria um grande esforço, pois, neste momento, estamos a esforçar-nos para dar às pessoas a primeira dose”, acrescentou.

Actualmente, cerca de 48% da população dos EUA está totalmente vacinada e em algumas zonas do país têm taxas de imunização muito baixas, locais onde o contagio da variante Delta está a crescer.- Lusa

Comments

TAIWAN informou hoje (09) que 11 suspeitos procurados pelo homicídio do Presidente do Haiti, Jovenel Moise, tinham invadido o perímetro da embaixada em Port-au-Prince, antes de serem detidos pela polícia haitiana.

A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan, Joanne Ou, disse que a embaixada foi encerrada na quarta-feira (07) "por razões de segurança", após o assassínio.

"Ao amanhecer de 08 [de Julho], a segurança da embaixada descobriu que um grupo de homens armados tinha invadido o pátio da embaixada", disse à agência de notícias France-Presse (AFP). "O pessoal de segurança informou imediatamente o pessoal da embaixada e a polícia haitiana", acrescentou.

"A pedido do Governo haitiano, e a fim de ajudar na detenção dos suspeitos, a embaixada deu autorização à polícia haitiana para entrar no perímetro da embaixada".

Em comunicado, a embaixada de Taiwan em Port-au-Prince descreveu os homens como "mercenários" e suspeitos do assassínio.

"A polícia lançou uma operação [na quinta-feira] por volta das 16:00 (22:00 de Moçambique) e conseguiu deter 11 suspeitos", adiantou a embaixada.

"A operação foi conduzida sem problemas", prosseguiu, classificando também o homicídio de "cruel e bárbaro".

A embaixada de Taiwan no Haiti está localizada não muito longe da residência onde o Presidente foi assassinado.

O Haiti é um dos 15 países do mundo que continua a reconhecer diplomaticamente Taiwan. A China considera Taiwan uma parte do seu território.

As autoridades haitianas detiveram 15 colombianos e dois norte-americanos de origem haitiana pelo alegado envolvimento no assassínio do Presidente do Haiti, Jovenel Moise, anunciaram fontes oficiais.

O comando que cometeu o homicídio integra 26 colombianos e dois norte-americanos, segundo informações fornecidas pelo director-geral da Polícia, Leon Charles, numa conferência de imprensa com o primeiro-ministro interino, Claude Joseph, na qual foram apresentados os detidos.

Charles disse que oito "mercenários" colombianos estão em fuga e "activamente" procurados, enquanto os outros três foram mortos em tiroteios com as forças de segurança.

As autoridades tinham anteriormente comunicado a morte de quatro suspeitos, mas baixaram esse número sem qualquer explicação.

Dois dos detidos foram capturados por um grupo de civis, que os levaram amarrados com cordas para uma esquadra de polícia no bairro de Pétion-Ville, no bairro de Port-au-Prince.

Dezenas de pessoas reuniram-se com a intenção de linchar os suspeitos e atear fogo a três carros apreendidos pela polícia aos detidos.

O Governo colombiano já reagiu às detenções e afirmou que dois dos colombianos detidos no Haiti são membros reformados do exército colombiano.

O Presidente do Haiti, Jovenel Moïse, foi assassinado na quarta-feira, num ataque de homens armados à sua residência, em Port-au-Prince.- LUSA

Comments

PELO menos 10 pessoas morreram e centenas foram deslocadas devido à passagem de um furacão na Gâmbia, de acordo com a Agência Nacional de Emergência em Desastres (NDAMA) deste país da África Ocidental.

Na sequência do furacão, que devastou várias comunidades na noite de quarta-feira(07)com uma velocidade estimada de 80 quilómetros por hora, ficaram interrompidos os acessos aos serviços básicos como electricidade, água e outras necessidades essenciais.

O Presidente da Gâmbia, Adama Barrow, convocou uma reunião de emergência para avaliar os danos causados pelos ventos fortes.

Em comunicado, Barrow enviou as suas "mais profundas condolências às famílias que perderam entes queridos e empatia com as vítimas e todos aqueles afectados em todo o país."- Lusa

Comments

O PRESIDENTE da República, João Lourenço, enviou quarta-feira (07) a Lei de Revisão da Constituição, aprovada recentemente pela Assembleia Nacional, para apreciação preventiva do Tribunal Constitucional (TC), noticiou a agência de noticias angolana, ANGOP.

A remessa do diploma dá resposta a um imperativo legal, segundo o qual as alterações à Constituição da República de Angola estão sujeitas à fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional.

Na nota, enviada ao Venerando Juiz Conselheiro Manuel Miguel da Costa Aragão, Presidente do TC, e citada pela ANGOP, João Lourenço solicita que "a apreciação seja feita em regime de urgência". 

A Assembleia Nacional angolana aprovou, a 22 Junho último, com 152 votos a favor, nenhum contra e 56 abstenções, a primeira revisão parcial da Constituição, 11 anos após a sua entrada em vigor.

Com esta revisão, a Constituição passa a ter 249 artigos contra os actuais 244, tendo sido alterados 44 artigos e incluídos sete novos.- LUSA

Comments

O EX-PRESIDENTE Jacob Zuma entregou-se às autoridades policiais na África do Sul, na noite de quarta-feira (07), para cumprir uma pena de prisão de 15 meses por desrespeito à Justiça.

"Informamos que o Presidente Zuma decidiu cumprir a ordem de prisão. Ele está a caminho de um estabelecimento prisional dos Serviços Correcionais no KwaZulu-Natal", referiu a Fundação Jacob Zuma,nas redes sociais citada pela imprensa sul-africana.

Jacob Zuma entregou-se às autoridades minutos antes da meia-noite, o prazo limite para a sua detenção ordenada pelo Tribunal Constitucional(TC), tendo sido escoltado pelos serviços de protecção presidencial.

Um porta-voz do Ministério da Polícia, Lirandzu Themba, confirmou que Zuma se entregou às autoridades policiais pouco depois das 23:00 de quarta-feira.

O ex-chefe de Estado enviou horas antes uma carta à mais alta instância judicial do país a solicitar a proibição da execução da ordem de detenção,enquanto aguarda o resultado de todos os processos judiciais, segundo a Fundação Jacob Zuma.

O TCda África do Sul condenou em 29 de Junho o ex-Presidente a 15 meses de prisão por desrespeito ao tribunal, ao recusar repetidamente cumprir a citação que lhe exigia o testemunho em investigações de corrupção.

Zuma foi considerado culpado por não obedecer à ordem do tribunal para comparecer perante a comissão que investiga alegações de grande corrupção no Estado sul-africano durante o seu mandato presidencial de 2009 a 2018.

O juiz Raymond Zondo, que preside à comissão de investigação sobre a grande corrupção no Estado durante o mandato de Jacob Zuma, exerce actualmente o cargo de chefe daJustiça(presidente) em exercício no TC.

A polícia sul-africana tinham destacada quarta-feira mais de 70 veículos, incluindo uma unidade de intervenção especial anti-motim, para o local da residência do ex-Presidente sul-africano na área rural de Nkandla, província do KwaZulu-Natal, onde, desde o fim de semana, centenas de simpatizantes de Zuma se congregarampara evitar qualquer tentativa de a polícia prender o ex-chefe de Estado.

Esta é a primeira vez na história da África do Sul que um ex-Presidente é condenado a uma pena de prisão.- LUSA

Comments

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Cezerilo Matuce

JORNAL DIGITAL


Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction